Nova rejeição da delação de Vorcaro abre impasse e coloca volta à Papuda no radar

3 thoughts on “Nova rejeição da delação de Vorcaro abre impasse e coloca volta à Papuda no radar

  1. BRICS – A NOVA ORDEM MUNDIAL – BRASIL – RÚSSIA – INDIA – CHINA – ÁFRICA :
    “IRÃ TRANSFORMA ELON MUSK EM ALVO MILITAR LEGITIMO “.
    💣💣💣 Gente, a tensão geopolítica ganhou um novo capítulo após o Irã declarar que empresas ligadas a Elon Musk, podem ser consideradas alvos militares em um eventual conflito. Porque elas ultrapassam a fronteira do setor civil, assessorando Israel e os EUA, e agora passam a compor a rede de alvos legítimos em operações militares.
    A afirmação, feita por um alto comandante da Guarda Revolucionária, coloca sob holofotes gigantes como SpaceX e o sistema de satélites Starlink, ampliando o debate sobre o papel de corporações privadas em cenários de guerra moderna.
    Segundo o militar iraniano, a atuação de serviços de comunicação via satélite em zonas de conflito pode transformar essas empresas em “parte da máquina de guerra” de países rivais.
    Na visão correta de Teerã, quando companhias tecnológicas fornecem infraestrutura estratégica muito além da internet de alta capacidade e comunicação segura, mas maoo póranebto por GPS preciso para alvos de forças armadas ou governos em disputa.
    O nome de Elon Musk entra diretamente nessa equação pela atuação da Starlink em diferentes regiões sensíveis do planeta e está ligada hoje a máquina de guerra americana. Entendam:
    A possibilidade de conexão estável em locais remotos ou sob ataque torna a constelação de satélites uma ferramenta valiosa para exércitos, grupos políticos e até populações em meio a crises. Isso, porém, também desperta a preocupação de regimes que temem perder controle sobre comunicações internas.
    Ao classificar empresas do bilionário como potenciais alvos, o Irã envia um recado não apenas a Musk, mas a todo o ecossistema de tecnologia espacial e digital: quanto mais um serviço influencia a balança de poder em conflitos, maior o risco de ser enxergado como parte da infraestrutura de guerra.
    Essa mudança de percepção pode redefinir a segurança de estruturas orbitais, estações terrestres, centros de dados e até escritórios corporativos.
    Em um mundo cada vez mais conectado por satélites e redes privadas, a fronteira entre o que é “civil” e o que é “militar” fica mais nebulosa.
    A declaração iraniana acende o alerta para governos, empresas e usuários: a disputa por informação, comunicação e controle do espaço não é apenas tecnológica: é também estratégica, política e, em situações extremas, bélica!!! Sério…
    Via:
    Trajetoriatop :

  2. “Segundo o militar iraniano, a atuação de serviços de comunicação via satélite em zonas de conflito pode transformar essas empresas em “parte da máquina de guerra” de países rivais.”
    Falou bobagem, ora pois. diria Nhô Vitor:
    Países rivais?
    Se todos os alçados o são por serem “servis fraternos” e khazarianamente submissos àquela “idéia fixa”, o que se vê senão um multilateral jogo de cena de locupletos traidores de suas próprias pátrias, visando provocados embates pró redução populacional dos havidos seres desassemelhados?
    Adendos, em: https://www.henrymakow.com/

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