
Troca de insultos rebaixa o debate eleitoral
Dora Kramer
Folha
Muito simples de entender, imagem fácil de vender, mas equação insuficiente para resolver um problema que requer paciência, serenidade, criatividade, cálculo, competência, conhecimento e, sobretudo, frieza. Nada disso se viu na primeira reação à ameaça de um novo tarifaço sobre o Brasil.
EMBALO – O contra-ataque em tom de palanque incluiu ilhas até então mantidas a certa distância, como o Ministério da Fazenda e a Vice-Presidência da República. Dario Durigan e Geraldo Alckmin entraram no embalo de citações à “família Bolsonaro”. No dia seguinte, todo o ministério foi chamado a entrar no embalo.
O presidente primeiro disse que esperava um telefonema de Trump com “explicações”, depois informou que enviaria uma carta cobrando o combinado no encontro de 7 de maio em Washington e, no entusiasmo, anunciou que irá à reunião do G7 na França, para “pôr ordem na casa”. Veremos o que fará de fato.
Por enquanto, o que temos é retórica eleitoreira respondida no mesmo diapasão por Flávio Bolsonaro. Em tese levaria a vantagem de ser oposição e não ter a responsabilidade de encaminhar a mitigação de prejuízos. Na prática, porém, um candidato a presidente precisaria apresentar credenciais nos quesitos perícia técnica e habilidade política. Não é o caso.
PRERROGATIVAS – No lugar de se associar ao oponente na torrente de adjetivos vãos, o presidente poderia ganhar pontos usando de suas prerrogativas para ir com objetividade ao pote.
Um exemplo? Dar consistência à defesa do Pix apoiando a emenda em tramitação no Congresso que amplia a autonomia do Banco Central e cujo texto põe o Pix sob a proteção da Constituição. Valeria mais que quaisquer frases exibidas em cartazes de forma e conteúdo pueris.
Trump abandonando entrevista e destratando jornalista? Mau sinal.
Trump insulta jornalista e abandona entrevista após ser questionado em embate sobre fraude eleitoral
“Imprensa falsa e suja”, diz Trump antes de abandonar entrevista
O abandono absurdo de Trump e destrato de jornalista expõem a fragilidade de quem não aguenta ter sua narrativa derrubada
É gritante a demonstração de desprezo de Trump pela liberdade de imprensa – um dos pilares inegociáveis de qualquer democracia.
Ao ser entrevistado por uma jornalista da TV americana, Trump perdeu totalmente a linha.
Confrontado com fatos ao desfiar suas costumeiras mentiras e teorias conspiratórias sobre fraudes eleitorais nas urnas, Trump recorreu ao insulto rasteiro: chamou a profissional de “desonesta” e “estúpida” antes de abandonar a entrevista de forma covarde.
Fonte: Metrópoles, Opinião, 09/06/2026 08:00 Por Ricardo Noblat
Com Trump em baixa, Flávio já nem sabe mais o que fazer com a foto na Casa Branca
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Quase 70% dos entrevistados dizem desaprovar a forma como o presidente lida com o aumento do custo de vida
Cerca de 60% afirmam acreditar que preço dos combustíveis vai subir, segundo levantamento Reuters/Instituto Ipsos
Folha de S. Paulo, Mundo, 8.jun.2026 às 22h23
Fim da abundância’: Brasil enfrenta escassez hídrica, diz ONU…
https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/carlos-nobre/2026/06/09/fim-da-abundancia-brasil-enfrenta-escassez-hidrica-diz-onu.htm?cmpid=copiaecola
Não sei porque o Trump ainda não moeu aqueles vermes aiatolás medievais, bárbaros, terroristas, misóginos, homofóbicos, corruptos.
Com gente deste naipe não tem conversa.]
https://www.youtube.com/watch?v=ibWUkCsA3wU
Dora Kramer é uma manjada jornalista tucana. Sabe que a sugestão de tarifas para produtos brasileiros decorre de processo aberto pelo USTR há muito tempo. Nada tem a ver com o Flávio Bolsonaro. Como recebe uns caraminguás da Farinha Lima e da orcrim PT/STF/PCC, finge criticar o narcotraficante Luladrão para difamar o Flávio.
Essa mulher é louca. Molusco patriota e os outros entreguistas e traidores. Essa mulher está em que mundo a turma desse governo está entregando de mãos beijadas esse país para os chineses. Já têm áreas em dois portos. estão construindo uma fábrica na Bahia que os funcionários serão chineses. Estão comprando minas, eo nordeste daqui a algum tempo será uma extensão da China. Vá em qualquer loja que a maioria dos produtos são chineses
Senhor Delcio Lima , os tais vermes aiatolás medievais, bárbaros, terroristas, misóginos, homofóbicos, corruptos , com toda certeza não premiam e nem enaltecem os ” corruptos e corruptores ” como no Brasil , onde traidores , lesa-pátria e entreguistas se candidatem a cargos eletivos , além de afrontarem e subverterem as leis do país impunemente , o IRÃ não é um país qualquer , e seu povo não se curva e nem fica de quatro como no Brasil , frente a primeira ameaça que sofre de um governo estrangeiro , lembre-se que o atual regime político do IRÃ , é produto de revolução popular e não de um golpe de Estado , covarde e traiçoeiro como ocorreu no Brasil e em toda a América do Sul , com a participação de nacional , aliados e submissos a governos estrangeiros , sendo que a história se repete atualmente , ou seja , são desses maus nacionais que o senhor gosta , admira e aplaude .