Flávio Bolsonaro enfrenta o isolamento político de sua candidatura

10 thoughts on “Flávio Bolsonaro enfrenta o isolamento político de sua candidatura

  1. Caiado e Zema registram baixíssima intenção de voto

    Na pesquisa estimulada do Datafolha, Ronaldo Caiado apareceu com meros 4% e Romeu Zema com insignificantes 3%.

    No cenário espontâneo, os números tendem a ser ainda muito menores, praticamente traços.

    Caiado e Zema são, portanto, figurantes compondo o cenário da eleição presidencial.

  2. Flávio Bolsonaro emitiu 41 notas fiscais e quer ser candidato sem dizer quanto recebeu e quem pagou

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) está, de novo, às voltas com o Banco Master. Dessa vez, não é áudio, vídeo ou conversa com o banqueiro Daniel Vorcaro. São notas fiscais. Quem emitiu? O próprio senador.

    A história começa há cinco anos. Eleito em 2018 para oito anos de mandato no Senado, o filho mais velho de Jair Bolsonaro entendeu que era possível ter atuação parlamentar e, ao mesmo tempo, abrir um escritório de advocacia. Fez isso em abril de 2021.

    O endereço da empresa individual tem quatro consoantes: SMDB. Em Brasília é a sigla para o Setor de Mansões Dom Bosco, localidade onde está a casa de Flávio Bolsonaro. Ou seja, o senador teoricamente tem um home office.

    A existência do tal escritório veio a público quando o próprio político disse que essa era uma das suas fontes de renda. Fazia parte da explicação da origem de recursos para quitar a mansão comprada com financiamento do Banco Regional de Brasília.

    Agora, sabe-se que a Flávio Bolsonaro Sociedade Individual de Advocacia emitiu, entre 2021 e 2025 pelo menos 41 notas fiscais. Três delas vieram a público. Uma, no valor de R$ 500 mil, seria fruto de uma consultoria jurídica. Outras duas, de mesmo valor, foram emitidas, mas canceladas na sequência.

    O que tem de relevante nisso? As notas foram emitidas para empresas que estão vinculadas ao caso Master.

    Uma nota oficial, um vídeo e uma live em rede social. Neles pragueja contra quem quer criminalizar sua atividade como advogado, fala em perseguição para afastar a família Bolsonaro da presidência. Mas o que realmente interessa Flávio não conta.

    O senador prestou consultoria a empresas e recebeu por isso durante o governo de Jair Bolsonaro?

    Os serviços tinham relação com a gestão do pai?

    Quem são os clientes para quem o senador emitiu notas fiscais?

    Que tipo de serviço prestou?

    Deu consultoria de verdade ou apenas aconselhamentos de boca por R$ 500 mil?

    Onde estão as provas de que o serviço existiu e foi prestado?

    Até agora só se conhecem três notas fiscais. E as outras 38? Há novas notas neste ano de campanha eleitoral?

    A lista de perguntas é longa. As respostas ainda não apareceram.

    Se voltasse no tempo, nos idos de 2011, Flávio Bolsonaro iria se deparar com um político que se comportou como ele faz agora. Naquele ano, o então ministro da Casa Civil do governo Dilma, Antonio Palocci, tinha uma empresa, a Projeto.

    E quando seu negócio veio a público alegou sigilos e confidencialidades para não dar detalhes das consultorias que fez. Palocci virou ex-ministro e mais tarde caiu na Lava Jato.

    Flávio Bolsonaro também se esconde na sombra do segredo da atividade de advogado. Mas quem quer ser presidente da República precisa ter tudo aberto e passível de escrutínio do eleitor. Do contrário, a dúvida vira suspeita e o voto pode não vir.

