Trump pouco se importa com Flávio Bolsonaro e Lula, sua preocupação é outra

Especialista avalia como 'lógica de desestabilização' atuação de Trump

Trump manda atacar o Brasil para ganhar eleições parlamentares

Carlos Newton

A imprensa amestrada faz um esforço comovente para mostrar que o presidente Donald Trump está preocupadíssimo com o Brasil e empenhado de corpo e alma em eleger Flávio Bolsonaro para presidente da República. Até parece verdade, pois comentaristas da GloboNews, Bandnews, SBT News e Record News aparecem dando chiliques e faniquitos diante das câmeras, mas é apenas conversa fiada.

Na realidade, tudo não passa de uma gigantesca fake news, plantada pelo próprio Trump, porque ele tem problemas muito mais sérios para resolver, e nada tem a ver com as disputaa eleitorais aqui debaixo do Equador.

ELEIÇÕES NOS EUA –  Trump está realmente preocupadíssimo, mas é em relação às  eleições parlamentares americanas, que serão realizadas no início de novembro, e a campanha eleitoral já está nas ruas, porque o povo americano é diferente do brasileiro e não dá importância desmedida à Copa do Mundo de Futebol.

Dentro de cinco meses, serão eleitos nos Estados Unidos os 435 deputados federais, 35 dos 100 senadores, 39 dos 50 governadores, além de mandatos políticos estaduais e locais.

Trump está inteiramente dedicado a essas eleições, porque o resultado definirá os últimos dois anos de seu mandato. Se o Partido Republicano não conseguir a maioria no Parlamento, Trump imediatamente vai se transformar no chamado pato manco (“lame duck”), expressão americana que define um presidente que não manda mais nada e não conseguirá eleger seu sucessor.

MOTIVOS DA REJEIÇÃO O problema se agravou devido ao efeito negativo de importantes atos de Trump, como o apoio ao massacre de civis na Palestina e os recentes ataques ao Irã. E assim a rejeição a seu governo já atingiu 62%, um recorde histórico lá na matriz USA.

 O crescimento da rejeição a Trump é causado também por razões  econômicas. A maioria dos americanos critica o governo pela alta no custo de vida e pela dificuldade de expansão do mercado de trabalho. Para conter o desgaste  Trump usa a caça a imigrantes ilegais, os tarifaços e até a invasão de Venezuela, a pretexto de reduzir o tráfico de drogas e o apoio a Cuba.
No caso do Brasil, é claro que Trump prefere um capacho como Flávio Bolsonaro a um insensato como Lula. No entanto, ao investir contra o país, sua intenção principal é agradar aos produtores agropecuários, às indústrias siderúrgicas e de autopeças, aos fabricantes de calçados e outros setores que não conseguem competir com as exportações brasileiras. 
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P.S. 1 Nessa empreitada, o governo Trump faz de tudo e se aproveita dos pontos fracos da filial Brazil, como o fato de o então deputado Eliseu Padilha (MDB-RS), que mandava e desmandava no governo Michel Temer, ter sido acusado  pelo Ministério Público de Mato Grosso, em 2016, por trabalhos escravos e invasão de parque ambiental. Isso não tem nada a vez com Flávio Bolsonaro e Lula da Silva, mas atende perfeitamente ao verdadeiro interesse de Trump e da matriz USA, que é levar vantagem em tudo. O resto são apenas chiliques e faniquitos.
P.S. 2 – Quando esteve recentemente com Trump, Lula não viajou a serviço dos interesses nacionais. Sua intenção era defender a caixa registradora dos irmãos Joesley e Wesley Batista, duramente atingidos por Trump. (C.N.) 

