Piada de Flávio Dino motivou o riso dos ministros
Bela Megale
O Globo
A fotografia em que Alexandre de Moraes e outros ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aparecem rindo em meio a uma das maiores crises que a corte vive gerou uma série de críticas ao tribunal. O registro foi feito pelo fotógrafo Brenno Carvalho, do jornal O Globo, ao fim da sessão desta quarta-feira (2).
Ministros relataram que o clima descontraído da foto não representa o ambiente que permeou toda a sessão plenária. Aquele foi o primeiro momento em que os membros da corte se reuniram após a revelação das mensagens trocadas entre Moraes e Daniel Vorcaro.
RETIRADA DO SIGILO – O material se tornou público após o relator do caso sobre as fraudes do Banco Master, André Mendonça, retirar o sigilo do relatório policial. Também foi Mendonça quem determinou que a Polícia Federal identificasse o interlocutor da conversa com Vorcaro, que acabou sendo o ministro Alexandre de Moraes.
Segundo magistrados do Supremo, o motivo do riso foi uma piada feita pelo ministro Flávio Dino sobre o tema tributário analisado na sessão. O julgamento tratava do PIS e Cofins nas reservas técnicas de seguradoras.
MOMENTO DE DESCONTRAÇÃO – Ministros relataram que todos estavam presentes na roda, menos André Mendonça. Eles afirmam que aquele foi o único momento de descontração, ocorrido após o fim da sessão.
Segundo presentes, Dino tentou distensionar o clima de apreensão que permeou o dia, já que ninguém sabia quais seriam as reações da crise entre Mendonça e Moraes no plenário do tribunal. Havia, inclusive, o receio de que uma briga ocorresse entre os ministros. O silêncio sobre o maior desgaste que o STF vive foi a tática adotada ao longo da sessão para lidar com o problema, pelo menos em um primeiro momento.
Brasileiros no Japão trabalham 12h/dia, mas dizem que segurança e qualidade de vida compensam
Viagens todos os fins de semana e tranquilidade para andar nas ruas são citadas como fatores que atraem; pagamento por hora trabalhada dificulta previsão financeira
https://www.terra.com.br/noticias/educacao/carreira/brasileiros-no-japao-trabalham-12hdia-mas-dizem-que-seguranca-e-qualidade-de-vida-compensam,df5932e9d5438629292ed44d600c2900lvpsdx3w.html?utm_source=clipboard
Sabe do que eles estão rindo?
DA NOSSA CARA!
https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/09/03/moraes-encaminha-a-fachin-pedido-de-investigacao-contra-mendonca.ghtml
Sr. Newton
Ontem conversando com um jovem sobre o assunto do Xá da Pérsia. saiu com essa frase..
“Eles estao tirando nós de b**ta.””
Tive que concordar
aquele abraço
A foto diz tudo, dando gargalhadas de todos nós, , depois de um deles ser pego com a boca nos 129 milhões , estão se lixando para o preto, branco pobre e favelado….
Repare na foto de costas está o Seguidor do Grupo Narco-Terrorista MST……..
Flávio começa a ultrapassar Lula
Lula tem 42% e Flávio 41%, na Quaest
Lula tem 46% e Flávio 44%, no Datafolha
No PT, a “vaca já foi pro brejo”.
“Para que fique registrado historicamente, ainda gostaria de ver o Congresso dos EUA reconhecer que uma injustiça foi cometida contra 30 cidadãos americanos no Caso de Sedição. Nenhum de nós jamais recebeu um centavo de indenização pelos maus-tratos e despesas sofridos, muito menos um reconhecimento oficial de que nosso governo cometeu um erro grave. Apenas comissões do Congresso fizeram tais admissões. Sim, gostaria de ver nosso Congresso se redimir perante a história, apagando ao menos parcialmente o que o Washington Post chamou de “uma mancha negra na justiça americana” e o que os tribunais federais declararam “uma farsa contra a justiça”. Creio que Deus um dia fará isso acontecer.”
“O Grande Julgamento por Sedição de 1944: Uma Memória Pessoal.”
David Baxter
Tenho a honra de discutir um evento histórico no qual desempenhei um papel pessoal: o notório Julgamento por Sedição de 1944. Como cristão, há muito perdoei aqueles que foram responsáveis por instigar essa perseguição a cidadãos americanos e não guardo rancor de ninguém. Parte do que tenho a relatar é mera lembrança pessoal, enquanto outra parte é fato indiscutível. Os historiadores devem fazer essas distinções. Escrevo aqui como testemunha da história.”
