China diz apoiar Brasil contra ‘interferência externa’
Deu na Folha
A China afirmou nesta segunda-feira (27) apoiar os esforços do Brasil para preservar sua soberania e independência e se opor a “interferência externa”, após telefonema entre o presidente Lula (PT) e o líder chinês, Xi Jinping. Segundo a Reuters, a agência estatal chinesa Xinhua reportou que a mesma frase foi dita por Xi diretamente a Lula na ligação.
Os dois líderes falaram neste domingo. A necessidade de acelerar o início das tratativas de um acordo entre o Mercosul e a China foi um dos principais assuntos tratados. O comunicado de Pequim não cita os Estados Unidos nem a Argentina, mas ocorre em meio a investidas dos governos Donald Trump e Javier Milei sobre a política nacional.
VISTOS NEGADOS – No sábado (25), o Itamaraty negou o visto a dois funcionários do Departamento de Estado do país que viajariam ao Brasil nos próximos dias. Segundo o jornal The Washington Post, o presidente americano planejava mandar os auxiliares para lançar dúvidas sobre a integridade e a transparência do processo eleitoral brasileiro.
O governo Donald Trump também impôs neste mês tarifa de 25% a produtos brasileiros ao fim de investigação comercial. A abertura da apuração foi anunciada em julho do ano passado, em carta na qual Trump anunciou sobretaxa em retaliação ao julgamento de Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado.
Já Milei foi no sábado (25) à convenção do PL que oficializou Flávio Bolsonaro (PL) como candidato à Presidência, em São Paulo. O argentino atacou o ministro Alexandre de Moraes, do STF, que havia negado seu pedido para visitar Jair Bolsonaro. Em resposta, o governo Lula convocou para consultas o embaixador brasileiro em Buenos Aires e chamou o representante argentino em Brasília ao Itamaraty.
SOBERANIA – Lula tem buscado usar o mote da soberania nacional e associar Flávio ao tarifaço, chamando os integrantes da família Bolsonaro de traidores da pátria. Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda mostrou que 52% dos brasileiros acreditam que Trump impôs o tarifaço para ajudar a candidatura de Flávio, ante 37% que discordam. Além disso, 34% dizem que Lula está certo ao atribuir ao rival responsabilidade pela medida, ante 26% que concordam com Flávio ao culpar o governo brasileiro.
Na conversa com Xi, Lula também defendeu ampliar a cooperação bilateral em inteligência artificial, energia e minerais e afirmou que o Brasil quer receber mais empresas chinesas. Segundo o comunicado, os dois líderes trataram ainda de coordenação no Brics, multilateralismo e reforma da governança global.
Claro que estão fazendo isso com segundas intenções. segundo li estão tomando conta da região do Brás e Bom Retiro em São Paulo. Isso está acontecendo em todo país. Onde moro tem tem um antigo supermercado e outra loja que só vendem essas bugigangas. Depois querem falar de soberania.
O narco-ladrão Lula da Silva é um capacho do PCC. Sob a sua administração, a Brascuela caminha a passos largos para se tornar uma colônia chinesa. Ao defender a “soberaninha” brasuca, o tiranete Xixiping enxerga apenas os cantões xing-lings no Brasil.
China diz apoiar Brasil contra ‘interferência externa’
Só o Narcola para confiar no Xing Ling Pinga, o ditador sanguinário carniceiro chinguiling…..
eh!eh!eh!eh
Narcola não conhece o aldrabão chinlingui
Ó Malhão, Malhão Que vida é a tua? Comer e beber, ai tirim-tim-tim. Passear na rua!
eh!eh!eh
Com a China aqui nossa esquerda vai ao paraíso sem fazer curva.
Gostaria de saber porque que o tarifaço da China sobre a importação da carne brasileira não entra nessa discussão.
Por que ninguém fala do tarifaço da China que afeta o Brasil
VEJA
https://veja.abril.com.br › Blogs › Diogo Schelp
9 de jul. de 2026 — Taxa chinesa de 55% sobre importações acima de cota para carnes força dezenas de frigoríficos a paralisar produção e dar férias coletivas.
O Brasil já é praticamente um protetorado da China, ou caminha para isso.
Protetorado é uma relação política em que um País mais fraco mantém ‘autonomia interna’, mas ‘aceita’ a proteção militar e o ‘controle’ da política externa por uma potência maior.
É bom notar que estamos lidando com um líder americano que quer estabelecer regras comerciais próprias em vez de usar as regras internacionais de comércio e de boa vizinhança.
Não se trata de comunismo, trata-se de não ser fraco e não se submeter à vaidade de um doidivanas.
Notem esses dados:China consome 28,7% de toda a exportação brasileira e importa 25,3% do total das nossas importações.
Correção: 25,3% das exportações brasileiras vão para a China.
Milei adota uma postura de submissão aos Estados Unidos, sendo classificado por seus críticos como subserviente ou lacaio.
Críticos apontam que o presidente argentino submete a política externa da Argentina aos interesses de Washington.
Adversários políticos definem suas ações como uma postura de subordinação econômica e militar em troca de apoio financeiro internacional.