Aliados avaliam que presidente criou narrativas distintas
Andréia Sadi
G1
A estratégia adotada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante entrevista à Globo para responder às investigações que rondam seu entorno provocou preocupação dentro do próprio PT e na campanha. A avaliação de dirigentes ouvidos é de que, ao rifar Marcola e a lobista Roberta Luchsinger, enquanto protege Jaques Wagner e sai em defesa do filho, Lulinha, o presidente criou tratamentos diferentes para personagens de casos que tendem a ser explorados pela oposição na eleição.
O ponto considerado mais delicado hoje é Roberta, que Lula chamou de “pilantra”. Dentro do PT, ela é descrita como um “fio desencapado”: ninguém sabe exatamente o que ela pode fazer a partir de agora nem qual será sua reação depois de ter sido publicamente e em rede nacional atacada pelo presidente. Segundo o blog apurou, Roberta se irritou com a fala do presidente.
ERRO NA CALIBRAGEM – Há uma avaliação de que Lula errou na calibragem da resposta ao dizer inicialmente que não conhecia Roberta. Depois, começaram a circular diversas fotografias dos dois juntos.
No partido, ninguém ignora que foto, por si só, não comprova relação de proximidade — ainda mais envolvendo o presidente da República, que é fotografado com milhares de pessoas. O problema, dizem petistas, é político: era previsível que as imagens fossem usadas pela oposição para confrontar a declaração de Lula, e esse risco deveria ter sido medido antes.
A situação se agravou quando Lula chamou Roberta de “pilantra”. Pessoas que conhecem a lobista relatam que ela ficou extremamente irritada e se sente abandonada. E é justamente aí que mora a preocupação: o entorno do presidente não tem controle sobre o que Roberta pode dizer ou fazer daqui para frente.
RIFADO – A comparação feita internamente é com Marcola, visto por interlocutores como alguém de perfil leal, que também acabou rifado pelo governo. O tratamento contrasta, na avaliação de petistas, com o dispensado a Jaques Wagner, citado no caso Master e publicamente defendido pelo presidente. Wagner, inclusive, transformou a declaração de Lula em ativo político: publicou nas redes sociais a fala do presidente, numa espécie de aval público em meio ao episódio.
Lula também saiu em defesa do filho, atribuindo as suspeitas envolvendo Lulinha a versões e movimentos da investigação policial. É esse conjunto que acendeu o alerta: Lulinha, Roberta, Marcola, Wagner e as investigações deixaram de ser episódios isolados e começaram a formar uma mesma narrativa política.
Dentro do PT e da campanha, a preocupação agora é com o potencial de desgaste eleitoral — e, principalmente, com aquilo que ainda não se sabe sobre personagens que o governo decidiu abandonar pelo caminho.
andrea sadi é oceanicamente primária e medíocre, sem autoridade nem visão poliitica para tentar analisar atitudes de Lula. Se enxerga. vai estudar.
Uns gostam dos olhos, outros da remela.
Se a moça é um ‘fio desencapado’ Dom $talinacio há que por a barba branca de molho, uma mulher ofendida sendo vingativa até o diabo sai correndo de porta a fora.
Algumas coisas que não gosto, mulher malcriada, mulher pirracenta, mulher que torce pro Vasco e mulher que vota no PT.
Hehehe.
Deus me defenda de mulher pirracenta.
Com salário de R$ 107 mil, diretor de subsidiária da Petrobras doa a Lula
Com doação de R$ 40 mil, diretor da Transpetro, subsidiária da Petrobrás, se tornou o maior doador pessoa física da campanha de Lula
O presidente Lula recebeu uma doação de R$ 40 mil para sua campanha à reeleição de um dos atuais diretores da Transpetro, subsidiária da Petrobrás que atua no transporte e armazenamento de combustíveis.
