Milei e deputado dos EUA elevam tom contra Lula
Luciana Casemiro
O Globo
As novas ofensas proferidas por Javier Milei contra Lula, nesta segunda-feira, e a postagem de uma montagem em que o rosto de Nicolás Maduro é substituído pelo do presidente brasileiro, acompanhada de uma garrafa de cachaça e da legenda “O que o espera… #Brasil”, pelo deputado americano Carlos Gimenez, no fim de semana, são sintomas de um cenário em que a imagem e os anúncios nas redes sociais vêm ganhando maior protagonismo do que a execução da política externa, avalia Carlos Frederico de Souza Coelho, professor de Relações Internacionais da PUC-Rio e da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme).
Na avaliação do professor, essas manifestações tendem a se intensificar com a proximidade das eleições, o que imporá ao Brasil o desafio de separar a política externa institucional da disputa eleitoral. Ele pondera, porém, que essa divisão é bastante difícil de ser feita a apenas dois meses da eleição.
CAUTELA – “Estamos a 60 dias das eleições, e isso deve se intensificar. Acho que o governo brasileiro tem que ter bastante cuidado em separar a política externa institucional da eleitoral. Esse é o ideal, mas talvez também seja impossível de se fazer isso a 60 dias da eleição”, afirma.
Para Carlos Frederico, o governo não deve responder a toda e qualquer provocação. Isso porque uma resposta oficial pode alimentar um novo ciclo de notícias e dar ainda mais visibilidade a algo que, em outras circunstâncias, poderia passar despercebido.
PROVOCAÇÃO – “É claro que essa postagem do deputado americano é ridícula. Mas, se o governo responder, isso joga mais atenção para o assunto. É um congressista entre centenas nos Estados Unidos; não é uma manifestação do governo americano. Se o governo americano fosse responder a qualquer post de cada um dos 513 membros da Câmara do Brasil, as coisas também não funcionariam bem. É preciso tomar cuidado e traçar uma linha tênue entre o que é uma agressão institucional e o que é uma provocação que é melhor deixar sem resposta, sob o risco de gerar ainda mais atenção para algo que ninguém teria visto”, afirma.
Sobre os efeitos que esse tipo de postagem pode ter sobre as eleições, o professor afirma que a interferência externa tende a ser mal recebida pelos eleitores. “A premissa geral é a de que eleitores não gostam de interferência externa”, finalizou
BRICS – A NOVA ORDEM MUNDIAL – BRASIL – RÚSSIA – INDIA – CHINA – ÁFRICA
Ingrid Souza
Gente, há dois meses meu filho / sobrinho resolveu ir pra Ucrânia para participar dessa maldita guerra…
Iludido e Seduzido pelo dinheiro que ganharia.
Esse nosso sobrinho, quando meu irmão, o pai dele, morreu ele morou um tempo comigo depois com minha irmã e depois com a outra.
Hoje, toda nossa família está em Mãe do Rio, chorando e inconsolável pois nem o corpo de nosso menino poderemos velar e sepultar.
😭😭😭😭😭😭
Quanta tristeza!!!
Estamos todos com os corações despedaçados aqui.
😭😭😭
Lutamos muito pra tirar isso da cabeça dele, mas ele só dizia uma coisa:
Tio, eu vou voltar rico de lá, são só 6 meses.
😭😭😭😭
Nessa primeira missão que ele foi, morreram ele e os amigos deles (brasileiros e colombianos)
A dor de perder um menino de 19 anos é indescritível!!!!
😭😭😭😭
Então, gostaria de pedir pra todos que verem essa postagem…
Se vc conhece alguém que tenha isso em mente, tire da cabeça dele, não deixe ele se iludir com a investidas dos abutres.
Lute pela vida dos seus .
Compartilhe para que esse post chegue e ajude alguém que tem essa vontade.
Motivos das guerras!
IRÃ MAÇÔNICO
Makow – Detesto os sionistas tanto quanto qualquer um, mas estamos enganados se imaginarmos que o Irã seja inocente. A guerra com o Irã é uma farsa. Observem que o Irã não atacou navios de guerra americanos nem instalações nucleares israelenses.
As guerras mundiais são farsas arquitetadas pelos Rothschild para destruir a civilização ocidental e matar patriotas e crentes. Cada guerra coloca as alas esquerda e direita da Maçonaria judaica, do Comunismo e do Fascismo umas contra as outras.
Na Segunda Guerra Mundial, os Aliados eram comunistas, enquanto o Eixo era formado por fascistas ou sionistas. Ambos os lados eram controlados pelos Rothschild. De forma semelhante, a Terceira Guerra Mundial coloca os comunistas (BRICS, China, Irã, Rússia e Canadá) contra os fascistas (EUA, Israel, Ucrânia e Argentina). Os primeiros se opõem ao genocídio em Gaza.
Enquanto estes últimos, Nigel Farage, Pierre Poilievre, Marine Le Pen, etc., o toleram.
Como demonstra Patrick O’Carroll, o Irã e o eixo da “resistência” (Irã, Hamas, Hezbollah e os Houthis) são todos maçons. Os fascistas Netanyahu e Trump também são maçons. Netanyahu financiou o Hamas.
Em última análise, o “fascismo” é uma falsa oposição ao comunismo e será derrotado novamente. O papel do fascismo é desacreditar os valores do MAGA: raça, religião, nação e família, e preparar o caminho para o comunismo ao estilo chinês em todo o mundo.”
https://www.henrymakow.com/
Milei e bate-pau do trumpismo.
Senhor José Guilherme schossland , de fato , caso o IRÃ quisesse poderia bombardear e afundar vários navios de guerra dos EUA , além de bombardear todas as usinas nucleares Israelenses e até mesmo bombardear os silos de armas e bombas nucleares Israelenses , mas Israel x EUA não hesitaram em bombardear e explodir as usinas e centros de pesquisas nucleares Iranianas , contado com os serviços de espionagens da AIEA – TNP – ONU , culminando num ataque de precisão contra os alvos acima citados .
CONCLUSÃO
O PROPÓSITO fundamental do Irã maçônico [“islâmico”] é servir como Oposição Controlada para concretizar a Parte 3 do “Plano Albert Pike”, originalmente elaborado em agosto de 1871; e a Maçonaria é o veículo perfeito para isso!
Entre 1844 e 1874, em sua extensa obra “Malbim sobre Ezequiel”, o “santo” rabino Meir Leibush ben Yehiel (Michel Wisser) afirmou: O plano talmúdico-sionista para a “Guerra de Gogue e Magogue” em três partes prevê que Ezequiel 38 se refere à Primeira Guerra Mundial; Ezequiel 39 à Segunda Guerra Mundial; e Zacarias 14 à Terceira Guerra Mundial. Mais detalhes aqui: https://www.sefaria.org/Malbim_on_Ezekiel?tab=contents .
Extraido, de: https://www.henrymakow.com/
Em qualquer campanha eleitoral os concorrentes se acusam mutuamente de tudo que quiserem, exceto nos países comunistas onde seus ditadores sempre vencem com cem por cento dos votos. O exemplo mais visível é o da Coreia do Norte.
Senhor James Pimenta , lembre-se que no mundo Árabe não existem esses problemas de acusações mútuas , por não existirem eleições nas monarquias totalitárias Árabes , onde o povo Árabe não tem vez , exceto em Israel e IRÃ únicos países Árabes á terem eleições populares , sendo que que mesmo não existindo eleições nas monarquias Árabes , os EUA x Israel apoiam essas ditaduras Árabes , por lhe serem úteis e estão pouco ou nada ligando para a liberdade dos povos Árabes vivendo sob ditaduras .