Bolsonarismo radical pressiona Flávio e mira sua principal assessora econômica

6 thoughts on “Bolsonarismo radical pressiona Flávio e mira sua principal assessora econômica

  1. Presidenciável na mira da PF: Flávio é investigado no STF por 4 crimes

    O levantamento do sigilo de documentos do caso Banco Master no STF revelou o segredo que André Mendonça guardou a sete chaves:

    – Flávio é oficialmente investigado pela PF por corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e evasão de divisas.

    O inquérito, autorizado pelo próprio Mendonça ainda em julho a pedido da PF, apura o financiamento milionário e remessas ilegais ao exterior ligadas ao documentário Dark Horse.

    Pressionado por Fachin e pela reação de ministros que cobravam acesso amplo aos autos após vazamentos seletivos, Mendonça teve de abrir a gaveta.

    A revelação atinge em cheio a campanha de Flávio às vésperas do primeiro turno.

    Candidato à Presidência pendurado em quatro crimes graves e sem nunca ter explicado o dinheiro de Vorcaro, Rachadinha agora terá de fazer campanha explicando como virou caso de polícia no Supremo.

    Fonte: Metrópoles, Opinião, 12/09/2026 09:00 Por Ricardo Noblat

  2. Flávio é um candidato sob suspeita

    Com autorização de Mendonça, Flávio é formalmente investigado pela PF por relação financeira com Vorcaro

    O País acaba de tomar conhecimento de que Flávio, candidato a presidente, é oficialmente investigado pela PF por sua associação com Vorcaro para o suposto financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia do ex-mito.

    A investigação, autorizada pelo ministro do STF André Mendonça, apura se Flávio cometeu os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

    Como se sabe, Flávio pediu de viva voz R$ 134 milhões a Vorcaro, tendo recebido mais de R$ 60 milhões, segundo a PF. O candidato, inclusive, esteve pessoalmente com o banqueiro vigarista no curto interstício em que ele esteve livre, condicionado ao uso de tornozeleira eletrônica, entre uma prisão e outra.

    É gravíssimo o fato de um candidato (…) concorrer à Presidência da República na condição de investigado – e sob tão sérias suspeitas.

    Isso só reforça que Flávio não reúne condições morais nem sequer para disputar cargos eletivos, quanto mais para ser chefe de Estado e de governo.

    Ao que tudo indica, o financiamento do tal filme pode ter sido apenas um meio de obtenção de dinheiro sujo da rede de operações de Vorcaro para bancar uma série de gastos de figuras de proa do bolsonarismo – desde o filme propriamente dito até o sustento da vida de playboy que Dudu Bananinha, irmão de Flávio, leva nos Estados Unidos.

    Um fundo de investimentos no Texas, cujo titular é um advogado amigo de Bananinha, recebeu dinheiro de sócios de Vorcaro para, supostamente, cobrir despesas da produção de Dark Horse, uma transação inusual no setor audiovisual.

    “Caixa dois”

    Ademais, há suspeita, ainda a ser investigada, de que parte dos milhões recebidos por Flávio de Vorcaro possa ter sido usada no financiamento de sua própria campanha eleitoral, o que caracterizaria “caixa dois”.

    Louve-se aqui a iniciativa de Edson Fachin, de pedir a Mendonça, relator do caso Master na Corte, que levantasse o sigilo das investigações, pedido este atendido, ainda que parcialmente.

    O eleitor tem o direito de ir às urnas sabendo exatamente de tudo o que pesa contra quem pretende governá-lo. A decisão de voto diz respeito apenas à sua consciência.

    Diante dessa mixórdia entre interesse público e interesses privados, Flávio não só segue devendo explicações convincentes ao País, como chega a ser cínico ao insistir que tudo não teria passado de uma relação “privada”, envolvendo dinheiro “privado”. É uma dupla mentira:

    – Em primeiro lugar, porque há fundadas suspeitas de que recursos de emendas ao Orçamento da União do deputado federal Mario Frias (PL-SP) tenham sido direcionados para o orçamento de Dark Horse, como revelou a Operação Make Up, deflagrada pela PF há poucos dias.

