Lula dobra gastos com propaganda e já supera Bolsonaro antes da campanha

3 thoughts on “Lula dobra gastos com propaganda e já supera Bolsonaro antes da campanha

  1. Flávio Rachadinha prega submissão a Trump

    Rachadinha trata o Brasil como uma peça a mais no mapa da ultradireita

    Flávio vai à Argentina bajular Milei e promete ‘equipe de transição’ a Trump

    O discurso na Argentina e a correspondência com Rubio mostram que Flávio vê o Brasil como uma peça a ser encaixada no mapa da extrema direita global. Ou como mais um peão no tabuleiro de Trump.

    Fonte: O Globo, Opinião, 01/07/2026 00h00 Por Bernardo Mello Franco

  2. A eleição de 2018 foi o apogeu do antipetismo. Em 2026, lida-se com o antibolsonarismo.

    A soberba bolsonarista poderá detonar Flávio, e as pesquisas apontam nessa direção. A candidatura de Rachadinha tem um sabor dinástico, agravado pelo deserto de ideias de seu campo.

    Sem a facada de Juiz de Fora e as turbinas da Lava-Jato, como a divulgação da delação do ex-ministro Antonio Palocci às vésperas do primeiro turno, o antipetismo não dá caldo.

    A essas adversidades somou-se a autofagia bolsonarista. Michelle fez um estudado vídeo, em que o sujeito oculto de suas críticas é Flávio. Qual é a raiz dessa quizília? A política cearense e a preterição de uma vereadora que aspirava a disputar o Senado. É pouco para tanto barulho.

    O repórter Luis Felipe Azevedo mostrou que, na Bahia, em Pernambuco, Ceará e Maranhão, os candidatos do arco oposicionista evitam partilhar palanques com a campanha de Flávio. Tratando-se do principal reduto lulista, essa ausência é mau presságio.

    Os erros da famiglia certamente explicam em parte esse movimento.

    Contudo o principal fator está além deles. O antipetismo, cimento da vitória de 2018, dissolveu-se no ar, abrindo espaço a um novo anti, o antibolsonarismo.

    A ideia de jactar-se da imposição do primeiro tarifaço de Donald Trump foi um caso raro de um só tiro acertando os dois pés.

    Novas tarifas virão, transformando-se numa bola de ferro amarrada a um pé dos Bolsonaros.

    Eles cometeram o mesmo erro que o bilionário Elon Musk, que em poucos meses passou de gênio a maluco e acabou defenestrado da Casa Branca. Em sua fase de delírio, Musk tentou morar na Casa Branca.

    Fonte: O Globo, Opinião, 01/07/2026 00h04 Por Elio Gaspari

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