Elite de superdoadores ocupa o espaço deixado pelas empresas nas eleições

4 thoughts on “Elite de superdoadores ocupa o espaço deixado pelas empresas nas eleições”

  1. Eu era contra essas “doações” empresariais, mas mudei de ideia. Hoje o pagamento aos partidos sai diretamente dos cofres públicos, tornando legal algo que era ilegal. Sem falar nada emendas dos parlamentares, uma forma de fazer propaganda (e também de potencial corrupção) e governar, sem a responsabilidade devida, tornando a reeleição quase garantida.
    Portanto, as “doações” empresariais foram substituídas por algo bem pior. Precisariam ser regulamentadas e fiscalizadas. Tornadas ilegais, foram usados artifícios legais, ao mesmo tempo, imorais, para aumentar a arrecadação dos políticos.

  2. Acho um absurdo o pagador de impostos (ou seja: nós todos) financiar partidos políticos e eleições. Todos sabemos onde vai parar a maioria dessa dinheirama, que deveria ser muito melhor aplicada (em saúde pública, por exemplo): no bolso dos parlamentares inescrupulosos, que cada dia enriquecem mais, ao contrário da população, que cada dia empobrece mais.

  3. Com salário de R$ 107 mil, diretor de subsidiária da Petrobras doa a Lula

    Com doação de R$ 40 mil, diretor da Transpetro, subsidiária da Petrobrás, se tornou o maior doador pessoa física da campanha de Lula

    O presidente Lula recebeu uma doação de R$ 40 mil para sua campanha à reeleição de um dos atuais diretores da Transpetro, subsidiária da Petrobrás que atua no transporte e armazenamento de combustíveis.

    A doação foi feita por Jones Alexandre Barros Soares. Ele é diretor de Transporte Marítimo, Dutos e Terminais da Transpetro desde abril de 2023. Pelo cargo, recebe salário fixo de R$ 107,7 mil, mais benefícios.

    O repasse de Jones para a campanha à reeleição de Lula foi feito na quarta-feira (26/8). Com o montante, o diretor da Transpetro figurava como o maior doador pessoa física do petista até a sexta-feira (28/8).

    Fonte: Metrópoles, Políitica, Opinião, 29/08/2026 11:05 Por Igor Gadelha

    Rachadinha à la Lula?

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