A doação foi feita por Jones Alexandre Barros Soares. Ele é diretor de Transporte Marítimo, Dutos e Terminais da Transpetro desde abril de 2023. Pelo cargo, recebe salário fixo de R$ 107,7 mil, mais benefícios.
O repasse de Jones para a campanha à reeleição de Lula foi feito na quarta-feira (26/8). Com o montante, o diretor da Transpetro figurava como o maior doador pessoa física do petista até a sexta-feira (28/8).
Fonte: Metrópoles, Políitica, Opinião, 29/08/2026 11:05 Por Igor Gadelha
Rachadinha à la Lula?
Em mensagens, Vorcaro menciona jantar com Luciano Huck
Apresentador foi garoto-propaganda do Will Bank, controlado pelo Master
Leia mais em: https://veja.abril.com.br/brasil/em-mensagens-vorcaro-menciona-jantar-com-luciano-huck/
Lula chama lobista Roberta Luchsinger de pilantra na “Globo”…
https://www.poder360.com.br/poder-governo/lula-chama-lobista-roberta-luchsinger-de-pilantra-na-globo/
Dom Manuel, o Venturoso
Alexandre, o Grande
A-lei-xandre, o Lixo Careca
Lula, o Ladrão™
Luchsinger, a Pilantra.
Presidente, o Zé Pilantra (até o chapéu é igual ao da “entidade”).
Qualquer um que vença, mais cedo ou mais tarde, fará confisco do dinheiro dos contribuintes em conta corrente ou aplicações. Um deles irá roubar este dinheiro. Ou pedirá ao irmão ou ao filho para executar esta sinistra tarefa. Aguardem.
Justiça inglesa analisa o caso de Mario Ildeu de Miranda. Ele foi condenado a 4 anos e 10 meses de reclusão por lavagem de dinheiro pela 13ª Vara Federal de Curitiba, em 2019, no âmbito da Lava Jato. Em dezembro de 2023, a condenação foi anulada pelo ministro Dias Toffoli, do STF, que considerou que a Justiça do Paraná não tinha competência para julgar o processo.
Em 2020, antes da anulação no STF, a Justiça inglesa determinou o congelamento de uma conta bancária de Miranda no Reino Unido. Segundo a decisão, ele teve US$ 7.699.204,09 e £ 698.635,98 confiscados de suas contas, acusado de repassar propina a outros funcionários da Petrobras
Fonte: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/08/18/justica-inglesa-autoriza-provas-contra-alvo-da-lava-jato-a-revelia-do-stf.ghtm
Em dezembro de 2023, a condenação foi anulada pelo ministro Dias Toffoli, do STF
Bem , em 2022 é que não poderia.
A Receita Federal acusou formalmente dois delegados da Polícia Federal de adulterarem um inquérito contra um servidor do Fisco.
O relatório obtido pela imprensa afirma que a PF teria alterado a credencial aeroportuária do servidor para sustentar que ele entrou em área restrita do Aeroporto de Guarulhos sem autorização.
O detalhe que acendeu o alerta: A polícia usou na investigação duas credenciais diferentes do mesmo servidor. Uma com validade até janeiro de 2026. Outra até janeiro de 2028. Ambas com a mesma data de expedição no verso: fevereiro de 2026.
A Receita classifica isso como manipulação de prova e pede investigação criminal, civil e administrativa.
A PF nega. Diz que foi “falha de sistema”.
O caso não é isolado. É só o capítulo mais grave de uma disputa antiga sobre quem manda no combate ao contrabando e ao tráfico internacional de drogas no maior aeroporto do Brasil.
Em fevereiro, a PF tentou prender analistas da Receita que estavam em operação tática.
A Justiça arquivou o inquérito por falta de provas.
Agora a Receita contra-ataca.
Dois órgãos federais se acusando de manipulação e usurpação de função. No principal portal de entrada e saída do país.
A pergunta que fica:
Quem está realmente protegendo o interesse público… e quem está protegendo o próprio território?
Fonte: UOL