Sob pressão, Nunes Marques pode desistir de investigar pesquisas que errarem demais

8 thoughts on “Sob pressão, Nunes Marques pode desistir de investigar pesquisas que errarem demais

  1. Desesperança

    A primeira eleição que não traz traços de esperança

    Teremos a primeira eleição desde a redemocratização que não traz nenhum traço de esperança ao eleitor.

    O desânimo com a eleição presidencial deve-se a que ela é a primeira desde a redemocratização que não traz nenhum traço de esperança ao eleitor.

    Hoje, não há auspícios a serem esperados.

    Fonte: O Globo, Análise, Opinião, 30/08/2026 04h30 Por Merval Pereira

  2. Brasil endividado

    Governo, empresas e famílias batem recorde de dívidas

    Nas últimas semanas, diversos indicadores vêm mostrando recordes no endividamento e na inadimplência; especialistas citam juros, incerteza fiscal e ‘círculo vicioso’ para empresas e famílias.

    Fonte: O Globo, Economia, 30/08/2026 | 05h30 Por Alvaro Gribel

  3. Professores lidam com socos e canivetes em salas de aula

    A maioria dos professores brasileiros já sofreu violência física ou verbal no ambiente escolar

    ‘Nós cuidamos de quase o Brasil inteiro, mas quem cuida de nós?’, pergunta uma das agredidas

    Se quisermos fazer uma ideia do que espera o Brasil no futuro, basta perguntar aos professores do ensino público e particular.

    Ninguém como eles tem tantas informações de primeira mão – não raro na forma de uma arma portada por aquela mão ou de um punho assestado contra o seu rosto.

    Fonte: Folha de S. Paulo, Violência, Opinião, 30.ago.2026 às 8h00 Por Ruy Castro

  4. O domínio territorial do Comando Vermelho (CV)

    Facção venceu rivais espalhando o medo nos estados

    Espalhar tentáculos por vastos territórios e impor uma cartilha própria, em escancarada afronta às autoridades e à lei, sempre foi um dos princípios fundamentais do Comando Vermelho (CV).

    Gestada dentro do presídio da Ilha Grande, no litoral fluminense, no final dos anos 1970, a facção aos poucos variou o leque de atividades para muito além do tráfico de drogas e extrapola as fronteiras dos morros cariocas, seu laboratório de origem, em velocidade espantosa.

    A tática é subjugar a população das áreas sob seu domínio, à base do medo, enfrentando a polícia e, não raro, em conivência com o poder público.

    Assim, a quadrilha que mais cresce no país já mantém células em 24 estados, sempre de olho no fluxo de caixa e em pontos que sirvam para o escoamento de entorpecentes.

    Foi essa conjunção que levou o grupo a fincar profundas raízes no Ceará, onde já se esparramou por praticamente todo o estado — fenômeno jamais observado nessa proporção em outro canto, nem mesmo no Rio de Janeiro (sic).

    Fonte: Revista Veja, Brasil, 30 ago 2026, 08h00 Por Duda Monteiro de Barros, de Fortaleza

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