
Sempre evasivo, Flávio não tem projeto algum, na verdade
Adriana Fernandes
Folha
O presidenciável Flávio Bolsonaro joga parado nas promessas que faz para a economia durante a campanha eleitoral. Ele tem sido beneficiado por não ser o candidato incumbente, diferentemente do presidente Lula, e pelo baixo nível de cobrança dos analistas do mercado financeiro, dos eleitores e também da mídia que acompanha seu périplo diário na disputa pelo Palácio do Planalto.
Instado a falar sobre medidas econômicas que adotará caso ganhe as eleições, o candidato do PL fala de “tesouraço” nas despesas do Orçamento, gatilhos para contenção de gastos, redução de ministérios, corte de cargos comissionados e mudanças na reforma tributária.
CARONA – Enquanto pega carona nas críticas ao crescimento da dívida pública no governo Lula, ele promete o maior corte da história da carga tributária do país via redução de impostos e desoneração da folha de pagamento das empresas.
Com a declaração de que “não fará economia em cima de aposentados” —frase moldada pelos seus estrategistas de marketing político—, repete a tática do pai. É sempre bom recordar. Para barrar medidas do seu ministro da Economia, Paulo Guedes, voltadas ao financiamento do Auxílio Brasil (o antecessor do atual Bolsa Família), Jair Bolsonaro saiu-se com a histórica frase de que “não tiraria de pobres para dar para paupérrimos”.
DESCULPAS – Ao final, o Auxílio Brasil foi bancado pela PEC dos Precatórios, que empurrou parte do pagamento dessas despesas com sentenças judiciais. Flávio também já admitiu em entrevista ao SBT que não daria detalhes sobre onde cortaria os gastos. Fazer isso, segundo ele, geraria “um castelo de cartas”.
Por outro lado, ele já disse que não pretende dar fim aos pisos constitucionais da saúde e da educação nem acabar com a vinculação do salário mínimo à inflação ou realizar uma reforma da Previdência. Com base no pouco que o candidato disse e também no que falou que não faria, a conclusão a que se chega é que a conta não fecha. Ninguém acredita. Ou ele não fala a verdade, ou vai praticar estelionato eleitoral se ganhar a eleição.
Seria proveitoso acrescentar que com o Ladrão™ as contas nunca fecharão.
Dona Adriana Fernandes da Foice de São Paulo meteu o martelo funesto no Flavio.
Na visão dela nem o couro dele serve pra fazer cuíca ou tamborim.
Esperar que um político inapto, inoperante, incompetente e sem preparo como Rachadinha apresente um plano ou projeto de governo para o país é uma idiotice.
O projeto dele e de sua famíglia é claro e objetivo: entregar o país e submeter a soberania e os recursos nacionais aos interesses do governo trumpista em troca de intervenção e apoio eleitoral do trumpismo.
Alguém teria alguma dúvida disso?
Barba, porém, disse que vai falar com Trump e pode “tirar o pão da boca” dos Bolsonaros, submetendo o país ao trumpismo antes deles.
Acorda, Brasil! Presta Atenção!
E as promessas do molusco que sempre fala e nunca cumpre. Esta terminando o mandato e até agora não fez a colheita
Sempre evasivo, Flávio não tem projeto algum, na verdade
Segue o pai Bolsonabo, a único projeto é a língua..
Aliás, nenhum deles tem projeto para o Brasil
aquele abraço
O falso patriotismo (dos Bolsonaros)
O falso patriota cobre-se com a bandeira, proclama-se intérprete exclusivo da vontade nacional e apresenta os adversários como inimigos do país. Confunde a pátria com seu partido, seu grupo ou sua própria pessoa.
O patriotismo de fachada transforma-se, assim, em instrumento de absolvição: quem se apresenta como salvador da pátria espera que seus erros sejam esquecidos em nome de uma missão superior.
Na retórica bolsonarista, a pátria aparece associada à religião, à autoridade, à ordem, à segurança e à preservação da família. O candidato tenta converter o sobrenome em patrimônio eleitoral e transformar a lealdade ao pai em compromisso com o Brasil.
Também aí existe uma operação de apropriação simbólica. Ninguém possui o monopólio da família, da fé ou da moralidade.
O falso patriotismo alimenta-se da polarização. Precisa dividir a sociedade entre patriotas e traidores, pessoas de bem e agentes do mal, defensores do povo e inimigos dos pobres.
Essa linguagem simplifica a realidade e dispensa a prestação de contas. Se o líder representa a pátria, criticá-lo passa a ser interpretado como agressão ao próprio país. Se encarna o povo, investigar seus atos torna-se perseguição.
A pátria pertence a todos. Quando um político tenta tomá-la para si, é prudente verificar o que pretende esconder sob seu manto.
Fonte: Metrópoles, Opinião, 09/08/2026 10:00 Por Gaudêncio Torquato
A mesma dicotomia se mostra em quase todos os comentários: direita contra a esquerda. E nunca deu certo!
O problema, no meu entendimento, é eleger o político capaz e pouco comprometido com a corrupção.
Assim, nem o garoto Flávio nem o velho Lula prestam para esse tipo de escolha. Um inexperiente, agressivo e autoritário como o seu papai; o outro, o velho sindicalista , nunca prestou e não vai ser agora que vai mudar.
Temos que deixar de lado essa bipolaridade e apostar em um candidato para mudar o status quo.
Opinião:
Opinião:
O Ladrão™ TEM QUE ganhar as eleições para que continue sangrando o Brasil até que seus próprios eleitores/vagabundos/cúmplices sangrem também bastante e peçam a sua cabeça e de seu vice, ainda que milhões de inocentes paguem a conta como todos.
Qualquer um outro (que vença as eleições) tentará resolver os problemas das contas públicas e demorará muito tempo com isso. E de nada adiantará terminar qualquer obra de arrecadação (obra para jamais terminar), porque milhões de eleitores / vagabundos / cúmplices dirão que nada foi feito.
E se houver guerra civil ? Ora, que não se esqueça que “nossos criminosos” estarão preparados para eliminar o resto que protestar. Ou que ironizar a tragédia anunciada há bastante tempo. Chega de dicotomia !
Para o “grupo constituído”: continuem fazendo a campanha para seu ladrão™ cachaceiro, e corrupto. É o que vocês fariam se lá estivessem.
O plano do Luladrón, transformar o Brasil num estado narco-socialista, está em andamento. Metade das cortes superiores aparelhadas com aliados do narcotráfico, PF (pocilga federal) a serviço do Foro de SP e o MP aparelhado para defender os ‘mininos’ do NarcoLula.
Esperar um plano de governo de um político incompetente como Flávio é tolice, típica de seus aliados.
O objetivo dos Bolsonaro sempre foi claro: dar um golpe de Estado e impor uma ditadura.
Fracassados nessa tentativa, buscam derrotar Lula com o apoio de Trump, oferecendo em troca a soberania e os recursos do Brasil.
Contudo, ao negociar diretamente com Trump, Lula pode neutralizar os Bolsonaro e antecipar uma relação pragmática com os EUA, ainda que isso pareça um paradoxo.
O babaca esquece que a China está levando tudo porque o Ladrão™ é canhoto, sim. E os brasileiros que levaram as chicotadas na Bahia mereceram apanhar,, porque “Todo castigo para quem sofre da Síndrome de Estocolmo é pouco“.