https://ihr.org/journal/v06p-23_baxter-html
“O exemplo mais notório e sinistro de perversão da lei ocorreu há mais de vinte anos, e ainda não provocou o alarme e a indignação que tais ultrajes necessariamente despertam em nações viáveis. A farsa obscena e trágica chamada ” Julgamento por Sedição ” começou em 1942 e só terminou em 1947. Foi um ato de terrorismo ao estilo soviético, perpetrado para intimidar os americanos. Trinta homens e mulheres de todo o país, a maioria dos quais nunca tinha ouvido falar uns dos outros e que tinham em comum apenas a crítica contundente à Conspiração Comunista, foram levados a Washington algemados e acorrentados, aprisionados em celas escuras para que não pudessem ler, e submetidos ao julgamento por “conspiração” mais fantástico já realizado fora da União Soviética. O julgamento em si, baseado em pretextos tão transparentes que não poderiam ter sido concebidos para enganar qualquer pessoa inteligente, foi orquestrado em 1944 pelo infame E.E. Eicher, um protegido de Félix Frankfurter e Juiz-Chefe do Tribunal Distrital do Distrito de Columbia, em conluio aberto com um incrível Procurador-Adjunto, Oetje J. Rogge, outro protegido de Frankfurter e admirador de longa data dos bolcheviques, cuja participação na perseguição lhe rendeu a distinção de ser convidado pessoal de Stalin no Kremlin alguns anos depois. O juiz desrespeitoso, Eicher, violou repetida e flagrantemente a Constituição dos Estados Unidos, inúmeras leis e os princípios elementares de equidade e justiça nos quais todas as leis se baseiam. Mas a criatura perversa que presidiu ilegalmente um tribunal federal não conseguiu cumprir a função para a qual fora nomeado. Ele morreu enquanto os artigos de impeachment por improbidade administrativa estavam sendo preparados e antes que pudesse ser levado a julgamento no Senado. Sua morte repentina, supostamente por causas naturais, evitou uma investigação e exposição que nossos inimigos em Washington estavam desesperadamente ansiosos para impedir. O caso absurdo — ridículo, não fosse o sofrimento e a perda irreparável infligida aos infelizes réus e até mesmo a seus advogados — finalmente chegou a um juiz honesto em 1946 e foi arquivado como uma “farsa da justiça”. Mas os elementos criminosos no que é chamado de nosso “Departamento de Justiça”, em um esforço para afligir suas vítimas em potencial o máximo possível, persistiram até que o caso fosse finalmente encerrado por ordem do Tribunal de Apelações no último dia de julho de 1947.[1]”
https://www.revilo-oliver.com/news/2015/02/oliver-on-homosexuality/
Alexandre de Moraes ri de todos nós, os bobos da Corte
A imagem que sintetiza o grau de degradação moral do STF: Moraes gargalhando no cafezinho do tribunal
O fotógrafo Brenno Carvalho fez a imagem que sintetiza o grau de degradação moral do STF.
Na saída da sessão de ontem, ele flagrou Alexandre de Moraes gargalhando em um grupo do qual faziam parte Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Edson Fachin.
Talvez a piada fosse mesmo engraçada, mas a questão é outra: como alguém pode fazer piada neste momento no STF?
A gargalhada de Alexandre de Moraes, de um histrionismo que mostra que o valentão tem certeza de que sairá impune, é sintomática de um Supremo que perdeu qualquer traço de compostura e de respeito pelos cidadãos.
A verdadeira piada somos nós, e não há dúvida de que viramos literalmente os bobos da Corte.
Eles desmandam, e nós somos obrigados a obedecer por força da Constituição que os próprios ministros desrespeitam; eles se metem com patifes, e nós não podemos ir além dos resmungos ou somos processados; eles interferem no processo eleitoral, e não temos instrumentos para impedi-los de fazer isso.
O ovo da serpente foi chocado, repita-se, quando o país aceitou que o STF violasse a Constituição a pretexto de defendê-la, como se os limites constitucionais não fossem suficientes para impedir avanços autoritários, aliás indevidamente aumentados para parecer mais ameaçadores do que eram.
Substituiu-se a fantasia autoritária pela realidade autoritária.
Nasceram, assim, Alexandre de Moraes e os seus inquéritos ilegais e infinitos.
Nasceu o “defensor da democracia” que prende, intimida e amordaça, sem quaisquer limites para o exercício da sua truculência natural, porque protegido pelos pares que a ele se associaram na orgia despótica e por uma imprensa cúmplice na sua ingenuidade, pecado jornalístico só não maior do que a venalidade.
Nasceu o amigo de Daniel Vorcaro, fraudador do clube do charuto, do whisky Macallan e das prostitutas de luxo, que presenteou a família Moraes com um contrato de R$ 131 milhões, cartões de crédito com limites estratosféricos, “experiências vip” e proposta de sociedade em jato particular.
Mas nada disso, claro, tem importância para o PGR amigão.
Nasceu o político que, sob a cobertura da toga, articula a sua blindagem com o presidente da República e com os presidentes do Senado e da Câmara para que o país continue sob o seu cabresto.
Somos os bobos da Corte, como não rir de tantos palhaços?
Fonte: Metrópoles, Opinião, 03/09/2026 18:01 Por Mario Sabino
Gilmar, Gilmar, sempre ele. Crime de obstrução de justiça?
URGENTE: Gilmar orienta PF à desobedecer ordens de Mendonça, afirma Estadão
https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/87546/urgente-gilmar-orienta-pf-a-desobedecer-ordens-de-mendonca-afirma-estadao
Moraes pede a Fachin investigação de André Mendonça por crime de responsabilidade
Ministro acusa colega do Supremo de agir ‘por motivos pessoais e políticos’ na condução de tratativas de delações premiadas
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, pediu que o ministro André Mendonça seja investigado por abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade na condução do caso Master e INSS.
(…)
Fonte: Folha de S. Paulo, Política, 3.set.2026 às 20h14 Por Luísa Martins