Indecisão em Minas expõe fragilidade dos palanques de Lula e Flávio Bolsonaro

3 thoughts on “Indecisão em Minas expõe fragilidade dos palanques de Lula e Flávio Bolsonaro

  1. Candidatura de Flávio derrete, preocupa PL e afasta Faria Lima

    De nada adiantou a canetada intervencionista de Kassio para proibir a divulgação da pesquisa AtlasIntel.

    O cenário de pesquisas, tanto públicas como os trackings internos, aponta um derretimento persistente da candidatura de Flávio Rachadinha.

    Nos bastidores do Partido Liberal (PL), esse diagnóstico gera um clima de abatimento (…).

    A ala mais pé no chão da sigla — começa a avaliar internamente que Flávio, se continuar num ritmo de ladeira abaixo nas intenções de voto, pode inclusive prejudicar e inviabilizar a jornada de outros políticos do PL.

    Ou seja, Flávio se tornou um problema para a legenda comandada por Valdemar “Boy de Mogi”, que tem como seu principal objetivo ampliar o número de deputados federais.

    Afinal, é com o tamanho da bancada que eles garantem tempo de TV, recursos dos fundos eleitoral e partidário e, consequentemente, mais força para barganhas políticas.

    Para além dos gráficos eleitorais, também existe uma forte retração junto ao setor produtivo e no coração financeiro do País.

    (…)

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, 10/06/2026 | 10h11 Por Roseann Kennedy

  2. Como o cenário mudou em pouco mais de 24 horas e enfraqueceu a liminar de Nunes Marques no TSE

    Ministros do STF e costura de bastidor mudaram tendência do TSE sobre ação de Flávio contra pesquisa

    Em pouco mais de 24 horas, uma série de fatores provocou mudança no quadro. O primeiro deles foi a repercussão ruim da decisão na imprensa.

    Em outra frente, ministros do STF entraram em campo e procuraram alguns integrantes do TSE para conversar.

    Avisaram que, se o plenário da corte eleitoral referendasse a liminar, a decisão poderia ser revertida pelo Supremo, com base na liberdade de informação dos institutos de pesquisa.

    Se isso se confirmasse, o TSE ficaria desmoralizado, porque o STF se firmaria como última palavra do Judiciário logo na primeira votação polêmica do ano eleitoral.

    (…)

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, 10/06/2026 | 15h01 Por Carolina Brígido

    Ação de Flávio pode ter flopado.

    Além de não se garantir na sua arrogância, faltaria inteligência e sabedoria ao Rachadinha.

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