
Gonet defende cúpula da Polícia Federal
Mariana Muniz
O Globo
A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não há elementos concretos que justifiquem o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial da corporação, determinado pelo ministro André Mendonça em meio à crise envolvendo as investigações do Banco Master.
Em parecer encaminhado ao presidente da Corte, Edson Fachin, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, também sustentou que os relatórios de inteligência produzidos pela PF sobre a atuação de Mendonça não apresentam evidências de investigação ilegal contra o magistrado.
SUSPENSÃO DA DECISÃO – O documento, assinado em 9 de outubro, defende que o Supremo mantenha definitivamente a suspensão da decisão de Mendonça, determinada pela Presidência da Corte, e retire o caso da Segunda Turma, onde o julgamento está interrompido por um pedido de vista. Para a PGR, a controvérsia deve ser analisada pelo plenário do tribunal, sob a condução de Fachin.
A manifestação representa um novo capítulo do embate entre Mendonça e a cúpula da Polícia Federal, que se intensificou após a divulgação de relatórios internos da corporação sobre reuniões de investigadores com o ministro e decisões tomadas por ele em procedimentos sob sua relatoria.
Ao analisar o conteúdo dos documentos, Gonet afirma que não foram identificados elementos que indiquem vigilância pessoal, monitoramento de deslocamentos ou acesso clandestino a informações privadas do magistrado. “Não se encontra no apanhado dos relatórios evidência de vigilância pessoal, nem de acompanhamento de deslocamentos, interceptação de comunicações, acesso clandestino a dados privados ou qualquer técnica voltada a perscrutar fatos da vida do relator”, afirma o parecer.
REGISTROS – Segundo a PGR, os documentos se limitam a registrar episódios relacionados ao trabalho da Polícia Federal, avaliar consequências operacionais de decisões judiciais e apontar dificuldades enfrentadas pelos investigadores. “As conjecturas lançadas, contudo, não se confundem com investigação”, sustenta Gonet.
O procurador-geral também contesta a responsabilização de Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência Policial pela elaboração dos relatórios. Segundo o parecer, não há elementos que demonstrem que os dois dirigentes tenham determinado, autorizado ou participado da produção do material.
A PGR destaca ainda que os documentos foram encaminhados ao Supremo em cumprimento a uma determinação judicial do ministro Alexandre de Moraes, então relator do Inquérito das Fake News. “Dos autos, em síntese, não emerge ato concreto do Diretor-Geral ou do Diretor de Inteligência Policial que justifique o afastamento de qualquer deles dos cargos que ocupam”, afirma o documento.
FUNDAMENTOS JURÍDICOS – Além de afastar a existência de elementos concretos contra os dirigentes da PF, Gonet questiona os fundamentos jurídicos utilizados por Mendonça para determinar o afastamento. O procurador-geral argumenta que a medida foi provocada pelo Partido Novo, que não integra a investigação criminal e, por isso, não teria legitimidade para requerer providências cautelares dessa natureza.
O partido havia solicitado inicialmente o afastamento de Andrei Rodrigues e, posteriormente, sua prisão cautelar. Segundo a PGR, a legislação reserva à autoridade policial e ao Ministério Público a iniciativa de medidas dessa natureza durante investigações criminais.
O parecer também ressalta que o afastamento de um servidor público exige demonstração individualizada de risco concreto à investigação, o que, na avaliação de Gonet, não ocorreu. Outro argumento é que a nomeação e a manutenção do diretor-geral da Polícia Federal são atribuições do presidente da República. Para a PGR, a supervisão judicial de investigações não confere aos magistrados poder para interferir na estrutura de comando da corporação, salvo em situações excepcionais.
Trackings encomendados por bancos mostram distância menor entre Lula e Flávio
Pelo menos dois trackings encomendados por dois grandes bancos mostraram um pequeno avanço de Lula sobre Flávio Rachadinha da semana passada para cá.
A distância, pró-Flávio, que era de quatro pontos percentuais nos votos válidos, encurtou um pouco.
Talvez essa evolução tenha sido decisiva para Rachadinha cagão desistir de desistir de participar do debate da Band no domingo.
O Globo, Opinião, 14/10/2026 13h04 Por Lauro Jardim
Parece que – se eleito – o trabalho de desratização será enorme.
