Tribunal enfrenta o desafio dos deepfakes
Dimitrius Dantas
O Globo
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgará nesta terça-feira a ação que questiona a utilização de inteligência artificial para reproduzir a imagem e a voz do ex-presidente Jair Bolsonaro. O vídeo, que foi transmitido na convenção que oficializou Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência pelo PL, levou a uma discussão sobre a utilização do chamado “deepfake” nas eleições.
Na semana passada, o presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, reuniu os integrantes da Corte a portas fechadas para tentar construir um entendimento sobre o tema antes de levar os casos concretos ao plenário. O encontro terminou sem consenso. A regra imposta pelo Tribunal proíbe o uso, seja para favorecer ou prejudicar candidaturas, de conteúdo sintético em áudio ou vídeo ou manipulado digitalmente para substituir ou alterar imagem ou voz.
PRODUZIDA POR IA – A ação foi apresentada pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV. O vídeo mostra Jair Bolsonaro declarando apoio à candidatura do filho. A imagem, entretanto, foi produzida artificialmente com ferramentas de inteligência artificial, já que o ex-presidente está em prisão domiciliar. O conteúdo informa no início que a imagem e a voz do ex-presidente foram produzidas por IA.
Ministros do TSE indicam que o julgamento deve fixar a interpretação da Corte sobre os conteúdos feitos por IA. Os advogados da campanha de Flávio argumentam que o vídeo não deve ser enquadrado como ilegal porque não tinha o objetivo de enganar o eleitor e deixava explícito que se tratava de simulação. Na última semana, o ministro André Mendonça, em outra ação, propôs o estabelecimento de critérios para a caracterização desse tipo de conteúdo.
Em julgamentos recentes, a ministra Estela Aranha defendeu uma interpretação mais rígida das regras sobre deepfakes e conseguiu formar maioria em torno dessa posição, antes de os casos serem interrompidos por pedido de vista de Nunes Marques.
O novo presidente vai ser eleito pela justiça.
Não precisamos mais de urnas.
Os anões de bulevar ajuízam tudo contra Flavio como fizeram com o pai dele.
A Escola de Samba enaltecendo o ladrão, pode.
Esse País está refém de um judiciário caro e ineficiente. Precisamos de um novo 7 de setembro para ficarmos livre desse atraso que nos mantém atolados. Preocupam tanto com IA, o pior é ser governado por um cara sem qualquer sinal de inteligência
Afinal, é uma entidade, tipo corpo estranho, sem vinculação física, ora pois e pááá!
Não importa quem ganha
Não importa quem perde
Todos vamos perder
Dilma Roussef (10 anos)
Profetizando a década Vorcaro, continuidade da má digestão.
Logo o TSE vai verificar se elefante faz cocô de ouro? Quem pensa, sabe.