Eleição de 2026 terá recorde de chapas puro-sangue desde a redemocratização

7 thoughts on “Eleição de 2026 terá recorde de chapas puro-sangue desde a redemocratização”

  1. A tempestade vem de fora

    Nunca a geopolítica pesou tanto na definição do futuro presidente

    A eleição deste ano traz ingredientes antigos — escândalos, denúncias, investigações — e um novo, de peso inédito na cena tupiniquim neste século: a geopolítica.

    Porém, nunca, na história recente, a geopolítica pesou tanto em uma eleição.

    Pela primeira vez, o resultado da eleição pode ser decidido por fatores externos.

    Nada se compara ao momento atual, marcado por tarifaços e trocas de farpas entre Lula, Javier Milei e Trump. Tudo em meio a um tarifaço que atinge severamente nossas exportações.

    O que muda é a procedência da tempestade que não é apenas made in Brazil. Antes, ela nascia dentro do país. Agora, parte expressiva vem de fora, escapando do controle dos próprios candidatos.

    A novidade de 2026 não é haver drama, o que já é tradição nacional. É que, pela primeira vez o resultado da eleição pode ser decidido por fatores externos.

    Fonte: Revista Veja, Política, 7 ago 2026, 11h07 Por Murillo de Aragão

  2. A dança de Lula e Flávio na lama

    Escândalos de ambos os lados sequestram o debate eleitoral, transformam a PF em grande eleitor e empurram para segundo plano a discussão sobre os desafios e o futuro do País

    A Polícia Federal (PF) tornou-se um grande eleitor da disputa presidencial deste ano.

    São as investigações da PF nos escândalos que se multiplicam ao redor dos dois principais candidatos, Lula e Flávio, que têm o potencial de decidir quem vai presidir o País a partir de 2027.

    O que os candidatos têm a propor para enfrentar questões relevantes e prementes, como o alto endividamento público, a asfixia financeira das famílias e dos empresários, a baixíssima produtividade, as imensas carências da educação pública, o papel do Brasil num mundo em grande transformação tecnológica e geopolítica e as mudanças drásticas no comércio internacional?

    Tendo em vista que Lula não tem nada de novo a oferecer ao Brasil, depois de tantos anos de governos medíocres, e que Flávio é declaradamente um figurante na sua própria campanha, sem ter a mais remota ideia do que fazer caso se torne presidente, teremos pela frente uma das campanhas eleitorais mais sofríveis da história brasileira.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 09/08/2026 | 03h02 Por Editorial

  3. Os candidatos mais rejeitados são também os mais cotados para vencer as eleições

    Os dois candidatos mais rejeitados, os mais odiados, os mais cotados para vencer as eleições, exatamente esses não se dispõem a expor suas ideias ao grande público, nem se expor à sanha dos adversários em busca de um lugar no segundo turno.

    Os dois têm dificuldades próprias, a começar pelos filhos.

    Na verdade, Lula tem o Lulinha em situação difícil, mas quem tem problemas com o filho do lado da direita é o ex-mito, que indicou Flavio como seu avatar e está vendo a candidatura sendo arrastada por escândalos sucessivos.

    (…)

    Fonte: O Globo, Política, Opinião, 09/08/2026 04h30 Por Merval Pereira

  4. Senhor Panorama , a geopolítica esta pesando no atual pleito eleitoral , por ” graças e obras ” de nossos inimigos internos nacionais Brasileiros , por terem-se aliados e associados a governos estrangeiros , com o intuito de forçar uma intervenção estrangeiras em assuntos internos Brasileiros e até mesmo intervenção militar no Brasil .

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