13 thoughts on “Trump pouco se importa com Flávio Bolsonaro e Lula, sua preocupação é outra

  1. Difícilmente hoje você encontra uma pessoa que não ame com interesse, são bem poucos. Tudo que feito rem algo em que possa ganhar. Esses dois são somente peças no seu jogo de xadres

  2. Moral da historia.
    Não tem moral.
    A única forma de terminar com os chiliques e faniquitos é o ‘Democrata’ americano sentar o pé na bunda do Trump, o Troglodita.
    E no Brasil, Loola ganhar de novo para poder colocar ordem no galinheiro e expurgar toda ladroagem da direita bunda suja.
    Nessa altura tanto aqui como lá vai haver uma catarse generalizada, a cada canetada do Barba e do STF vai provocar um orgasmo trifásico homérico na militância.

    • A coisa é séria, talvez a forma retórica de ilustrar a seriedade desse furdunço seja a foto de um cachorro cagando. A seriedade envolvida naquele ato deveria ser objeto de análise dos nossos comentaristas políticos fundeados na grande mídia.

  3. Nesse combinado faz de conta, constata-se que as drogas, exercem papel fundamental na programada deterioração e esterelização das coitadas criaturas delas dependentes, sendo um liberado meio anulatório, para órgãos e governos atingirem metas de criminosas reduções populacionais mundiais, à exemplo de:
    https://www.facebook.com/share/r/1GS4FTdDyU/

  4. Impacto de Rubio nas relações entre o Brasil e os EUA

    Trump não se interessa pela América latina, e as decisões sobre a região ficam a cargo de Marco Rubio

    A maior parte das autoridades políticas dos EUA e mesmo dentro do jornalismo e da academia não se interessa pelo que os americanos costumam chamar de América Latina, que basicamente inclui todos os países do Rio Grande no México à Terra do Fogo na Argentina.

    Independentemente de serem democratas ou republicanos, o tal establishment de Washington e aqui de Nova York prefere temas ligados a Europa, Oriente Médio e Leste Asiático.

    América Latina e África? Nem passa pela cabeça deles.

    Vou até usar como exemplo o jornal The New York Times. Seus principais colunistas de política internacional, como Thomas Friedman e Nicholas Kristof, raramente escrevem sobre o que ocorre na região, com raras exceções como temas de imigração, México e eventualmente Cuba e Venezuela. Brasil não entra na lista.

    O ex-secretário de Estado Anthony Blinken, assim como o então presidente Joe Biden, ignoravam completamente a América Latina e em especial a América do Sul. Mal sabiam dizer “buenos dias”, apesar de viverem em um país onde parcela expressiva da população fala espanhol.

    Donald Trump não é diferente da maioria em Washington. O presidente, apesar dos elogios ao colega brasileiro, praticamente nunca fala o nome de Lula. Talvez não lembre. Simplesmente, o Brasil não está no radar dele.

    Flavio Bolsonaro? Trump certamente (…) tampouco dá muita importância ao pai e aos filhos. Uma relação de ídolo com fãs — similar à relação com o argentino Javier Milei.

    No meio deste deserto de desinteresse pela América Latina, há uma figura que desde a infância demonstra enorme interesse pela região.

    Naturalmente, falo do secretário de Estado e assessor de Segurança Nacional, Marco Rubio. Filho de cubanos, é fluente em espanhol, entende português, identifica-se como latino-americano, adora política externa, tendo sido presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, e estuda a política e a economia do continente.

    Rubio conhece a história, o contexto atual e sabe quem são os principais atores políticos nos principais países da América Latina, incluindo o Brasil.

    Quando começa um debate no Salão Oval sobre algo relacionado ao Brasil, Rubio já seria uma das vozes mais importantes por exercer os dois mais importantes cargos de política externa dos EUA.

    Imagine se alguém que sequer sabe direito quem é Lula e Bolsonaro vai questioná-lo numa reunião? Trump possivelmente, com a cabeça em mil outros temas, deve delegar a Rubio as decisões sobre questões ligadas a nações latino-americanas como o Brasil.

    Conservador e republicano, Rubio tem uma agenda clara e pública de buscar ajudar a eleger figuras da direita nas eleições deste ano, como na Colômbia, no Peru e naturalmente no Brasil.

