Direita se divide entre aceitar derrota e defender saída de Flávio para os EUA

6 thoughts on “Direita se divide entre aceitar derrota e defender saída de Flávio para os EUA”

  1. Autoproclamar-se presidente não parece ser um bom negócio

    O oposicionista Juan Guaidó também se autoproclamou presidente da Venezuela em 2019 e acabou, com o tempo, minguando e se isolando até desaparecer do cenário político venezuelano.

  2. A emenda saiu pior que o soneto

    Quando Flávio Rachadinha apaga sua autoproclamação de presidente e a substitui por “líder do Brasil”, ele comete um erro ainda maior, ofendendo o próprio pai.

    Afinal, se há um líder político na famíglia, este é o seu pai, Jair Bolsonaro, o verdadeiro detentor dos votos que Rachadinha obteve.

  3. Cumpre lembrar, para não esquecer, que o presidente do TSE (Nunes Marques) e o vice-presidente (André Mendonça), responsáveis por conduzir as eleições de 2026, foram indicados ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

  4. Não se deixe enganar

    Há muitas supostas informações que são fake News, servidas diariamente por bolsonaristas como ração para alimentar bolsotários.

    Acorda, Brasil! Presta atenção!

  5. A fuga do amarelão

    Não faltam sinônimos para definir Flávio Bolsonaro, fujão, como covarde, mentiroso e incapaz de encarar a lei

    Qual você prefere? Amarelão, covarde, medroso, pusilânime, frangote, maricas, desertor, foragido, poltrão, peidão, pipoqueiro, frouxo, trêmulo, borrão, arregão? Ou, numa palavra, cagão -digo, fujão?

    Se você for um dos meus fiéis leitores bolsonaristas ou um dos 59.826.041 eleitores que cravaram o número de Flávio Bolsonaro na urna neste domingo (25), a escolha é farta.

    Todas definem o caráter do homem que, não fosse por outros 64.256.232 brasileiros, poderia ser agora o presidente da República.

    Derrotado e sujeito a investigação e processo por uma quantidade de acusações -a escolha também é farta-, preferiu escafeder-se a enfrentar a Justiça. Onde está o machão que ele fingia ser?

    Fonte: Folha de S. Paulo, Opinião, 28.out.2026 às 8h00 Por Ruy Castro

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *