Lula transforma o fim da 6×1 em vitória sobre Flávio no Senado

4 thoughts on “Lula transforma o fim da 6×1 em vitória sobre Flávio no Senado”

  1. Brasil: redução de 44 para 40 horas de trabalho semanais

    Foi finalmente aprovada no Brasil a redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais

    O Senado Federal aprovou a PEC que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e acaba com a extenuante/desgastante escala 6×1, aguardando agora promulgação.

    Se fala nessa redução de 44 para 40 horas semanais no Brasil há mais de 30 anos.

    Uma das propostas mais antigas e conhecidas sobre o tema foi apresentada na Câmara dos Deputados em 1995 (PEC 231/95), tramitando por décadas no Congresso Nacional.

    A última alteração na Constituição Federal ocorreu em 1988, quando a jornada máxima caiu de 48 para 44 horas semanais — ou seja, a discussão sobre novos cortes já dura quase quatro décadas.

    Antes, em alguns setores, imperava praticamente o escravagismo.

    O debate ganhou força definitiva e foi aprovado pelo Congresso Nacional (Senado e Câmara) em outubro de 2026, através da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019) que prevê a transição da jornada de 44 para 40 horas semanais (além do fim da escala 6×1) em um prazo de 14 meses após a promulgação.

    • APROVADO O FIM DA ESCALA 6 X 1

      Uma CAMPANHA importante e histórica que deve unir todos os brasileiros é inspirada em O PETRÓLEO É NOSSO

      AS TERRAS RARAS SÃO NOSSAS

      A TerraBras (ou Terras Raras Brasileiras S.A.)

      É a proposta de criação de uma nova empresa pública federal no Brasil, idealizada para atuar na exploração, pesquisa, refino e gestão de minerais críticos e estratégicos, com foco principal em terras raras.

      Principais pontos sobre a proposta:

      • Objetivo: Funcionar como uma “Petrobras dos minerais”, garantindo que o controle, o beneficiamento e a agregação de valor desses recursos fiquem no país, em vez de o Brasil atuar apenas como exportador de matéria-prima bruta.

      • Projetos de Lei: A proposta tramita na Câmara dos Deputados por meio de iniciativas como o PL 1754/2026 (liderado por parlamentares da Federação Brasil da Esperança) e o PL 1733/2026 (apresentado pelo deputado Rodrigo Rollemberg).

      • Regime de Partilha: Os projetos sugerem adotar o regime de partilha na produção mineral, onde a União participa ativamente dos recursos extraídos, de forma similar ao que ocorre na exploração do pré-sal.

      Debates e resistências:

      • Críticas do setor privado:

      O Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) argumenta que o principal gargalo do setor não é a falta de uma estatal, mas a carência de tecnologia de refino em escala industrial, infraestrutura e segurança jurídica, defendendo que os recursos públicos deveriam ser direcionados a órgãos já existentes (como a ANM e o Serviço Geológico do Brasil).

      • Posição do Governo:

      A ideia enfrenta resistências e divisões internas no governo federal e no Ministério de Minas e Energia, com avaliações de que a criação de uma nova estatal a poucos meses de eleições e em um cenário de restrição fiscal é politicamente e economicamente sensível.

      • Defesa da proposta:

      Movimentos sociais, sindicatos e parlamentares favoráveis (como os da bancada do PT) sustentam que a TerraBras é essencial para a soberania nacional, para a transição energética global e para evitar a entrega de reservas estratégicas a interesses estrangeiros.

      Portal da Câmara dos Deputados

      PL 1754/2026

      • REMINISCÊNCIAS DE 1888, 1889…

        A “República” do golpe.

        A Monarquia não caiu pelo que fez de mau.

        Foi pelo pouco que fez de bom.

        Dentre os principais fatores que contribuíram para a queda da Monarquia, são evidentes:

        A perda do apoio da elite agrária: Os grandes fazendeiros (os chamados “republicanos do 14 de maio”) ficaram revoltados porque a escravidão acabou sem que houvesse indenização financeira pelos escravizados libertados.

        Descontentamento do Exército, pois, após a Guerra do Paraguai (1864–1870), os militares ganharam força política, queriam maior participação no governo e sentiam-se desprestigiados pela monarquia.

        A crise com a Igreja Católica: Na década de 1880, ocorreu a “Questão Religiosa”, um desentendimento entre o Império e bispos católicos que fez a Igreja retirar seu apoio tradicional ao trono.

        Houve crescimento do movimento republicano: Ideias de governo republicano e críticas à figura de um imperador visto como envelhecido e distante ganharam força nos jornais e na sociedade.

        AO FIM E AO CABO

        A ABOLIÇÃO LEGAL DA ESCRAVIDÃO, mesmo tardia e desamparada, depois de décadas de covardia e lentidão leal “para manter o frágil equilíbrio do poder”, foi o estopim que uniu esses setores insatisfeitos, resultando no golpe militar liderado pelo Marechal Deodoro da Fonseca em 15 de novembro de 1889 e no exílio da família imperial.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *