Relatórios usados por Moraes citam advogado-geral da União
Tainá Falcão
CNN
O advogado-geral da União, Jorge Messias, vê um movimento da cúpula da Polícia Federal para desgastá-lo em meio à crise envolvendo integrantes do STF (Supremo Tribunal Federal). A visão tem sido compartilhada nos bastidores com aliados.
A avaliação ganhou força depois de divulgados relatórios de inteligência produzidos pela PF sobre André Mendonça. Um dos documentos cita Messias ao mencionar o apoio de Mendonça à indicação do advogado-geral ao STF como parte de uma suposta estratégia do ministro para alterar a correlação de forças na Corte.
“CORTINA DE FUMAÇA” – Nos bastidores, interlocutores de Messias avaliam que as críticas à atuação da AGU funcionam como uma espécie de “cortina de fumaça” diante do desgaste provocado pela crise no Supremo.
A PF havia pedido à AGU para questionar decisões de Mendonça consideradas pela corporação como interferência na autonomia das investigações. A avaliação dentro da AGU é de que um confronto com Mendonça dificilmente alcançaria o objetivo pretendido pela PF e ainda colocaria o governo Lula no centro da crise, o que o presidente teria deixado explícito ao AGU que não queria.
ARGUMENTO – Interlocutores de Messias questionam ainda por que, diante de eventuais irregularidades na condução das investigações, a PF não provocou a Procuradoria-Geral da República. O argumento é que o Ministério Público é responsável pelo controle externo da atividade policial e titular da ação penal pública. Na visão da AGU, portanto, caberia à PGR avaliar eventual interferência indevida do relator sobre a investigação, em vez de transferir à Advocacia-Geral da União a responsabilidade de confrontar Mendonça.
Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, chegou a procurar Mendonça posteriormente, mas, na avaliação de integrantes do governo, a crise já havia escalado. Apesar do episódio, o chefe da PF continua com a confiança do presidente e do governo.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Messias resolveu “crescer” na crise e comprou a briga contra a direção da Polícia Federal, que está completamente desmoralizada. Quem está em alta é a Associação dos Delegados da Polícia Federal, que partiram para o ataque contra o ministro Moraes, o procurador Gonet, o próprio Andrei Rodrigues (diretor da PF) e quem mais entrar na reta. É hora de Messias ficar fingindo de morto, senão pode ser atropelado pelo destino. (C.N.)
A Casa da Mãe Joana está patrocinando uma briga de foice no escuro.
Naquele ringue está todo mundo batendo, é rabo de arraia, rasteira, cambalhota, murro na cara, dedo no olho e chute na virilha, vale tudo.
Na qualidade de pagador de impostos penso no meu bolso onde estão metendo a mão, inspirado em Capistrano de Abreu, sentencio, quanta falta de vergonha na cara.
O outro Messias foi morto pelos fariseus, um outro está preso, será que está aberta a temporada de caçada aos Messias?
Tirada inteligente, “Atropelado pelo destino.”
Parodiando um poeta
E o tempo foi tecendo de desgraças
Na roca do destino a eterna teia
E o cargo prometido no STF
Foi um castelo na areia.
Olegário Mariano que me perdoe.
Essa frase carrega uma forte carga poética e filosófica, remetendo a grandes temas da literatura trágica e da mitologia. A expressão evoca imediatamente a imagem das Moiras da mitologia grega (ou Parcas, na romana), as divindades que teciam, mediam e cortavam o fio da vida humana, determinando o destino inevitável de cada indivíduo. A associação do “tempo”, da “roda do destino” e da “eterna teia” reforça a ideia de uma força superior e inescapável que molda a existência humana, muitas vezes conduzindo-a à tragédia.(IA)
Vorcaro, Moraes e Lulinha não decidem a eleição.
Para o povo, “são todos iguais, ninguém presta, e que não tem para onde correr”.
O que decide, de fato, a eleição, é o custo de vida massacrante — antigamente chamado de carestia.
Com o Brasil, as empresas e as famílias endividadas como estão, fica praticamente impossível de Lula se reeleger em outubro.
E ele já está sendo ultrapassado por Flávio em pesquisas de segundo turno.