Magistrados militares recebem acima do teto embora julguem poucos processos

6 thoughts on “Magistrados militares recebem acima do teto embora julguem poucos processos

  1. se no capitalismo temos as mais valias absoluta e a relativa, na economia estatal temos a mais valia absolutíssima. em que restritas oligarquias patrimonialistas, via privatização do Estado e , logo, a posse da chave do cofre, apropriam-se do excedente via extorsão da Sociedade, através da imposição de impostos extorsivos.

    Não têm a propriedade dos meios nem das técnicas de produção, nem qualquer compromisso com a meritocracia, produtividade etc.

    Verdadeiros estorvos.Vejam bem
    .
    ⚖️ O paradoxo do Judiciário brasileiro
    O Brasil possui um dos Judiciários mais caros do mundo — consumindo cerca de 1,2% a 1,4% do PIB, enquanto a média internacional gira em torno de 0,3%.
    📌 Nos rankings internacionais:
    ➡️ Brasil: cerca do 78º lugar em Estado de Direito
    ➡️ Justiça criminal: perto do 113º lugar
    ➡️ Celeridade processual: entre os piores desempenhos
    ➡️ Custo: entre os mais altos do planeta
    Ao mesmo tempo:
    ✔️ juízes brasileiros julgam milhões de processos;
    ✔️ a produtividade é alta;
    ❌ mas a eficiência continua baixa;
    ❌ os processos seguem lentos;
    ❌ e quase 90% do orçamento vai para salários e benefícios.
    💰 Resultado:
    O país mantém uma máquina judicial gigantesca, cara e lenta — um sistema que produz muito, mas custa demais para o resultado entregue.
    📚 Fontes:
    CNJ, World Justice Project e Justiça em Números.

    ChatGpt

  2. A destruição de nossa Democracia e da República operado pro Lula e seu Aparato de inúteis, exigirá uma nova Constituição.

    Chegou0se a um nível insuportável de metástase da degradação quando se pode tornar a corte suprema um locus de premiação de amigos do presidente, convertendo-se em seu aparelho censor e repressivo.

    Desta forma só solução pra bagaça vinda de fora.

    Brasileiros com casos concretos de asilo, refúgio, proteção ou extradição recusada
    • Carla Zambelli — Itália
    A Justiça italiana negou a extradição e determinou sua libertação em 2026. (Gazeta do Povo)
    • Oswaldo Eustáquio — Espanha
    A Espanha recusou a extradição solicitada pelo Brasil. (Gazeta do Povo)
    • Allan dos Santos — Estados Unidos
    Permanece nos EUA após pedidos de prisão e extradição não efetivados. (Gazeta do Povo)
    • Rodrigo Constantino — Estados Unidos
    Reside nos EUA após medidas judiciais brasileiras envolvendo bloqueios e investigações. (Gazeta do Povo)
    • Paulo Figueiredo — Estados Unidos
    Permanece nos EUA após decisões judiciais do STF. (Gazeta do Povo)
    • Bruno Aiub — Estados Unidos
    Foi aos EUA buscando asilo político em 2023. (Gazeta do Povo)
    • Ludmila Lins Grilo — Estados Unidos
    A magistrada aposentada vive nos EUA alegando perseguição política. (Gazeta do Povo)
    • Eduardo Bolsonaro — Estados Unidos
    Passou a residir nos EUA alegando risco de perseguição judicial. (Gazeta do Povo)
    • Alexandre Ramagem — Estados Unidos
    Após prisão migratória nos EUA, pediu asilo político. (Wikipédia)
    • Eduardo Tagliaferro — Itália
    Mudou-se para a Itália e responde processo de extradição no exterior. (Gazeta do Povo)
    • Réus do 8 de janeiro — Argentina
    Diversos brasileiros solicitaram refúgio e asilo político no país. (Gazeta do Povo)
    • Réus do 8 de janeiro — Polônia
    Há relatos de recebimento formal de asilo para alguns brasileiros ligados aos atos de 8 de janeiro. (Gazeta do Povo)

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