
Zema publicou vídeos ironizando Gilmar ao citar o caso Master
Ana Carolina Montoro
G1
O pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (NOVO) foi notificado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e agora tem 15 dias para se manifestar a respeito do caso em que é suspeito de ter cometido calúnia contra Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
O caso diz respeito a um vídeo publicado por Zema no perfil dele no Instagram no dia 5 de março. Na publicação, os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli são retratados de forma irônica por meio de fantoches, em um vídeo que trata do caso Master. Zema foi notificado pouco tempo depois de a Procuradoria-Geral da República (PGR) enviar a denúncia de calúnia ao STJ.
CARONA EM JATINHO – O pré-candidato e ex-governador de Minas Gerais publicou um vídeo em seu Instagram nesta segunda-feira (1º) para comentar a notificação. “Fui notificado pela Justiça Federal e adivinha quem é o autor: ministro Gilmar Mendes. Parece que ele não gostou quando eu falei que ele pega carona em jatinho de banqueiro bandido, quando eu falei que outros ministros do Supremo fizeram contratos com esse banqueiro bandido. Estou aqui indignado, mas tenho certeza de que a justiça vai prevalecer”, declarou Zema.
Em 20 de abril, o ministro do STF Gilmar Mendes pediu ao também ministro da Corte Alexandre de Moraes que incluísse Zema no inquérito das fake news, do qual Moraes é relator, por calúnia pelo vídeo publicado no dia 5 de março.
CALÚNIA – No pedido, Gilmar Mendes acusa o pré-candidato de calúnia por publicar conteúdo associando o magistrado ao caso Master. Depois de ser denunciado por Gilmar Mendes ainda em abril, Zema publicou um novo vídeo no seu Instagram, com fantoches dos ministros. Nas redes, o ex-governador de MG chama a série de “intocáveis”.
Atendendo ao pedido de Gilmar Mendes, Moraes acionou então a Procuradoria-Geral da República (PGR), que, no dia 15 de maio, denunciou o caso de calúnia ao STJ por entender que é onde o tema deve tramitar.
Na decisão que enviou o caso para o STJ, o procurador-geral Paulo Gonet discordou de que Zema deveria ser incluído no inquérito das fake news e entendeu que o foro para o tema é o STJ porque o crime tem relação com o exercício do cargo, já que Zema teria utilizado perfis públicos associados à sua atuação institucional e política e o ato ocorreu dentro da atuação pública do então governador.
INQUÉRITO DAS FAKE NEWS – O chamado inquérito das fake news foi aberto em março de 2019 pelo STF e está sob a relatoria de Moraes. O objetivo do inquérito, que é alvo de polêmicas, é apurar a disseminação de notícias falsas, ameaças e ataques contra ministros da Corte e contra o sistema democrático.
O inquérito foi instaurado de ofício pelo então presidente do STF, ministro Dias Toffoli, e tem como relator o ministro Alexandre de Moraes. Desde o início, o objetivo da apuração é identificar estruturas organizadas que atuem para desacreditar instituições, intimidar autoridades e estimular discursos contra a democracia, especialmente por meio das redes sociais.
A partir de agora, Flávio terá de negar continuamente que, se eleito, acabará com o Pix. Não há garantia de convencimento.
Trump está mesmo mais para cabo eleitoral de Lula do que para amigo dos Bolsonaro.
Fonte: Metrópoles, Opinião, 02/06/2026 15:04 Por Mario Sabino
Será que vão processar o jornalista português?
https://www.instagram.com/reel/DZDBAwpuWSu/
As pessoas, inclusive os que se autointitulam jornalistas, tão preguiçosos a ponto de não sequer recorrerem à Inteligência Artificial, não estão entendo o bó ainda.
Não se trata de uma mera ação política, solicitado pelo picolé de chuchu, mais uma fofoca entre candidatos.
Se os EUA mantiverem a designação do PCC e do CV como organizações terroristas e, ao mesmo tempo, concluírem uma investigação desfavorável ao Brasil pela Seção 301, os precedentes internacionais sugerem cinco consequências principais:
1. Bloqueio financeiro e sanções a pessoas e empresas
• No México, após a designação de cartéis como organizações terroristas, empresas, operadores financeiros e membros dos grupos passaram a ser alvo de sanções, congelamento de ativos e restrições bancárias. (Congresso.gov)
• O governo dos EUA também sancionou empresas ligadas ao narcotráfico no México e indivíduos do Clan del Golfo na Colômbia. (U.S. Department of the Treasury)
2. Bancos sob pressão e encerramento de operações
• Após as medidas contra cartéis mexicanos, autoridades americanas aumentaram a fiscalização sobre bancos e operações internacionais.