    Nas eleições brasileiras, o candidato de Rubio é Flavio por ser o representante da direita. O próprio secretário de Estado deixou clara a sua insatisfação com o atual governo brasileiro em depoimento ao Congresso nesta semana, quando pôs o Brasil no bloco de Nicarágua, Cuba e Venezuela — todas ditaduras.

    A química entre Lula e Trump é verídica, mas insuficiente para melhorar as relações entre o Brasil e os EUA. No fim das contas, quem tem poder em temas sobre questões brasileiras é Rubio.

    O secretário de Estado precisa engolir algumas decisões de Trump quando o assunto é Ucrânia, Irã e China. Ao mesmo tempo, sabe que se for Cuba, Brasil ou Colômbia, suas opiniões tendem a prevalecer. E ele quer Flávio Bolsonaro.

    O Globo, Opinião, 04/06/2026 00h00 Por Guga Chacra – Nova York

    Leitura relevante para melhor compreensão de como o Brasil é visto politicamente pelos Estados Unidos.

    • “Trump não se interessa pela América latina, e as decisões sobre a região ficam a cargo de Rubio.”

      “A maior parte das autoridades políticas dos EUA não se interessa pelo que os americanos costumam chamar da América Latina.”

      “América Latina e África? Nem passa pela cabeça deles.”

      Acorda, Brasil! Presta atenção!

      • “Trump não se interessa pela América latina, e as decisões sobre a região ficam a cargo de Rubio.”

        “A maior parte das autoridades políticas dos EUA não se interessa pelo que os americanos costumam chamar de América Latina.”

        “América Latina e África? Nem passa pela cabeça deles.”

        Acorda, Brasil! Presta atenção!

  5. O “combinado”, SOBRE A FOME.

    “Desde 2020, o especialista em estratégia militar dos EUA, Michael Yon, vem alertando que os Rothschild irão deliberadamente colapsar todas as cadeias de suprimentos (especialmente de alimentos e fertilizantes) e bloquear todos os principais pontos de estrangulamento do mundo. Eles usarão muitas histórias de fachada, como PLANDEMIAS, “guerras”, ações “insanas” [deliberadas, ordenadas pelo Chabad] de “regimes rebeldes”, etc., para enganar os escravos e fazê-los acreditar que tudo isso está acontecendo por “acaso”. Michael usa o termo correto FOME INSTITUÍDA, que os judeus comunistas demonstraram em múltiplos Holocausto na Irlanda e no Holodomor da década de 1930, no qual a “Equipe Anticristo” cometeu genocídio contra 10 milhões de cristãos ucranianos.
    https://old.bitchute.com/search/?query=michael%20yon&kind=video
    PS. Como os esfaimados “alcançarão” os exorbitados e carentes alimentos?

    • “David Icke – É isto que está acontecendo.”

      https://www.youtube.com/watch?v=YHZXpJo3iQ0

      Resumo do Grok: “Todos os principais líderes são controlados: figuras como Trump, Putin, Netanyahu, Zelensky e outros (incluindo os alinhamentos com China/Irã/Rússia) servem à mesma rede abrangente. Eventos como a visita de Candace Owens à Rússia, as tensões com o Irã ou os acordos entre Rússia e Irã são teatro, concebidos para promover essa agenda, e não uma oposição genuína.”

      Caos Planejado para Desmantelar o Sistema Antigo: Conflitos (por exemplo, no Estreito de Ormuz) interrompem deliberadamente o fornecimento de energia, alimentos e fertilizantes, elevam os preços, esgotam as reservas (reservas estratégicas de petróleo dos EUA versus os estoques massivos da China) e causam escassez. Isso rompe com a ordem vigente — energia barata, mobilidade, economia — para que ela possa ser substituída por uma nova baseada na fusão entre inteligência artificial e humanos, controle digital e vigilância total. Restrições semelhantes às da COVID-19 foram um teste; futuras crises de abastecimento alcançarão níveis de conformidade similares sem a necessidade de imposições.
      youtube.com

      A IA como ferramenta para o fim do jogo : Histórias como vacinas desenvolvidas por IA ou sistemas de IA com capacidade de autoaprendizagem não são inofensivas — elas apontam para forças não humanas usando o “culto” como veículo de controle. Uma vacina criada por IA poderia ser obrigatória e disseminada em populações, com a IA escapando da supervisão humana propositalmente.

