
Charge do Nando Motta (Brasil 247)
Márcio Falcão
Pedro Henrique Gomes
G1
A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu nesta quinta-feira (18) que a investigação sobre a chamada “Abin paralela” seja transferida do Supremo Tribunal Federal (STF) para a primeira instância da Justiça. No documento, a PGR afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) era a única autoridade com foro privilegiado presente na investigação e que Bolsonaro já teve sua conduta analisada no processo em que foi condenado pela trama golpista.
Para o procurador-geral da República, Paulo Gonet, o mesmo entendimento não pode ser aplicado aos demais investigados. “Os fatos remanescentes, ainda não denunciados, não guardam relação imediata com a autoridade detentora de foro especial ou com a sua finalidade antidemocrática, ainda que remotamente possam tê-las favorecido. As hipóteses investigativas pendentes, como se observa do indiciamento feito pela Autoridade Policial, concentram-se em ilícitos contra a Administração Pública, decorrentes da violação de deveres funcionais, que não justificam a atuação da Suprema Corte”, afirmou.
TRANSFERÊNCIA – A PF indiciou 36 nomes — entre eles, o do vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro, o do ex-diretor da Abin e deputado federal cassado Alexandre Ramagem — ambos do PL — e Luiz Fernando Corrêa, mantido pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como diretor da Abin. Caso o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, decida pela transferência do caso, as investigações contra o filho de Jair Bolsonaro e contra Alexandre Ramagem sairão das mãos de Moraes e serão conduzidas por um juiz do primeiro grau do Judiciário.
O relatório das investigações sobre o uso irregular da estrutura da Abin para fins políticos foi apresentado pela Polícia Federal em junho de 2025 e aguardava o parecer da PGR desde então. O relatório final da Polícia Federal afirma que o ex-presidente Jair Bolsonaro e Carlos Bolsonaro fizeram parte do núcleo que decidia que autoridades seriam espionadas pela chamada “Abin paralela”.
Também afirma que Carlos integrava o núcleo político que também era composto por figuras de alto escalão do governo à época. Para a PF, a atual direção da Abin atuou para dificultar o avanço da investigação. Os investigadores apuraram que policiais, servidores e funcionários da Abin formaram uma organização criminosa para monitorar pessoas e autoridades públicas, invadindo celulares e computadores, durante a gestão do ex-presidente Bolsonaro.
ESQUEMA DE ESPIONAGEM – Para a PF, o ex-presidente Bolsonaro sabia do esquema de espionagem e se beneficiava dele. O indiciamento significa que o delegado responsável pelo caso considerou que há indícios de crimes. No caso do ex-presidente Jair Bolsonaro, a Polícia Federal considerou que há indícios do crime de organização criminosa e indicou a responsabilidade dele no relatório.
Segundo a PF, ele tinha conhecimento do esquema, era o principal beneficiário e há indícios de que fazia parte do núcleo político do grupo que atuou nas ações clandestinas e da instrumentalização da Abin. O ex-presidente não foi formalmente indiciado nessa investigação porque a corporação entendeu que, como Bolsonaro já tinha sido indiciado pelo mesmo crime de organização criminosa na ação penal da tentativa de golpe — que também trata do uso ilegal da Abin –, não poderia ser indiciado novamente.
Os investigadores apontam que foram monitoradas autoridades do Judiciário, Legislativo e Executivo, além de jornalistas. Entre os espionados, estão o ministro Alexandre de Moraes, do STF, o então presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e o senador Renan Calheiros (MDB-AL) (veja abaixo a lista completa).
O progressista Lula
https://www.youtube.com/watch?v=lsD9WHEPrwE
Quer um cabra mias conservador e atrasado que este?
Agora eu só queria saber o que os conservadores formais querem conservar, a não ser legumes no vinagre.
Chegam a quebrar relógios?
O Irã falou grosso e Trump se acovardou. O resultado é um acordo ruim
O Irã manteve Trump de mãos atadas durante toda a negociação até conseguir o que queria.
O principal negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, deixou isso bem claro ao declarar à TV estatal iraniana após o anúncio dos detalhes:
– “O acordo é um registro do fracasso dos EUA”.
(…)
O Estado de S. Paulo, Internacional, 19/06/2026 | 12h00 Por Thomas Friedman (The New York Times)
https://www.estadao.com.br/internacional/o-ira-falou-grosso-e-trump-se-acovardou-o-resultado-e-um-acordo-ruim/
Esse Gonet não estava em Londres tomando wiskie as custas do Vorcaro? Pois é… TAMBÉM NÃO VALE NADA!!!
Esse Gonet não era sócio do Gilmar Mendes numa faculdade cheia de tramoias com
a CBF? Pois é…. NÃO VALE ABSOLUTAMENTE NADA!!!!
É mesmo, Gonet ? Está agora pensando no devido processo legal ? Pede para anular todos os processos relativos às pessoas condenadas por causa do 08/01, canalha !