É muito ladrão e puxa-sacos por metro quadrado.
O jornalismo brasileiro acabou. Não sobrou nada. Jornalismo deveria significar isenção e o que vemos é que todos estão alinhados. Não importa o lado, a isenção deixou de existir. Nem a Tribuna se salva.
Ator de 85 anos que dubla Seu Sirigueijo e Peter Griffin decide ir morar no Retiro dos Artistas
Luiz Carlos de Moraes emprestou a voz para dezenas de personagens populares e atuou em novelas de sucesso
https://www.terra.com.br/diversao/tv/ator-de-85-anos-que-dubla-seu-sirigueijo-e-peter-griffin-decide-ir-morar-no-retiro-dos-artistas,d01a0c072f348a3dc5edd8cacab1ca97i4647d4u.html?utm_source=clipboard
Sr. Newton
A Academia da Fumaça e Pó vai pirar de vez…
Sob Lula, dividendos de bancos são 24% maiores do que sob Bolsonaro
Banco do Brasil, Bradesco, BTG, Itaú e Santander juntos pagaram R$ 195,7 bilhões a acionistas desde 2023…
https://www.poder360.com.br/poder-economia/sob-lula-dividendos-de-bancos-sao-24-maiores-do-que-sob-bolsonaro/
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Recorde de lucros deixa banqueiros satisfeitos com a política de Lula
Bancos brasileiros lucraram 45,8 bilhões de dólares, mais que a soma dos ganhos das instituições de 15 países latinos
https://veja.abril.com.br/coluna/jose-casado/recorde-de-lucros-deixa-banqueiros-satisfeitos-com-a-politica-de-lula/
Aloysio Nunes informa que bancos lucraram 550% a mais no governo Lula do que na gestão de FHC
“Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva propagandeou que havia sido o pai dos pobres, os números evidenciam que, na verdade, ele foi a mãe dos ricos”. Para chegar a essa conclusão, o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) se baseou em estudo publicado pela consultoria Economática, a respeito do lucro das maiores corporações do Brasil. Corrigida a inflação, os nove bancos analisados na pesquisa obtiveram lucro 550% maior no governo Lula do que na gestão Fernando Henrique Cardoso.
Citando números divulgados pela Economática, Aloysio Nunes informou que, entre 2003 e 2010, o lucro líquido dos nove bancos chegou a R$ 199,4 bilhões, valor corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No governo Fernando Henrique, entre 1995 e 2002, essas mesmas nove instituições bancárias – que incluem o Banco do Brasil, o Itaú e o Bradesco, lucraram R$ 30,7 bilhões, também em valores corrigidos pela inflação.
Aloysio Nunes fez a comparação depois de referir-se a entrevista do ministro da Fazenda, Guido Mantega, publicada pelo jornal Folha de São Paulo nesse final de semana. O ministro disse que o governo Lula conseguiu beneficiar a população como um todo, apesar de ter priorizado os pobres em detrimento dos banqueiros. O senador por São Paulo utilizou o levantamento da Economática para contestar tal afirmação.
– Nunca antes na história desse país um governo que se dizia de esquerda e dos trabalhadores deu tanto lucro aos bancos. Nunca imaginei que o PT fosse um partido revolucionário ou que o seu principal líder, o Lula, quisesse acabar com o capitalismo. Ele era e é um sindicalista reformista. Um líder político moderadamente reformista. Nunca me enganei ou me iludi quando a isso. Tenho pena é da jovem militante do PT que dormiu sonhando com Che Guevara e acordou nos braços de Delúbio Soares – afirmou Aloysio Nunes.
Em aparte, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) rebateu dizendo que os bancos lucraram mais durante o governo Lula porque houve, no período, uma lucratividade maior no país. Ela declarou que a Petrobras, somente em 2010, teve um lucro de 35,1 bilhões. Em todo o período FHC a empresa lucrou R$ 74 bilhões, comparou a senadora pelo Paraná.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2011/02/28/aloysio-nunes-informa-que-bancos-lucraram-550-a-mais-no-governo-lula-do-que-na-gestao-de-fhc
O próprio “cumpanhero” de cartilha soça-comuna-soviética deu uma paulada na cabeça do NarcoLadrão