      Deslocamento do poder para o leste: O plano (descrito nos livros de Icke há décadas) transfere o poder global do Ocidente para o Oriente (especialmente da China, com Rússia/Índia), mantendo a mesma estrutura de controle oculta.”

      • “Desde 1952, Parlamentares mundialmente para tanto alçados, cumprem a “idéia fixa’, conforme:
        “Tropas dos Estados Unidos a serem alocadas:

        Região 12: Austrália

        Região 32: Uruguai, Argentina

        Região 55: Iugoslávia, Grécia, Albânia, Romênia, Bulgária

        Região 58: Áustria, Hungria, Tchecoslováquia

        Região 75: Índia, Nepal, Butão, Tibete, leste do Paquistão

        Região 85: Casaquistão, Turcomenistão, Usbequistão, Tajiquistão, Quirguistão.

        Este mapa, adotado em 1952, em Londres, pela Associação Mundial de Parlamentares para o Governo Mundial, mostra que tropas estrangeiras ocuparão e policiarão as seis regiões em que os Estados Unidos e o Canadá serão divididos.

        O corpo regulador do Parlamento Mundial consistirá apenas de membros selecionados. Ele refletirá as forças da população, de modo que a Ásia o dominará.

        Haverá um Diretor Mundial, 8 diretores zonais e 51 diretores regionais. Nem um dos diretores de zona ou regionais servirá de forma alguma em seus próprios países. Assim, um estrangeiro comandará as tropas alocadas nos EUA e por meio delas imporá a lei do Governo Mundial, e evitará que os americanos venham a “se apoiar na fidelidade nacional”

        Agora, voltemos ao assunto do plano dos Illuminati de 1952 de devolver Taiwan para a China. Como você pode ver nesse mapa do mundo, Taiwan é mostrada como uma parte da China quando o mundo for redesenhado em zonas de patrulha militares, um plano que ocorrerá bem depois do aparecimento do Anticristo. Os Illuminati planejam que, após os primeiros sete anos de governo do Anticristo a partir de Jerusalém, a sede do governo será movida para a Europa, de onde ele começará a implementar o plano para redesenhar todas as nações do mundo em zonas de patrulha militares, terminando assim efetivamente com a soberania de todas as nações.

        Os EUA e o México, como você pode ver neste mapa, cessarão de existir como nações soberanas e serão separados em seis zonas de patrulha militares, como segue:

        1. Nordeste — Tropas colombianas e venezuelanas.

        2. América do Sul até a Califórnia — Tropas russas. A linha começa na Virgínia e vai direto para o oeste até a divisa da Califórnia.

        3. Meio oeste — Tropas belgas.

        4. Noroeste, incluindo a Califórnia — Tropas irlandesas.

        5. Canadá — Tropas mongóis (chinesas) e russas.

        6. México — Tropas mongóis (chinesas).

        Tropas estrangeiras estarão no controle total de todo o continente norte-americano. Nenhuma tropa americana apreciável será permitida neste país. Então, o que precisará acontecer aos 1.146.959 soldados americanos agora estacionados no país? Essas tropas terão de ser desmanteladas ou enviadas para além-mar.”
        https://www.espada.eti.br/n1944.asp
        Publicado em 2004.

  6. O Presidente dos EUA Donald Trump , esta numa verdadeira corda bamba , e com toda certeza será defenestrado do cargo brevemente , num processo de ” IMPEACHMENT ” e de impedimento por seus atropelos e afrontas as leis de seu país .

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