Vicente Limongi Netto
Anjos saindo das frestas dos escombros nos terremotos na Venezuela. Imagens do terror da destruição preservam muitas crianças, localizados pelo choro e pela obstinação dos socorristas.
Espremidos pelas ferragens, trêmulas, escalaram pedras e entulhos. Cabelos desalinhados. Rostos sujos de barro. Olhos miúdos e espantados. Roupa rasgada, coberta de pó. Alguns descalços. Chorando, venceram a escuridão e o frio das trevas.
FÉ E ESPERANÇA – Acolhidos pelos braços, pela alma e pelo coração de aliviados e contentes resgatadores, que estavam vestidos de fé e esperança. São anjos renascidos e gratos, retribuindo com beijos e ternura a exemplar bravura e solidariedade das equipes de socorro, que contaram com apoio de muitos países ao povo venezuelano.
Essas imagens mostrando ao mundo que nem tudo está perdido. É preciso retemperar o otimismo. Orar por mais vidas salvas. Trocar o pavor da angústia pelo clarão da fé.
Terremotos nos levam a duras reflexões. Exige grandeza de espírito de todos que pretendam viver com grandeza, amor e solidariedade. Mesquinharias precisam ser destruídas nos corações ressentidos.
CHÁ, DOCE CHÁ – Completam-se dois anos de funcionamento da Casa de Chá, na Praça dos Três Poderes, que se transformou numa parada obrigatória para os turistas que vêm conhecer a capital.
Mais de 300 mil pessoas já passaram pelo acolhedor local, que funciona também como escola do Senac do Distrito Federal.
É mais uma iniciativa que demonstra a importância do chamado Sistema S, que o empresariado mantém em benefício dos brasileiros.
Se dependesse do governo
essa Casa de Chá já estaria com diversas pessoas penduradas.
O Brasil enviou ajuda para os venezuelanos de maneira rápida, porque nos terremotos, um dia é uma eternidade para as pessoas soterradas.
Uma aeronave cargueira da FAB, levou bombeiros do Rio, do Paraná, de Minas, uma retroescavadeira, medicamentos, barracas de campanha para atendimento médico, enfim, uma ajuda humanitária necessária e urgente.
Notícias de hoje, dão conta da insatisfação popular na Venezuela com a demora da tomada de decisão do governo da presidente interina, Delcy Rodrigues no socorro aos feridos e pessoas ainda nos escombros.
Está claro, que Delcy Rodrigues é uma presidente de fachada, porque quem manda na Ditadura venezuelana de fato é o presidente dos EUA, que adora ditadores de direita ou de esquerda, desde que façam o que seu mestre mandar.
Vamos combinar, a Delcy pode ser tudo menos de Esquerda. Marcus Rubio, de descendência cubana, Secretário de Estado de Trump declarou que Delcy é amiga dos EUA, o único problema dela: Corrupta. São palavras do homem forte do governo Trump, especialista em América Latina.
Para nós brasileiros, trata-se de perigo claro de futuras intervenções na região. Os EUA já resgataram o general Noriega, presidente do Panamá e Nicolas Maduro na Venezuela., direto de seis países para prisões nos EUA. O general Noriega nunca mais voltou ao Panamá, porque morreu na prisão. Maduro será o efeito Orloff de Noriega?
O tempo dirá.
Bastou o Maganão, sob falsos pretextos, meter a mão suja e azarada dele lá, para roubar a única riqueza capaz de ajudar aquele povo, o petróleo, que passou a dar tudo errado no território, infeliz e desgraçadamente. https://www.facebook.com/photo/?fbid=1458289536324545&set=a.635646228588884
Trump precisa acabar com essa mania de provocar terremoto no país dos outros.
Trump interveio na Venezuela e só piorou a crise econômica do nosso vizinho ao Norte. Delcy Rodrigues é uma fantoche do Marco Rubio, o número 1 do terremoto Trump.
Trump vem provocando uma tsunami combinada com terremoto em todos os países, com duas ações destinadas a dar um cavalo de pau no capitalismo.
1 – Tarifas indiscriminadas impostas aos produtos importados pelos EUA, sem nenhuma base lógica de mercado.
2 – Guerra com o Irã para ajudar Israel, causando o aumento do preço do barril de petróleo e em consequência o aumento dos preços dos alimentos em especial e de toda a cadeia produtiva dos combustíveis.