• Relatórios de compliance citam casos de bancos mexicanos que tiveram de encerrar atividades devido ao aumento dos riscos regulatórios e financeiros. (Lowenstein Sandler)
3. Tarifas comerciais e prejuízo às exportações
• O principal precedente da Seção 301 é a China.
• Desde 2018, os EUA aplicaram tarifas adicionais de até 25% sobre centenas de bilhões de dólares em produtos chineses, afetando cerca de dois terços das exportações chinesas para o mercado americano. (C.H. Robinson)
• Caso medidas semelhantes fossem adotadas contra o Brasil, setores exportadores poderiam perder competitividade nos EUA. (C.H. Robinson)
4. Aumento do risco para investidores
• O próprio Ministério da Fazenda brasileiro reconheceu que a designação terrorista pode elevar a percepção de risco para investimentos no país. (Reuters)
• No México, multinacionais passaram a enfrentar custos maiores de compliance e riscos jurídicos mais elevados após a designação dos cartéis. (Lowenstein Sandler)
5. Pressão diplomática e institucional
• A Seção 301 tem sido utilizada pelos EUA para pressionar países a alterar políticas consideradas prejudiciais aos interesses americanos.
• No caso chinês, o instrumento foi usado para forçar mudanças em práticas comerciais e tecnológicas por meio de tarifas e negociações. (C.H. Robinson)
Casos concretos mais próximos do cenário brasileiro
China (Seção 301)
• Tarifas de 7,5% a 25%.
• Centenas de bilhões de dólares em produtos atingidos.
• Redução da competitividade das exportações para os EUA. (C.H. Robinson)
México (cartéis designados como terroristas)
• Sanções contra líderes, empresas e redes financeiras.
• Maior fiscalização bancária.
• Fechamento de bancos e aumento dos custos de compliance. (Lowenstein Sandler)
Colômbia
• Sanções do Tesouro americano contra integrantes do Clan del Golfo e empresas vinculadas ao narcotráfico.
• Bloqueio de ativos e exclusão do sistema financeiro americano. (U.S. Department of the Treasury)
ChatGpt
… NEM uma fofoca entre candidatos.
Lembrando que no caso da Seção 301 há a citação de censura e corrupção, que têm endereço certos.
É, no mínimo precipitado achar que o jacu vá faturar eleitoralmente.
Pode até ser, enquanto o pau não tiver torando.
De qualquer forma, se abrir espaço pra terceira via, muito melhor ainda.
A ascensão de Ronaldo Caiado na pesquisa complica ainda mais a situação eleitoral de Flávio Rachadinha, que já era bastante difícil e que piorou com o ‘presente de grego’ de Trump.
Além de continuar atacando o Barba, Rachadinha vai ter também agora que combater o “raposão” do Centro-Oeste, que prometeu, se eleito, anistiar o ex-mito e demais golpistas no seu primeiro ato como presidente.
Flávio achava que só ele e seus adeptos detinham o monopólio da anistia, bandeira que também Caiado empunha atraindo muitos bolsotários, que certamente votariam no filho do ex-mito.
A mentirada do PIX é um imenso tiro no pé!
O que diz, a odiada pelo jacu, Inteligência Artificial:
“No caso brasileiro, é difícil prever o efeito eleitoral. Se a discussão permanecer no campo político e jurídico, a estratégia pode ajudar a mobilizar a base governista.
Se as questões ligadas à Seção 301, comércio, segurança pública ou crime organizado produzirem efeitos percebidos pela população, os eleitores tendem a avaliar também os resultados concretos do governo, independentemente de quem seja apontado como responsável.
Portanto, olhando para experiências internacionais, culpar adversários políticos pode gerar ganhos de curto prazo junto à própria base, mas seu sucesso de longo prazo normalmente depende de como evoluem a economia, a segurança e as relações externas do país.”
ChatGpt
Meu palpite é que o jacu será moído, mesmo que moa o picolé de chuchu.
O que seria o melhor dos cenários.
O lulobolsonarismo era tão unido!
https://www.youtube.com/watch?v=jDN1tt_0wcY