    O Estado de S. Paulo, Política, Opinião, 24/07/2026 | 09h30 Por Francisco Leali

    https://www.estadao.com.br/politica/francisco-leali/flavio-bolsonaro-emitiu-41-notas-fiscais-e-quer-ser-candidato-sem-dizer-quanto-recebeu-e-quem-pagou/

  3. Flávio errou, caiu, acabou, mas continua na cola de Lula

    Pesquisa eleitoral a essa altura vale menos ainda que promessa de candidato na campanha presidencial. Dito isso, não vai se falar aqui sobre pesquisas.

    Algumas delas deram Lula finalmente com algum respiro, recuperando-se à frente de Flávio.

    Esse é o ponto: não é sobre Flávio, nem sobre taxas, mas sobre Lula, um personagem histórico que pleiteia um inédito (dentre tantos ineditismos que já conquistou) 4º mandato pelo voto popular.

    Os analistas, colunistas e comentaristas já vaticinaram os múltiplos fins de Flávio (Vorcaro/“Dark Horse”, Michelle/vídeo, Alexandre de Moraes/Carta de Jair, Trump/tarifas), mas esse funeral na prática não ocorreu. Ainda.

    De um lado, só maus agouros, de outro todas as proteções possíveis. Ainda assim, nenhum abalo sísmico por ora.

    E isso tem muito mais a ver com Lula do que com Flávio. Para todos os efeitos práticos, Flávio continua na cola de Lula. O que importa para efeito de análise é observar Lula e o que pode estar ocorrendo. Até agora.

    As profecias midiáticas tenebrosas não vêm se confirmando sobre o candidato da oposição e tampouco os coelhos da cartola do governismo vêm produzindo mágicas imediatas para a plateia.

    A saraivada de acusações, prisões, denúncias e o festival de criminalização da política com a coincidência notável de atingir mais um lado do que outro nesta quadra política, nem alteraram profundamente os sismógrafos do humor popular.

    E aí resta a pergunta: e Lula, sim, ele, o cara? Lula tem a faixa nos ombros.
    Lula é a lenda. Lula é uma era que se desafia mais do que é desafiado por Flávio, a rigor. Desafia-se a um tetramandato depois de realizar um governo que não precisa ser comparado a nenhum outro para ser julgado no máximo regular –basta comparar-se a si mesmo.

    Flávio é o termômetro de Lula. Se Lula não consegue cristalizar uma dianteira folgada com tudo que se fala contra Flávio, não é sobre a força de Flávio. Mas sobre os limites de Lula.

    Lula disputa com ele mesmo, antes de disputar com Flávio. Disputa com o que foi e com o que pode não vir a ser, baseado no que não foi no atual governo.

    Apesar de todo o apedrejamento que sofre (Flávio) por ser “genocida, frouxo, covarde, mentiroso, maluco, aloprado, ignorante, imbecil, traidor da Pátria, golpista e fujão” – termos que o “pacifista” Lula usou contra o “belicoso” pai Jair ao longo dos últimos anos e que, por herança, a militância e uma parte da crítica lhe devota.

    Flávio e sua eventual ou suposta resiliência significam mais do que o avanço do extremismo ou de satanismos ideológicos. São um sinal evidente da fadiga de material do fenômeno histórico e sociológico chamado “lulismo”. Flávio é o reflexo de um lulismo fadigado.

    A eleição vai acabar. O Brasil não. Vai haver um dia seguinte. Para ser mais exato, 1.464 dias de mandato presidencial.

    Os que menosprezam tanto Flávio deviam olhar a questão pelo avesso: se até Flávio representa um risco para Lula, isso engrandece Flávio ou apequena Lula? Não o Lula histórico, mas o atual Lula?

    Na lógica da polarização, uma das duas hipóteses necessariamente teria de estar correta. Ou os 2 são grandes. Ou pequenos neste momento.

    Lula joga com as brancas. É o incumbente. As engrenagens da reeleição sempre favoreceram o postulante que já ocupa o cargo. A reeleição é na verdade um plebiscito no meio de um mandato de 8 anos: o atual deve continuar?

