
Revista The New Yorker anuncia a última dança de Lula
Deu na BBC News
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está diante de uma possível derrota que pode representar o fim de sua carreira e alinhar o Brasil a uma onda de direita que tomou grande parte da América Latina, diz uma coluna na revista americana New Yorker publicada nesta quarta-feira (21).
As chances no segundo turno estão a favor de Flávio Bolsonaro (PL), um político da direita radical, diz o texto assinado pelo jornalista Ishaan Tharoor. Para sustentar essa perspectiva, é citado o resultado “surpreendente” do primeiro turno, em que Flávio ficou à frente de Lula, além do histórico brasileiro de que, desde 1989, todos os candidatos à presidência que venceram o primeiro turno ganharam também o segundo.
ESPERANÇAS – “Lula espera que milhões de brasileiros descontentes, que não votaram no primeiro turno, ainda compareçam às urnas para votar nele”, escreve Tharoor, lembrando no entanto das amplas vitórias da direita no Congresso e nos estados.
“Mesmo que Lula consiga uma vitória apertada, ele poderá passar seu próximo mandato bastante limitado por uma estrutura federal dominada pela direita.”
Com Flávio como favorito na disputa, o Brasil está “prestes a se tornar o nome mais importante em uma longa lista de países latino-americanos que se voltaram para a direita nos últimos dois anos”, uma “guinada” que vai ao encontro da visão ideológica da gestão do presidente americano Donald Trump para o hemisfério, diz.
ÚLTIMA DANÇA – A coluna sobre o petista tem como título “A última dança de Lula” (em tradução livre), uma referência ao trecho de uma música famosa de David Bowie e do Queen, “Under Pressure”, que vem sendo usada em vídeos de apoiadores do presidente.
O texto enumera conquistas dos dois primeiros mandatos de Lula, citando a redução do desmatamento na Amazônia, a liderança do Brasil em questões climáticas e uma política externa que colocou o país à frente do chamado Sul Global.
São mencionados também “vultuosos gastos sociais”, favorecidos por um ciclo de alta nos preços das commodities e que fizeram com que “dezenas de milhões de pessoas” saíssem da pobreza.
LAVA JATO – O texto então aborda a derrocada política de Lula após o impeachment de Dilma Rousseff (PT) e a Operação Lava Jato, que o fez ficar na prisão por 580 dias, entre abril de 2018 e novembro de 2019.
Mesmo com uma nova vitória em 2022, na qual Lula derrotou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na eleição presidencial, o petista não tem conseguido conquistar brasileiros impactados pelo alto custo de vida, preocupados com questões referentes à segurança e à Justiça e pessimistas sobre o futuro do país.
O texto também aborda brevemente o governo de Jair Bolsonaro, político descrito como um ex-membro do Exército que “via com bons olhos o período da ditadura militar”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O texto compara Lula a Joe Biden, que tinha 81 anos e já estava meio gagá quando foi proibido de disputar a eleição na matriz USA. Lula também não diz coisa com coisa e fala até em exame de próstata nos discursos políticos, para dizer que as mulheres gostam de levar dedadas, acredite se quiser. (C.N.)
https://youtu.be/rWN2kF-nMck?is=nzPlIvuZyNBo4uDf
Olha aí dizimistas oportunista de carteirinha.
Olha aí fardão, em vez de escrever e falar M***da,vê se agrega conhecimento e fundamenta…