PGR apoia Moraes e defende manter restrições a Bolsonaro na prisão domiciliar

3 thoughts on “PGR apoia Moraes e defende manter restrições a Bolsonaro na prisão domiciliar

  1. Invasão dos veículos chineses no Brasil

    O crescimento da venda de carros chineses no Brasil em 2026 é expressivo e quebra recordes históricos.

    O Brasil se tornou o maior importador de carros chineses do mundo, superando mercados como a Rússia.

    As importações e emplacamentos de veículos vindos da China praticamente dobraram em comparação ao ano anterior.

    O Brasil registrou mais de 140 mil emplacamentos de veículos vindos da China apenas no primeiro semestre.

    As marcas chinesas saltaram de apenas 1% de participação em 2020 para uma fatia de 14% do mercado nacional.

    Cerca de 87% dos veículos importados da China para o Brasil são modelos híbridos ou 100% elétricos.

    Marcas como BYD e GWM conseguem oferecer alta tecnologia por valores menores devido à forte integração de suas cadeias produtivas (fabricação própria de baterias, por exemplo).

    Com o mercado interno chinês mais frio, as montadoras locais direcionaram seus estoques massivamente para a exportação, escolhendo o Brasil como alvo prioritário.

    Para evitar impostos de importação futuros, gigantes chinesas já investem bilhões para produzir veículos diretamente em solo brasileiro, a exemplo das fábricas da BYD na Bahia e GWM em São Paulo.

    A chegada em massa dessas marcas causou um forte efeito dominó nos preços.

    Montadoras tradicionais responderam com cortes de preços e bônus agressivos para não perder clientes.

    Além disso, o alto volume de carros novos tecnológicos pressionou os valores de revenda, acelerando a desvalorização de veículos seminovos e usados a combustão no país.

    O “atracamento” de Brasil e China pode ter chegado a um ponto de não retorno.

  2. Carro chinês não tem galantia. 🤣

    Não tem peças de reposição. No YouTube tá cheio de compradores insatisfeitos. Fato!

    Só daqui a cinco anos, pode ser que valha a pena comprar isso, por enquanto, é furada.

    José Luis

  3. Nas eleições, Trump deseja que o Brasil volte a ser quintal dos EUA

    O Brasil é grande demais para virar marisco na briga entre os EUA, uma superpotência marítima, e a China, a grande potência continental emergente, que ameaça a hegemonia norte-americana e amplia sua influência na América Latina.

    Entretanto, o governo Lula pode não passar ileso pela guerra comercial, tecnológica e geopolítica entre as duas maiores economias do planeta.

    A China (…) dispõe de armas nucleares, controla cadeias industriais estratégicas e possui um gigantesco mercado interno, além de riquezas minerais estratégicas, como as terras raras.

    Além disso, tornou-se a principal parceira comercial de grande parte da América do Sul, inclusive do Brasil.

    (…)

    É nesse contexto que ocorrem as eleições no Brasil. Nossa aproximação com a China, a participação no Brics, a defesa do multilateralismo e a autonomia da política externa contrariam Washington.

    A nova Doutrina Monroe já não se dirige às antigas potências coloniais europeias, mas à presença econômica chinesa. Trump deseja que os países latino-americanos aceitem a liderança dos EUA ou serão tratados como plataformas de expansão de Pequim.

    A crescente interferência norte-americana nas eleições brasileiras nasce dessa lógica. Não se trata apenas de afinidade ideológica de Trump e do secretário de Estado Marco Rubio com a família Bolsonaro e a direita brasileira.

    Existe uma disputa concreta sobre a futura orientação do Brasil. Um governo alinhado a Washington poderia rever acordos tecnológicos, limitar investimentos chineses, enfraquecer o Brics e apoiar a estratégia dos Estados Unidos na região.

    Já um governo comprometido com a autonomia diplomática, mesmo mantendo boas relações com os norte-americanos, preservaria espaço para negociar simultaneamente com Pequim e União Europeia.

    Para isso, Trump impõe tarifas, sanciona autoridades, critica o Supremo Tribunal Federal (STF) e já não esconde o apoio da Casa Branca à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).

    Às favas as normas diplomáticas. O presidente Lula é considerado um estorvo pelos estrategistas da Casa Branca. Quando Washington relaciona medidas comerciais a decisões da Justiça brasileira ou ao andamento da campanha presidencial, transforma as tarifas em armas eleitorais.

    Como a balança comercial com os EUA representa apenas 2% do nosso Produto Interno Bruto (PIB), essa interferência pode ir além das tarifas, por meio de manipulação do ambiente digital, pressões sobre empresas de tecnologia e campanhas de desinformação.

    A maior ameaça é a nova tentativa de desacreditar o sistema eleitoral, que constrói a perigosa narrativa segundo a qual o resultado das urnas eletrônicas somente será legítimo se reconhecido por Trump.

    Fonte: Correio Braziliense, Nas Entrelinhas, 13/08/2026 – 07:22 Por Luiz Carlos Azedo

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