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Nome do senador era defendido por Alcolumbre
Helena Prestes
CNN
O senador e ex-presidente da Casa Rodrigo Pacheco (PSB-MG) afirmou nesta quarta-feira (17) que não aceitará a relatoria da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) pelo fim da escala 6×1. “Há vários senadores com o interesse de relatar essa proposta. Eu não estou nesse rol dos que pediram a relatoria. Eu não serei o relator dessa matéria”, disse Pacheco.
Como mostrou a CNN Brasil na última semana, Pacheco seria o nome defendido pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) para relatar a PEC. Segundo interlocutores do presidente do Senado, a escolha de Pacheco para apadrinhar o projeto na Casa faz parte de uma estratégia de Davi Alcolumbre.
CONDICIONAMENTO – A avaliação é que a medida criaria uma espécie de condicionante para que o Palácio do Planalto passe a dialogar com o presidente do Senado sobre a proposta, já que, até o momento, o governo não tem aberto espaço para conversas com Alcolumbre a respeito da matéria.
Como Pacheco é uma figura próxima do presidente da República, seria uma forma de obrigar a conversa a acontecer. Entretanto, o senador preferiu não aceitar o convite, de acordo com ele, por já ter relatado muitas matérias importantes e tido “vários projetos aprovados” na Casa.
De acordo com Pacheco, seria importante dar espaço a outro senador para relatar a matéria e ter para si o “domínio da pauta”. O senador era o plano número 1 do presidente Lula para disputar a eleição ao governo de Minas Gerais, mas decidiu encerrar a vida política ao fim do mandato no Senado neste ano.
PEC DA SEGURANÇA – Após declarar que não aceitaria relatar a proposta pelo fim da 6×1 no Senado, Pacheco confirmou que recebeu o convite de Alcolumbre para relatar a PEC da Segurança Pública. “O que houve, por parte do presidente Alcolumbre, foi uma ponderação a mim sobre a PEC da Segurança. Se pudesse contribuir”, declarou.
De acordo com ele, a relatoria ainda não é certa, visto que outros senadores também estão interessados na pauta. Pacheco afirmou que não tem interesse pessoal em relatar a matéria, mas não recusaria o convite do presidente do Senado.
Em maio, o presidente Lula (PT) fez um apelo a Alcolumbre para que paute a votação da PEC da Segurança Pública, enviada há mais de um ano pelo Planalto ao Congresso. O texto segue parado na Casa Alta há pelo menos três meses, quando foi aprovado na Câmara. A PEC 8 de 2025 é um dos principais interesses do governo federal no Congresso Nacional visando a pauta do combate ao crime organizado como um dos ativos com apelo popular para as eleições de outubro.
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🇮🇷🇺🇾 IRÃO EXIGIU QUE O CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU RESPALDE COM UMA RESOLUÇÃO O ACORDO FINAL COM OS EUA
O DADO DURO
Irão não confia apenas na palavra de Trump. Acabou de exigir que o Conselho de Segurança da ONU retire uma resolução oficial* apoiando qualquer acordo final de paz com os EUA.
“Se assinarmos paz, que o mundo inteiro assine conosco”.
TRADUÇÃO SEM FILTRO:
1. Por que o Irão pede resolução da ONU?
Porque já foi aplicada antes.
Eles assinaram um acordo nuclear com Obama. Trump chegou em 2018 e quebrou com um tweet: “Nós saímos”.
Irão aprendeu: “Os presidentes mudam, as resoluções da ONU não”.
Se a ONU amarrar o acordo, nem o Trump, nem o que vier em 2028, consegue quebrá-lo sozinho.
2. Que poder tem uma resolução do Conselho de Segurança?
É a lei máxima do mundo. 15 países votam: EUA, China, Rússia, Reino Unido, França têm veto.
Se a resolução passar = O acordo de paz vira lei internacional.
Se não acontecer = A paz depende se Trump cumpre sua palavra.
Irão diz: “Palavra de político não. Papel da ONU sim.”
3. O que isso significa para a paz de amanhã?
Que a paz já não é só entre Trump e Teerão.
Agora a China e a Rússia entram na mesa. E eles vão pedir algo em troca do seu voto.
A paz no Médio Oriente vai ser negociada em Nova Iorque, não em Washington.
O FATO QUE DÓI:
O Irão está ganhando a paz 2 vezes:
1. $300 bilhões para reconstruir – já te disse isso há pouco
2. Resolução da ONU para ninguém quebrar depois
Eles não estão pedindo perdão. Eles estão blindando o acordo.
Enquanto Trump anuncia “paz para amanhã”, o Irão responde: “Sim, mas com selo da ONU”.
Hoje o Irão disse ao mundo: “Não assinamos paz com um presidente. Assinamos paz com a história.”
Quer que o Conselho de Segurança da ONU meta a sua assinatura.
Porque sabe que os presidentes vêm e vão… Mas as resoluções da ONU permanecem.
Trump quer foto autografando. Irão quer documento que nem Trump pode quebrar.
A paz não é mais um aperto de mão. É um documento com 15 assinaturas e carimbo azul.
E o Irão acabou de mover a mesa de Washington para Nova Iorque.
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Chumbo trocado
Em represália a Barba, que não o indicou para STF, Pacheco rejeita agora ser relator da PEC da Escala 5 x 2, de exclusivo interesse eleitoral do petista.