
Governo brasileiro foi surpreendido por decisão
Victoria Azevedo
O Globo
Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) descartam, neste momento, uma conversa direta entre o petista e o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, após a decisão do país americano em classificar PCC e CV como organizações terroristas.
Um ministro argumenta que Lula e Trump estiveram juntos há um mês, e que o governo brasileiro foi pego de surpresa pela decisão. Numa avaliação inicial, não justificaria, por ora, que o presidente buscasse o homólogo americano para conversar.
CAUTELA – De acordo com aliados de Lula, é preciso cautela nos próximos passos, para evitar que o conflito escale e resulte em novas sanções do governo americano, a exemplo das tarifas sobre os produtos brasileiros. A situação será avaliada de perto e um contato mais adiante entre as duas autoridades pode ser considerado, dizem aliados.
O presidente solicitou, na semana passada, levantamentos a ministros de pastas estratégicas para subsidiar as próximas ações, entre eles Dario Durigan (Fazenda) e Wellington César Lima e Silva (Ministério da Justiça e Segurança Pública).
ESCLARECIMENTOS – Um interlocutor do chefe do Executivo diz que as negociações devem ser conduzidas, principalmente, pelo Itamaraty. Durigan afirmou nesta segunda-feira que deve entrar em contato com autoridades dos EUA ainda nesta semana para esclarecer essa decisão.
— Nós não vamos deixar de fazer esforços, essa semana eu devo entrar em contato com as autoridades dos Estados Unidos para esclarecer o que está acontecendo. O presidente Lula foi o primeiro a dizer que precisamos aumentar o combate deste tipo de organização criminosa, agora a gente vai colocar isso em risco agora? A troco de quê? — afirmou o ministro da Fazenda em entrevista à rádio CBN.
A decisão do governo americano foi anunciada na semana passada, dias após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), principal adversário de Lula nas eleições, ter se reunido com Trump.
IMPACTOS – O governo brasileiro teme os impactos dessa decisão para a economia brasileira, sobretudo no setor do agronegócio, e na própria soberania brasileira. Neste contexto, também entra a preocupação com o Pix, já que a ferramenta tem sido alvo de questionamentos por americanos.
O receio é relacionado a uma possível alegação por parte de autoridades americanas de que esse tipo de transação facilita a circulação de dinheiro do crime organizado, o que poderia servir de argumento para eventuais sanções a bancos e demais instituições financeiras por onde transitam recursos via Pix.
Tarifa de 25%: Trump deu o Pix de bandeja para Lula deitar e rolar
O presidente americano está mesmo mais para cabo eleitoral de Lula do que para amigo dos Bolsonaro.
Os States anunciaram que vão impor tarifa de 25% sobre produtos importados do Brasil.
A medida tem potencial de prejudicar a candidatura de Flávio, uma vez que o peso negativo recairá sobre os ombros dele e da sua família.
No jogo da política, o conteúdo não faz muita diferença, é o embrulho que determina a percepção geral.
Com o anúncio da nova tarifa de 25%, o governo Trump deu a defesa do Pix de bandeja para Lula e os seus deitarem e rolarem.
Para o eleitorado, é o ponto mais inteligível e sensível do pacote americano graças ao qual Flávio e parentes já estão sendo chamados de “vendilhões da Pátria” pelo chefão petista.
Os petistas haviam tentado colocar o Pix no meio do rolo da designação de CV e PCC como grupos terroristas, espalhando aos quatro ventos que os States poderiam sancionar o Brasil por causa de um meio de pagamento que facilita a lavagem de dinheiro.
Não colou, mas eis que o Escritório do Representante Comercial fez o serviço ao incluir no seu cesto de reclamações a facilidade que revolucionou a vida dos brasileiros.
A partir de agora, Flávio terá de negar continuamente que, se eleito, acabará com o Pix. Não há garantia de convencimento.
O presidente americano está mesmo mais para cabo eleitoral de Lula do que para amigo dos Bolsonaro.
Fonte: Metrópoles, Opinião, 02/06/2026 15:04 Por Mario Sabino
Um jacu de gaiola insignificante dando uma de enfrentar o império por pura idiotice e palhaçada eleitoral pra agradar os jumentos que ficam relinchando pra ele.
Veja, como deve ser o comportamento de gente séria.
A Seção 301 é um instrumento antigo da legislação comercial dos EUA e já foi aplicada ou utilizada como base para negociações contra vários países.
Casos mais conhecidos
1. China (2018–presente)
O caso mais famoso.