    É aí que a situação de Lula se complica e, ao mesmo tempo, reside sua chance. Complica-se porque pela lógica estrita da reeleição, seu Lula 3 não foi e não é arrebatador. O Brasil não está eufórico com o Lula de 2026.

    Mas sua chance reside no fato de que acumulou, mais do que ninguém, justamente por ser o que lhe prejudica mais –ser o epítome da política– todos os atributos de um gigante lutando sua última batalha, capaz de utilizar todos os meios possíveis e de contar com uma retaguarda de apoio na mídia e no chamado sistema, como só ele seria capaz de se beneficiar.

    A Presidência é pesada e se ao mesmo tempo imobiliza, tem a inércia de seu peso que desloca seu ocupante algumas centenas de metros a mais que o concorrente por pura força da função.

    Numa dessas, Lula ganha numa disputa apertada, ainda mais com a mídia e muitos setores das instituições saindo da arquibancada e entrando em campo para “salvar” o Brasil da “extrema” direita, de “Trump”, de “Elon Musk”, dos “algoritmos” e agora também das “bets”.

    E quanto ao roubo de celulares, a miséria, a fome, a educação e a saúde? Calma, um inimigo de cada vez…

    Resumo: praguejam tanto contra Flávio e ele sobrevive. Sua sobrevivência é só a face de que há uma ferida profunda não no mito de Lula como personagem histórico, mas como gladiador político na arena eleitoral.

    O Flávio que sobrevive a todos os oráculos tenebrosos é o espelho de um Lula que está no limite entre o possível e o impossível.

    Fonte: Poder360, Política, Opinião, 23.jul.2026 – 5h58 Por Mario Rosa

  4. “15 palavras que os satanistas usam para nos manipular.”
    24 de julho de 2026.

    “Assim como o termo distorcido “isolacionista” foi aplicado aos americanos que se opunham à participação dos EUA no segundo genocídio branco dos banqueiros cabalistas (a Segunda Guerra Mundial), uma série de novos termos força a humanidade a entrar na Nova Ordem Mundial orwelliana.

    Os termos “supremacista branco” e “nacionalista branco” são aplicados a pessoas de ascendência cristã europeia que não desejam se tornar minorias em seus próprios países. Elas são caluniadas e difamadas, acusadas de “ódio” pelo crime de defender sua herança cultural.

    A linguagem é controle mental, parte da ordem satânica globalista.

    ” Haters” são as pessoas que o judaísmo organizado odeia. “Extrema-direita” é qualquer pessoa que defenda os valores que nos foram corretamente ensinados: liberdade individual, propriedade privada, livre iniciativa e concorrência. “Extrema-direita” é qualquer pessoa que se oponha ao comunismo, que é o monopólio tirânico dos banqueiros sobre TUDO — intelectual ou material. A mídia nos induz à complacência, mas as guerras mundiais são apenas um pretexto para destruir a civilização cristã e matar patriotas. A sociedade está sob um ataque oculto e cruel do judaísmo organizado, que usa seus maçons como capangas. Eles precisam recorrer à calúnia e à intimidação porque estão errados e sabem disso.”
    Continua, em: https://www.henrymakow.com/

  5. O principal motivo da “neutralidade” do centrão no 1º turno é conhecido por todos: os caciques destes partidos tem o rabo preso e sabem que qualquer declaração de apoio ao candidato anti-sistema pode desencadear uma série de investigações pela PF, MPF e STF, os braços policialescos do PT (partido dos traficantes).

    Para o Flávio, manter-se afastado desses caciques é positivo: são tóxicos e podem ser cooptados pelo narco-Luladrão para sabotar a campanha oposicionista.

  6. Senhor Panorama , ambos Ronaldo Caiado e Romeu Zema pretendentes a presidência da república respectivamente , são farinha do mesmo saco , maus elementos , de má índole e lesa-pátria .

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