Vorcaro teve duas propostas rejeitadas pela PF
Malu Gaspar
O Globo
A segunda recusa da Polícia Federal à proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro inaugurou (mais um) impasse na investigação do caso do Banco Master. Junto com a rejeição da proposta, encaminhada por e-mail aos advogados na quinta-feira (11), os delegados da Polícia Federal (PF) pediram ao ministro André Mendonça, responsável pela investigação no Supremo Tribunal Federal (STF), que ordene a transferência do ex-banqueiro da Superintendência da PF no Distrito Federal para o Complexo Penitenciário da Papuda, onde ele estava até março, quando começou a negociação para uma colaboração.
Em tese, a volta de Vorcaro para a Penitenciária Federal do DF é uma consequência natural do fracasso das negociações, uma vez que a decisão de Mendonça de permitir que ele fosse para a Superintendência se justificava pela necessidade de ele se reunir com os advogados para preparar a delação.
DUAS TENTATIVAS – Desde então já foram duas tentativas, com as duas propostas rejeitadas pela Polícia Federal. Mas ainda falta uma coisa para que se defina se Vorcaro vai mesmo para a Papuda: a rejeição formal da Procuradoria-Geral da República (PGR), com quem a defesa do ex-banqueiro também negociou.
Enquanto a PGR não der sua opinião formal, não há como dar as negociações por encerradas. É uma etapa formal do processo, mas precisa ocorrer. Até porque na primeira rodada de conversa, quando a PF recusou a proposta de Vorcaro, a PGR teve postura diferente.
Os procuradores deixaram aberta a possibilidade de uma nova tentativa e a PF voltou à mesa de negociação. Por isso, enquanto a PGR não se manifestar formalmente, Vorcaro vai ficando na Superintendência da Polícia Federal.
Há “dendos”, em:
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BRICS – A NOVA ORDEM MUNDIAL – BRASIL – RÚSSIA – INDIA – CHINA – ÁFRICA :
“IRÃ TRANSFORMA ELON MUSK EM ALVO MILITAR LEGITIMO “.
💣💣💣 Gente, a tensão geopolítica ganhou um novo capítulo após o Irã declarar que empresas ligadas a Elon Musk, podem ser consideradas alvos militares em um eventual conflito. Porque elas ultrapassam a fronteira do setor civil, assessorando Israel e os EUA, e agora passam a compor a rede de alvos legítimos em operações militares.
A afirmação, feita por um alto comandante da Guarda Revolucionária, coloca sob holofotes gigantes como SpaceX e o sistema de satélites Starlink, ampliando o debate sobre o papel de corporações privadas em cenários de guerra moderna.
Segundo o militar iraniano, a atuação de serviços de comunicação via satélite em zonas de conflito pode transformar essas empresas em “parte da máquina de guerra” de países rivais.
Na visão correta de Teerã, quando companhias tecnológicas fornecem infraestrutura estratégica muito além da internet de alta capacidade e comunicação segura, mas maoo póranebto por GPS preciso para alvos de forças armadas ou governos em disputa.
O nome de Elon Musk entra diretamente nessa equação pela atuação da Starlink em diferentes regiões sensíveis do planeta e está ligada hoje a máquina de guerra americana. Entendam:
A possibilidade de conexão estável em locais remotos ou sob ataque torna a constelação de satélites uma ferramenta valiosa para exércitos, grupos políticos e até populações em meio a crises. Isso, porém, também desperta a preocupação de regimes que temem perder controle sobre comunicações internas.
Ao classificar empresas do bilionário como potenciais alvos, o Irã envia um recado não apenas a Musk, mas a todo o ecossistema de tecnologia espacial e digital: quanto mais um serviço influencia a balança de poder em conflitos, maior o risco de ser enxergado como parte da infraestrutura de guerra.
Essa mudança de percepção pode redefinir a segurança de estruturas orbitais, estações terrestres, centros de dados e até escritórios corporativos.
Em um mundo cada vez mais conectado por satélites e redes privadas, a fronteira entre o que é “civil” e o que é “militar” fica mais nebulosa.
A declaração iraniana acende o alerta para governos, empresas e usuários: a disputa por informação, comunicação e controle do espaço não é apenas tecnológica: é também estratégica, política e, em situações extremas, bélica!!! Sério…
Via:
Trajetoriatop :
“Segundo o militar iraniano, a atuação de serviços de comunicação via satélite em zonas de conflito pode transformar essas empresas em “parte da máquina de guerra” de países rivais.”
Falou bobagem, ora pois. diria Nhô Vitor:
Países rivais?
Se todos os alçados o são por serem “servis fraternos” e khazarianamente submissos àquela “idéia fixa”, o que se vê senão um multilateral jogo de cena de locupletos traidores de suas próprias pátrias, visando provocados embates pró redução populacional dos havidos seres desassemelhados?
Adendos, em: https://www.henrymakow.com/