    – Em segundo lugar, porque o dinheiro de Vorcaro não pode ser tratado naturalmente como recurso privado: trata-se de fruto da maior fraude financeira de que o País já teve notícia.

    O que Flávio trata como dinheiro “privado” é o prejuízo de milhões de correntistas, investidores, servidores públicos e aposentados, o maior rombo já coberto pelo Fundo Garantidor de Créditos.

    Se Flávio considera normal financiar uma hagiografia do pai – e sabe-se lá mais o quê – com recursos de origem tão gritantemente espúria, a fragilidade jurídica da defesa é o menor de seus problemas. Está-se diante, isso sim, de sua própria falência ética.

    Espera-se que um candidato à Presidência saiba distinguir entre o certo e o errado, o público e o privado, o lícito e o ilícito. Alguém que se perde entre essas noções elementares, evidentemente, não está qualificado para governar o Brasil.

    Pode não parecer, mas caráter ainda importa. E ele se revela nas escolhas feitas por um candidato. Flávio fez as suas: chamou Vorcaro de “irmão” no áudio em que lhe pediu R$ 134 milhões e não teve pudor em ignorar a origem do dinheiro.

    Que os eleitores se perguntem que espécie de irmandade é essa – e o que ela diz sobre quem aspira à Presidência da República.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 12/09/2026 | 03h02 Por Editorial

  3. O encontro secreto entre Flávio Bolsonaro e Queiroz, o pivô do escândalo das rachadinhas

    No mês passado, pouco antes do comício que marcou o início oficial de sua campanha, Flávio Bolsonaro cruzou rapidamente com Fabrício Queiroz na Av. Atlântica. Celulares registraram o rápido abraço. Queiroz eternizou a cena em suas redes sociais.

    De acordo com interlocutores dele, o pivô do escândalo das rachadinhas, um fantasma insepulto da trajetória política de Flávio, quis dizer, ao seu jeito, “não me abandone”. Foi o segundo encontro dos dois em 2026.

    O primeiro foi secreto e cercado de muitos cuidados. No início do ano, o hoje subsecretário de Ordem Pública de Saquarema (RJ) procurou exaustivamente o antigo chefe, a quem serviu por 11 anos.

    Naquele momento, Flávio era um recém-lançado candidato a presidente. Queiroz queria encontrar-se com ele em Brasília. O senador disse não. O ex-subordinado insistiu.

    No fim do primeiro trimestre, de acordo com relatos de Queiroz, Flávio foi obrigado a topar a conversa.

    Nela, Flávio disse ao seu ex-assessor parlamentar, ex-segurança, ex-motorista e, sobretudo, ex-coordenador das rachadinhas do seu gabinete parlamentar, para se afastar dele na campanha.

    Para o encontro, Flávio exigiu alguns cuidados do seu ex-faz-tudo. Um deles deu trabalho: Queiroz teria que se deslocar de carro do Rio de Janeiro a Brasília. Viajar de avião, nem pensar. O encontro não poderia deixar rastros, com imagens de câmeras de segurança nos aeroportos flagrando embarques e desembarques.

    Queiroz reclamou. Mas assentiu. Pegou a estrada entre o Rio e a capital federal numa viagem de 15 horas. Na conversa, realizada num local discreto em Brasília, Queiroz se acertou com Flávio, mas ouviu dele: “Não me procure mais”.

    Fonte: O Globo, Política, Opinião, 13/09/2026 05h40 Por Lauro Jardim

    Queiroz é um fantasma insepulto na vida de Flávio Rachadinha.

    • Especula-se, à boca pequena, que Queiroz poderá assumir um cargo de alto escalão em um eventual governo de Flávio Rachadinha — ocupando, por exemplo – pasmem-se! – , o posto de Secretário do Tesouro Nacional.

  4. Senhor Panorama , acredito que o juiz relator André Mendonça , perdeu legitimidade ao ” ocultar e proteger ” deliberadamente o envolvimento do senador Flávio Bolsonaro , nessas bandalheiras de ” falcatruas , golpes e roubos ” do dinheiro dos cofres públicos , com o agravante de que roubaram do Brasil e de seu povo , e levaram os produtos de crimes para os EUA , ou seja , o juiz relator André Mendonça também faz parte desses crimes contra o Brasil .

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *