A democracia está diante da ameaça do avanço dos políticos autoritários

6 thoughts on “A democracia está diante da ameaça do avanço dos políticos autoritários

  1. A democracia partidária, infelizmente, enveredou-se para a loucura compulsiva e insaciável por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, em detrimento do mérito, fato que, infelizmente, nos faz a todos vítimas, reféns, súditos e escravos da dita-cuja que só convém aos donos de partidos, seus operadores e aproveitadores da malsinada lambança político-partidária-eleitoral, de modo que em sendo a democracia o poder e governo do povo para o povo, e a política o carro-chefe do conjunto da sociedade, que seja então dado, ou devolvido, ao povo o direito de assumir a democracia como seu legítimo titular, como propõe a Democracia Direta, com Meritocracia e Deus na causa, porque os intermediários do povo, atravessadores e aproveitadores, infelizmente, pegaram o bonde errado e, insustentavelmente, tornaram o molho infinitamente mais caro do que o frango. https://tribunadainternet.com.br/2026/07/25/com-medo-de-perder-a-presidencia-do-pl-valdemar-quer-evitar-a-eleicao-de-flavio/?fbclid=IwY2xjawTRtNpwZG9mAWV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYX

  2. O ecomunista Arminio Fraga é aquele que assinou a Cartinha de Amor para o NarcoLadrão e a Demogracinha da Mensalão, Petrolão, Roubo dos velhinhos, e demais assaltos aos cofres públicos deste Páis..

    Mas, todos esquecem o que fez o ecomunista Arminio Fraga no verão passado….

    POLÍTICA MONETÁRIA

    Banco Central acaba com a Tban e a TBC e sinaliza que taxas podem cair; termômetro será a inflação

    Juro básico sobe de 39% para 45% ao ano

    O Banco Central subiu ontem preventivamente os juros básicos da economia, de 39% para 45% anuais, na tentativa de conter pressões inflacionárias.
    Ao mesmo tempo, o BC emitiu sinais de que poderá promover um recuo da taxa nas próximas semanas, caso seja revertida a tendência de alta dos preços.
    O aumento dos juros foi decidido ontem na primeira reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) dirigida pelo novo presidente do BC, Armínio Fraga.
    O Copom, que se reuniu excepcionalmente de manhã, mudou a forma de definir os juros, começando a implantar o sistema que foi desenhado em fevereiro por meio de declaração conjunta entre o governo e o FMI (Fundo Monetário Internacional).
    Acaba o sistema de bandas de juros, criado em 1996. Agora, apenas uma taxa vai sinalizar os juros de toda a economia -a chamada taxa referencial Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia).
    Essa nova taxa foi fixada em 45% anuais e passa a valer a partir de hoje. Até ontem, os juros básicos da economia, pelo sistema antigo, estavam fixados em 39%.

    Viés de baixa
    O Copom também informou que, até sua próxima reunião, em 14 de abril, os juros terão “viés de baixa”. Isso significa que a qualquer momento o presidente do BC poderá reduzir os juros, sem consultar o Copom.
    Como o viés é de baixa, Fraga não poderá aumentar a taxa nesse intervalo de tempo, a menos que convoque uma reunião extraordinária do Copom.
    No antigo sistema de bandas, o BC fixava duas taxas. A Tban (Taxa de Assistência do BC) era o teto, então fixado em 41% anuais, e a TBC (Taxa Básica do BC), o piso. Os juros que valem no dia-a-dia ficavam neste intervalo.
    Na sua estréia, a taxa referencial Selic proporcionou prejuízos a bancos. Ontem o BC tomou empréstimos de bancos, validos até a próxima terça-feira, pagando 39%.
    Os juros de aplicações financeiras, como fundos, tendem a subir a partir de hoje. Crediários e cheques especiais, idem.
    Fraga afirmou que o BC aumentou os juros de forma preventiva porque há sinais de que a inflação pode subir. Ele citou a forte desvalorização do real e os índices de preços que apontam alta.
    “Nosso objetivo é saber se o aumento de preços é só um aumento de preços ou a volta da inflação”, disse o presidente do BC.
    Ou seja: enquanto essa duvida persistir, os juros ficam altos. “Nós acreditamos, no entanto, que essa situação pode se reverter a partir de fatores internos e externos e, se isso ocorrer, haverá um espaço para a queda de juros.”
    Fraga, que foi empossado ontem junto com os demais diretores, disse que a preocupação é com índices de inflação a médio e longo prazos, e não com altas que ocorram em um mês ou outro.
    Se a inflação ficar acima dos juros em um mês ou outro, o BC não elevará a taxa básica. Isso só ocorrerá se a perspectiva for de rendimento negativo em um prazo mais longo, que ele não especificou.
    Fraga disse ainda que os índices de preços aos consumidores serão a meta inflacionária que será perseguida pelo governo. Índices de preços mais afetados pelo atacado, como o IGP-M, serão entendidos como indicadores do que possa vir a ocorrer no varejo.
    O BC vai definir metas de inflação, que serão perseguidas com as políticas monetária e fiscal (arrecadação e gastos do governo).
    Fraga não deu maiores detalhes sobre a meta de inflação, afirmando apenas que persegue um “índice mensal de 0,6% no fim do ano”.
    Ele também disse não acreditar que o novo aumento de juros vá criar incertezas sobre a capacidade do governo de honrar sua dívida.
    O presidente do BC disse que o prazo de 90 dias concedido pelo líder do PFL, Inocêncio Oliveira, para o dólar recuar a R$ 1,70 é um desejo de todos para que a situação melhore rápido. “Eu adoraria menos, que fossem 30 dias.”

  3. Trump tenta interferir nas maiores eleições do seu continente

    Será que o Piratão da Matrix vai interferir nas eleições dos Isteitis Zunidos em 2028 para um terceiro mandato..???

    A Vossa Majestade Dona Fernandola Henriquetta Calopsita I,II era louca por mais um mandato depois da reeleição…..

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