Moro volta ao palanque bolsonarista para impulsionar candidatura de Flávio no Paraná

7 thoughts on “Moro volta ao palanque bolsonarista para impulsionar candidatura de Flávio no Paraná

  1. É código disso, é código daquilo, mas o mais impressionante é que do Trump e cia, exceto o Papa Leão XIV, seu conterrâneo, ninguém exige código nenhum, não exigem nem sequer que os me$mo$ sejam submetidos ao polígrafo antes de emplacarem as suas mentiras compulsivas. POR ORA, O MELHOR CONSELHO, a nosso ver, é orar, rezar, vigiar e apegar-se às palavras confiáveis, sábias e libertadoras do Papa Leão XIV, contra a loucura por dinheiro e poder, porque o resto, infelizmente, salvo exceções, enquanto chefes de estados, ao que parece, “data venia”, estão quase todos comprometidos com a loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, representada pela plutocracia putrefata norte-americana, enquanto QG mundial da dita-cuja, que tem tudo a ver com as organizações criminosas loucas pelo vil metal espalhadas em todo o mundo, que tanto infernizam e infelicitam a vida da banda boa, honesta e do bem da Humanidade. https://tribunadainternet.com.br/2026/05/29/sem-consenso-sobre-codigo-de-conduta-stf-avalia-divulgar-palestras-de-ministros/#comments

  2. Trump quer dominar o Brasil. O que os brasileiros acham disso?

    A classificação de PCC e CV como organizações terroristas, uma ameaça inaceitável à soberania brasileira, num contexto de intervenção na América Latina, pode não ser a única arma de Trump contra o Brasil.

    Planalto, Itamaraty e setores alvos já se preparam para uma nova bomba: a conclusão do processo americano com base na “Seção 301”, que pode fazer grandes estragos na economia. O prazo está vencendo…

    A “Seção 301” da Lei de Comércio dos EUA dá direito a Washington de investigar, retaliar e impor sanções a qualquer país, sob pretexto de práticas comerciais consideradas contra os interesses americanos.

    Ou seja, vale tudo. A abertura da ação, em julho de 2025, citou de Pix à Rua 25 de Março em São Paulo. Seria cômico, não fosse trágico.

    Trump recuou do tarifaço de 50% e da aplicação da Lei Magnitsky, mas voltou com tudo ao trocar a relevante cooperação da PF com FBI e DEA por uma intervenção unilateral da CIA, que atua com espionagem e faz o que bem entende nos países, à revelia dos governos. E com a 301 pairando no ar.

    Por trás desse movimento estão a eleição brasileira e a família do ex-mito.

    A intenção de Trump parece clara: transformar o Brasil num joguete nas suas mãos e consolidar o caminho para assumir o controle do “quintal dos EUA”.

    Em tese, Trump pode usar PCC e CV para impor navios na costa brasileira, espionar governos, empresas e organizações aqui dentro (…) e, em última instância, promover ações armadas e prender nacionais, como na Venezuela, onde executou cidadãos, até sem provas de envolvimento com o narcotráfico, e sequestrou o presidente Maduro.

    Ou seja: o presidente dos EUA avança várias casas no jogo para se afirmar como quem manda no Brasil, onde se autoriza a fazer, acontecer, definir a eleição presidencial de outubro e tomar conta da casa a partir de 2027.

    A “boa química” com Lula é só química, a aliança maligna com os Bolsonaro é ação e audácia.

    O mais estarrecedor, entretanto, nem é a loucura de Trump, mas a ação antipatriótica e traiçoeira dos Bolsonaro. Eles, porém, têm de combinar (…) com todos os brasileiros, que tendem a se dividir quanto a esse assalto à soberania na mesma proporção da polarização política.

    Flávio e Dudu Bananinha comemoraram a invasão americana como vitória pessoal, um “grande dia”, e bombardeiam as redes sociais com a versão de que acionaram os EUA para combater o crime organizado, que o Brasil não tem condições de vencer. (…)

    O risco, porém, não é restrito ao campo e ao momento eleitoral, mas é principalmente diante do que vem depois, a partir de 2027.

    O que está em jogo é: o Brasil aceita uma intervenção americana, um governo submisso e um estrangeiro mandando no País e nas suas terras raras e definindo seu futuro?

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, Internacional, Opinião, 30/05/2026 | 20h00 Por Eliane Cantanhêde

    • “Planalto, Itamaraty e setores alvos já se preparam para uma nova bomba: a conclusão do processo americano com base na “Seção 301”, que pode fazer grandes estragos na economia. O prazo está vencendo…

      A “Seção 301” da Lei de Comércio dos EUA dá direito a Washington de investigar, retaliar e impor sanções a qualquer país, sob pretexto de práticas comerciais consideradas contra os interesses americanos.

      Ou seja, vale tudo. A abertura da ação, em julho de 2025, citou de Pix à Rua 25 de Março em São Paulo. Seria cômico, não fosse trágico.

      O mais estarrecedor, entretanto, nem é a loucura de Trump, mas a ação antipatriótica e traiçoeira dos Bolsonaro.”

  3. Combate a facções não deveria ter ideologia

    Direita e esquerda repercutem com viés eleitoral decisão de Marco Rubio de considerar PCC e CV terroristas

    Nos dois polos do espectro político veem-se reações inflamadas à decisão do governo Trump de classificar como terroristas as principais facções do crime organizado no Brasil, o PCC e CV. O jogo eleitoral explica grande parte dos discursos hiperbólicos.

    Para a direita adepta dessa e de outras bandeiras belicosas e populistas na segurança pública, trata-se do início de uma guerra implacável contra o narcotráfico —e, não menos importante, de uma medida associada ao encontro entre Trump e Flávio na antevéspera.

    Para a esquerda liderada pelo governo Lula, trata-se de ameaça à soberania e traição aos interesses pátrios maquinada pela família Bolsonaro —que, também nessa versão, acaba levando os créditos pela ofensiva trumpista.

    O intento de estender tal designação ao PCC e ao CV era conhecido havia meses e fazia parte das preocupações diplomáticas do governo Lula. (…).

    As consequências vão além da teoria, ao abrir caminho para intervenções armadas fora do território dos States, facilitar deportações e criar riscos de sanções contra pessoas, empresas e bancos pelos quais passe dinheiro das facções.

    Não há, até aqui, mais do que especulação em torno dos impactos da medida de Trump, inclusive os meramente eleitorais.

    (…)

    Fonte: Folha de S. Paulo, Opinião, 29.mai.2026 às 22h00 Por Editorial

  4. Senhor Panorama , o Presidente dos EUA Donald Trump somente mudou o foco devido ao seu fracasso na crise (ataque covarde e traiçoeiros de ISRAEL x EUA) contra o IRÃ , enquanto estava na mesa de negociações usada como distração por ISRAEL x EUA , e partindo contra o Brasil , por contar com ” apoio e conivência ” dos nacionais Brasileiros traidores e lesa-pátria tramando e conspirando contra o Brasil , achando pouco por estarem atolados até ao pescoço , para tirarem o foco de suas exposições nas páginas , policiais da imprensa .

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