Reprodução de Objetos Inanimados
Carlos Newton
No próximo dia 13 de dezembro, aniversário sinistro do AI-5, vou completar 60 anos de atuação no jornalismo de política, com passagens pelo O Globo, Diário de Notícias, Manchete, Correio Braziliense, Fatos & Fotos, Pasquim, Revista Nacional, Diário de Minas, Tribuna da Imprensa, Última Hora, Rádio Nacional, TVE, IstoÉ, TV Manchete etc. e tal.
Com base nessa abrangente experiência, podemos garantir que jamais houve uma eleição tão ridícula como a que se encerra neste domingo, que foi marcada pela extremada polarização entre os dois mitos da política atual – Lula da Silva e Jair Bolsonaro.
ESTRATÉGIA – Os militantes de cada facção se dedicaram exclusivamente a criar narrativas e manipular situações que pudessem denegrir Lula, Bolsonaro, respectivas famílias e apoiadores. A estratégia de semear ódio e pânico nada tem de novidade, faz parte da velha prática eleitoral, mas faz tempo que não era aplicada com tamanha intensidade.
Desta vez, os marqueteiros largaram de mão os projetos e programas de governo e usaram as novas tecnologias e as redes sociais para espalhar um número enorme de fake news e narrativas manipuladas, que entravam e saiam das big techs, das redes sociais e dos portais da grande imprensa, com a mesma sem-cerimônia.
Nesse final de campanha, foi impressionante o que rolou de informação distorcida, vagabunda e sem importância, que as pessoas trocavam incessantemente pelo celular e acabam sendo divulgadas pela imprensa.
CANSAÇO DO PT – Trata-se, é claro, de uma distorção doentia, que denota um comportamento social abusivo e sem precedentes, que chega muito próximo de uma situação verdadeiramente patológica, porque parece que não vai ceder e a tendência é até de se agravar.
Há quem pense que seria um bom sinal, porque o maior interesse pela política demonstraria uma evolução social aqui no Brasil, mas não parece ser exatamente isso que está ocorrendo, porque podemos estar seguindo para a mesma radicalização que hoje ocorre na Europa.
O fato concreto é que nunca ocorreu nada igual aqui do lado debaixo do Equador. A meu ver, temos de estar atentos e tentar diminuir ao máximo essa tensão, lembrando que a principal característica de democracia é a exigência de que não haja perseguição a adversários políticos, para que possa ocorrer normalmente a salutar alternância no poder.
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P.S.– Repare que a realidade com a qual nos deparamos aqui no Brasil e em muitos outros países é no sentido de que cada facção busque destruir os adversários políticos, o que significa exatamente a negação da democracia. Amanhã, voltaremos ao assunto. (C.N.)
A eleição só é perigosa para os pelegos petistas que vivem do dinheiro público sem nada fazer. Vai ser um perigo para os jornalistas Secom pois, muitos, vão ter que arranjar um emprego no Uber para sobreviver. Realmente, vão ser anos difíceis para quem passou mais de vinte anos mentindo. O Lula acaba neste domingo e o PT desmancha como uma lesma no meio do sal.
Licença…
1) Bu-Deus abençoe o Brasil com muita calma nesse dia…
2) Estamos em Estado de Orações e Meditações
3) Respeitemos os diferentes…
Amém !!
Que essa eleição 2º turno , transcorrra sob a benção e graça de nosso bom Deus , que ilumine os eleitores em suas escolhas , para o bem do Brasil e do seu povo .
Não era para ser cansada e perigosa se tivéssemos uma justiça que fosse séria e não protegesse corruPTo
Não era para ser ridícula e perigosa, se tivéssemos uma justiça séria que acabasse com os corruPTos
Adendos, em:
https://www.facebook.com/share/v/1Gisvppeku/
Parte 1
https://youtu.be/VmEZkOlfMbo?is=oRz9ki3xKmhuktFp
Parte 2
https://youtu.be/i7ryUFn3hK0?is=gd-jL4kbT4DEZvzK
Quem engoliu isso?
Nesta eleição a maioria que exercerá o direito de escolher, mesmo aqueles que se abstiverem, votarem em branco ou nulo, decidirá se queremos um Brasil que está progredindo,esmo que haja correções a fazer, ou um país que estagnará ou retrocederá, submisso a interesses de outra nação, com aquela velha ladainha de é preciso sacrifícios dia de sempre.
..de que é preciso sacrifícios dos de sempre.
Contudo, a responsabilidade pela eleição de um candidato, seja ele quem for, continua sendo não apenas dele próprio ou do partido, mas sobretudo dos eleitores que o elegeram.
Cumpre lembrar para não esquecer, redundante e pleonasticamente.