Flávio Bolsonaro promete dar anistia e abrir portas do Planalto para o pai

5 thoughts on “Flávio Bolsonaro promete dar anistia e abrir portas do Planalto para o pai

  1. Flávio Rachadinha se desespera inconformado com o fato de Barba ser recebido com pompa na Casa Branca e tirar aquela foto (para campanha) com Trump, sorridentes.

    A foto de Lula e Trump sorridentes na Casa Branca é insuportável para a famligia do ex-mito e seus seguidores.

    “Inveja mata”, diz a frase.

    Os bolsonaros espalhavam que tinham o monopolio do acesso a Trump, mas era mais um de suas fake news, conforme revelou Barba.

  2. Ciro Nogueira virou assombração: Flávio já benze o gabinete

    Tal pai, tal filho: Flávio aplica o rito do descarte com o ex-aliado Ciro Nogueira

    Flávio provou esta semana que é um herdeiro legítimo não apenas do sobrenome, mas do método. Ao ser confrontado com o escândalo de corrupção que envolve Ciro Nogueira e o Banco Master, o senador não hesitou em empurrar o aliado de longa data para debaixo do ônibus.

    O que antes parecia ser uma parceria estratégica para 2026, com Ciro sendo ventilado como o vice ideal, foi reduzido por Flávio a uma reles “cortesia”. A “vida como ela é” em Brasília não tem espaço para gratidão.

    Flávio, que se pelava de medo de ser tragado pelo lamaçal do Banco Master, resolveu largar a mão de Ciro com a mesma velocidade com que o seu pai entregava ministros ao primeiro sinal de crise.

    Para o filho do ex-mito, o convite ao senador do PP nunca passou de uma especulação de salão, um agrado feito “lá atrás” que o vento – e a Polícia Federal – trataram de levar.

    Enquanto Ciro Nogueira tenta equilibrar-se entre carros de luxo confiscados e uma mesada de R$ 500 mil reais, o bolsonarismo já procura um novo hospedeiro.

    Flávio faz o jogo da pureza conveniente: elogia o ministro André Mendonça por não “perseguir ninguém”, numa tentativa canhestra de se descolar do aliado caído enquanto se afasta do cheiro de queimado.

    O saldo da semana é cruel para o bolsonarismo (e Centrão). Lula saiu de dos EUA com sorrisos de Trump e um “I love you”, enquanto os adversários terminam a sexta-feira em clima de funeral político, sacrificando Ciro Nogueira no altar da própria sobrevivência.

    É o descarte por cortesia, uma especialidade do Clã que não garante parcerias e deixa rastro de feridos no campo de batalha.

    Fonte: Metrópoles, Opinião, 09/05/2026 07:21 Por Redação Blog Ricardo Noblat

  3. “Vamos comparar o Brasil de Lula e de Bolsonaro”, diz Edinho Silva, presidente do PT.

    O argumento não parece forte o suficiente para reeleger Lula.

    Não vai dar para jogar nas costas do ex-mito todas as mazelas de um Brasil que foi governado pelo PT por 17 anos, até agora, e pelo ex-mito, por 4 anos (e com pandemia).

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *