Em resposta a Trump e Milei, China declara apoio à soberania brasileira

10 thoughts on “Em resposta a Trump e Milei, China declara apoio à soberania brasileira

  1. Claro que estão fazendo isso com segundas intenções. segundo li estão tomando conta da região do Brás e Bom Retiro em São Paulo. Isso está acontecendo em todo país. Onde moro tem tem um antigo supermercado e outra loja que só vendem essas bugigangas. Depois querem falar de soberania.

  2. O narco-ladrão Lula da Silva é um capacho do PCC. Sob a sua administração, a Brascuela caminha a passos largos para se tornar uma colônia chinesa. Ao defender a “soberaninha” brasuca, o tiranete Xixiping enxerga apenas os cantões xing-lings no Brasil.

  3. China diz apoiar Brasil contra ‘interferência externa’

    Só o Narcola para confiar no Xing Ling Pinga, o ditador sanguinário carniceiro chinguiling…..

    eh!eh!eh!eh

  4. Gostaria de saber porque que o tarifaço da China sobre a importação da carne brasileira não entra nessa discussão.

    Por que ninguém fala do tarifaço da China que afeta o Brasil

    VEJA
    https://veja.abril.com.br › Blogs › Diogo Schelp
    9 de jul. de 2026 — Taxa chinesa de 55% sobre importações acima de cota para carnes força dezenas de frigoríficos a paralisar produção e dar férias coletivas.

  5. O Brasil já é praticamente um protetorado da China, ou caminha para isso.

    Protetorado é uma relação política em que um País mais fraco mantém ‘autonomia interna’, mas ‘aceita’ a proteção militar e o ‘controle’ da política externa por uma potência maior.

  6. É bom notar que estamos lidando com um líder americano que quer estabelecer regras comerciais próprias em vez de usar as regras internacionais de comércio e de boa vizinhança.

    Não se trata de comunismo, trata-se de não ser fraco e não se submeter à vaidade de um doidivanas.

    Notem esses dados:China consome 28,7% de toda a exportação brasileira e importa 25,3% do total das nossas importações.

  7. Milei adota uma postura de submissão aos Estados Unidos, sendo classificado por seus críticos como subserviente ou lacaio.

    Críticos apontam que o presidente argentino submete a política externa da Argentina aos interesses de Washington.

    Adversários políticos definem suas ações como uma postura de subordinação econômica e militar em troca de apoio financeiro internacional.

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