• Os EUA acusaram a China de:
o roubo de propriedade intelectual;
o transferência forçada de tecnologia;
o discriminação contra empresas americanas.
• Foram impostas tarifas sobre centenas de bilhões de dólares em importações chinesas.
• A China respondeu com tarifas contra produtos americanos.
• O conflito ficou conhecido como “guerra comercial EUA-China”.
2. França (2019)
• Investigação sobre o imposto digital francês.
• Os EUA alegaram que a medida atingia principalmente empresas americanas como Google, Amazon, Meta e Apple.
• Houve ameaça de tarifas sobre produtos franceses.
• O conflito foi posteriormente negociado.
3. Índia
• Investigação sobre:
o comércio eletrônico;
o armazenamento local de dados;
o dispositivos médicos;
o tarifas de importação.
• Resultou em pressão diplomática e negociações comerciais.
4. União Europeia
• Investigações relacionadas a impostos digitais.
• Houve ameaças de tarifas sobre vinhos, queijos e outros produtos europeus.
• Muitos casos acabaram resolvidos por negociação.
5. Japão (décadas de 1980 e 1990)
• Um dos principais alvos da Seção 301 antes da ascensão da China.
• Os EUA alegavam barreiras ao acesso de produtos americanos ao mercado japonês.
• O Japão fez diversas concessões para evitar sanções mais severas.
O que normalmente acontece?
Historicamente, a Seção 301 costuma seguir este roteiro:
1. Investigação.
2. Relatório com conclusões.
3. Negociações diplomáticas.
4. Ameaça de tarifas.
5. Acordo ou imposição parcial de sanções.
Casos que geraram grandes tarifas
Os maiores impactos econômicos ocorreram contra:
1. China — centenas de bilhões de dólares em produtos tarifados.
2. Japão — forte pressão comercial nos anos 1980.
3. União Europeia — tarifas e ameaças de retaliação em setores específicos.
Comparação com o Brasil
O caso brasileiro é incomum porque mistura:
• comércio digital;
• liberdade de expressão e atuação de plataformas;
• sistema de pagamentos (PIX);
• propriedade intelectual;
• questões ambientais.
Nos casos anteriores, a Seção 301 foi usada principalmente para disputas comerciais tradicionais, enquanto a investigação sobre o Brasil envolve também temas regulatórios e institucionais que normalmente não eram o foco central desse mecanismo.
Chat Gpt
Continuando com esta palhaçada vai acontecer o que previra.
https://www.instagram.com/reel/DOEGKQ6jtsb/
Só que acho que o grosso vai entrar antes de setembro
Quem teria que sofrer sanções, senão o irresponsável causador?
Porque somente o povo
brasileiro será o prejudicado?
Esse resultado foi combinado entre sutis e criminosos sabotadores?
Que impressa mais ridícula. Estes jornalistas , se foram formados nas linhas de montagem fordistas das seitas que se tornaram as Academias, recorreram à Inteligência Artificial, o atual pai dos burros.
Link: https://chatgpt.com/
Até parece que o jacu vai faturar com a pauta da censura, corrupção e segurança.
Vai ser moído, espero que pela terceira via.
Como o povo cobrará esse prejuízo do irresponsável que o provocou?
Marco Rubio inclui Brasil entre países não amigáveis aos EUA ao lado de Cuba, Venezuela e Nicarágua
Secretário de Estado americano afirmou que a América Latina é formada por países amigos dos Estados Unidos, mas deixou de fora o Brasil
https://www.terra.com.br/noticias/mundo/marco-rubio-inclui-brasil-entre-paises-nao-amigaveis-aos-eua-ao-lado-de-cuba-venezuela-e-nicaragua,e0014caa41335f4edde6e6500848c9abkvfocwaq.html?utm_source=clipboard
Pra reeleger o jacu de gaiola neandertal inútil será necessário imbecilizar toda uma nação e destruir qualquer perspectiva de futuro pra este país.
Terra arrasada.
Agora, não pensem que os países pra onde verte o esgoto nacional, vão ficar inertes.
Quero ver na hora que o pau estiver torando se o jacu de gaiola vai faturar eleitoralmente.
Exemplos de pessoas, políticos, empresas, bancos, entidades e órgãos de mídia atingidos por sanções ligadas a organizações terroristas
Pessoas
• Nazem Ahmad
o Bens bloqueados.
o Empresas sancionadas.
o Acusação de lavagem de dinheiro para o Hezbollah.
• Amin Abu Rashed
o Ativos congelados.
o Proibido de operar com instituições ligadas aos EUA.
• Mohammad Hannoun
o Sanções financeiras.
o Entidades associadas também foram sancionadas.
• Muhammad Sami Muhammad Abu Marei
o Bloqueio de ativos.
• Muhammad Ahmad Abd-al-Dayim Nasrallah
o Sanções internacionais.
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Políticos e autoridades
Casos de políticos diretamente sancionados por ligação com organizações terroristas são menos comuns, mas existem.
• Nicolás Maduro
o Sancionado pelos EUA por acusações relacionadas ao narcotráfico e apoio a grupos armados.
o Não foi formalmente designado como terrorista.
• Tareck El Aissami
o Sancionado por acusações de apoio logístico e financeiro a grupos extremistas e narcotráfico.
• Diversos membros da liderança do Hezbollah e do Hamas que exerciam simultaneamente funções políticas e militares também foram sancionados individualmente.
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Bancos
• Jammal Trust Bank
o Entrou em liquidação após sanções ligadas ao Hezbollah.
• FBME Bank
o Colapsou após perder acesso ao sistema financeiro americano.
• Al-Huda Bank
o Excluído do sistema financeiro dos EUA.
• BNP Paribas
o Multa de US$ 8,9 bilhões por violação de sanções.
o Não foi fechado.
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Empresas
• Buy Cash Money and Money Transfer Company
o Acusada de movimentar recursos para Hamas, Al-Qaeda e Estado Islâmico.
• Yara Offshore SAL
o Sancionada por ligação financeira com o Hezbollah.
• Hydro Company for Drilling Equipment Rental
o Acusada de auxiliar operações financeiras ligadas ao Hezbollah.
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Entidades beneficentes e ONGs
• Al Weam Charitable Society
• Filistin Vakfi
• Israa Charitable Foundation
• Associazione Benefica La Cupola d’Oro
• El Baraka Association for Charitable and Humanitarian Work
Motivo alegado: financiamento ou apoio material ao Hamas.
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Órgãos de imprensa e mídia
• Al-Manar TV
o Classificada pelos EUA como braço de mídia do Hezbollah.
• Al Nour Radio
o Sancionada juntamente com a Al-Manar.
• Lebanese Media Group
o Proprietário da Al-Manar e Al Nour.
• Al-Aqsa TV
o Sancionada por ser considerada controlada pelo Hamas.
• Gaza Now
o Sancionada por suposta arrecadação de recursos para o Hamas.
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Resumo dos efeitos mais comuns
As punições normalmente incluem:
• Congelamento de contas e patrimônio.
• Proibição de usar o sistema financeiro americano.
• Bloqueio de operações em dólar.
• Proibição de fazer negócios com empresas dos EUA.
• Restrições de visto e viagens.
• Investigações por lavagem de dinheiro.
• Multas bilionárias para bancos e empresas.
• Em alguns casos, liquidação ou fechamento de instituições financeiras.
Nos precedentes internacionais, os maiores impactos costumam ocorrer sobre as redes financeiras (bancos, empresas, operadores financeiros e empresas de fachada), porque o objetivo principal das sanções é interromper o fluxo de recursos das organizações designadas.
ChatGpt
Olhem o desespero do cara que estaria faturando comas últimas ações dos EUA.
https://www.instagram.com/reel/DZGC4f2sBhi/
Parece que está tomando etanol ao invés de cachaça.
O cara dando “salve.”
PQP!
Lula vai pedir a Calígula, seu Igual e Sócio, para receber orientações de como eleger um cavalo para o Senado. Somente assim vai facilitar a vida do TSE que quer antes das Eleições cassar todo mundo que for candidato contra o Governo Lula , de Deputado a Senador. Se comenta em Brasília que nesta tarde o Cavalo de Calígula, O INCITATUS , que ele Nomeou para o Senado Romano passeava peça Praça dos Poderes e olhando como funciona os Palácios dos Poderes. Reclamou que quer ser Senador do Brasil e jamais servir de montaria para o11 Filhos do Zorro que bebiam agua mineral francesa em copos de cristal polaco e entre um gole e outro, choravam reclamando que estavam sendo perseguidos pelos “TecnoFeudais” das Redes Sociais em discursos de ódio e “Feudalismo Digital” . Nem Incitatus quer ser do STF, será que vão indicar Incitatus para o STF no lugar do Bessias ???