
Charge do J.Bosco (O Liberal)
Pedro do Coutto
A nova sobretaxa anunciada pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros representa mais do que uma decisão de natureza comercial. Ao acrescentar 12,5% às tarifas que já incidiam sobre parte das exportações brasileiras, Washington eleva a pressão sobre o Brasil e transforma a relação econômica entre os dois países em mais um capítulo de uma disputa que há muito deixou de ser apenas tarifária.
A medida, que se soma à alíquota de 25% anunciada anteriormente, cria um ambiente de crescente tensão e expõe a fragilidade de uma relação bilateral submetida, cada vez mais, à lógica do confronto político. O argumento apresentado pelo governo norte-americano para justificar a nova cobrança é particularmente controverso.
JUSTIFICATIVA – Segundo a justificativa divulgada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), países afetados pela medida teriam falhado em impor e aplicar de maneira efetiva uma proibição à importação de produtos fabricados com trabalho forçado. No caso brasileiro, a acusação provocou reação imediata do governo, que considerou a justificativa descabida e sem fundamento.
É preciso, portanto, separar duas coisas. O combate ao trabalho forçado é uma pauta legítima e universal, que deve ser defendida por qualquer democracia. O problema surge quando uma questão de direitos humanos é utilizada como fundamento para uma política comercial unilateral sem que estejam claros os critérios objetivos, as evidências e a proporcionalidade da punição aplicada. A defesa dos direitos trabalhistas não pode ser seletiva, tampouco transformar-se em instrumento de coerção econômica.
A nova tarifa também precisa ser analisada dentro de um contexto mais amplo. A política comercial do governo de Donald Trump tem recorrido sistematicamente às tarifas como mecanismo de pressão sobre parceiros e concorrentes. Nesse modelo, a barreira alfandegária deixa de ser apenas uma ferramenta de proteção econômica e passa a funcionar como instrumento de negociação diplomática e, em determinadas circunstâncias, de pressão política. É justamente aí que está o aspecto mais preocupante para o Brasil.
DESAFIO – Quando tarifas são impostas com justificativas que ultrapassam a esfera estritamente comercial, o país atingido precisa responder com equilíbrio. Não basta reagir com indignação, mas também seria um erro aceitar passivamente uma escalada que pode prejudicar empresas brasileiras, trabalhadores e setores inteiros da economia. O desafio é construir uma resposta que combine firmeza diplomática, proteção aos exportadores e diversificação de mercados.
O Brasil tem razões para questionar a medida. A economia brasileira possui uma relação comercial relevante com os Estados Unidos, mas não depende exclusivamente do mercado norte-americano. O país tem condições de ampliar sua presença na Ásia, na Europa, no Oriente Médio e em outras regiões.
A diversificação, porém, não acontece da noite para o dia. Empresas que construíram cadeias produtivas e relações comerciais ao longo de décadas não conseguem simplesmente substituir um mercado por outro a partir de uma decisão governamental. Por isso, o tarifaço representa um problema imediato, mas também uma oportunidade para o Brasil rever sua estratégia de inserção internacional.
CAUTELA – A resposta brasileira não deveria ser uma guerra comercial movida pela emoção. Retaliações podem ser necessárias em determinadas circunstâncias, sobretudo quando mecanismos multilaterais e negociações bilaterais fracassam, mas precisam ser calculadas. Uma escalada indiscriminada poderia atingir consumidores brasileiros e setores que dependem de produtos, componentes e tecnologias importados dos Estados Unidos. O caminho mais inteligente é combinar diplomacia, direito internacional e política econômica.
O Brasil deve contestar as medidas nos fóruns adequados, negociar diretamente com Washington e, ao mesmo tempo, acelerar uma estratégia de abertura de novos mercados. Também precisa fortalecer sua indústria, agregar valor às exportações e reduzir a dependência de uma pauta baseada predominantemente em commodities. Quanto maior a capacidade brasileira de exportar produtos de maior valor agregado, menor será sua vulnerabilidade diante de decisões unilaterais tomadas por grandes potências.
A nova tarifa, nesse sentido, revela uma contradição importante da política comercial norte-americana. Os Estados Unidos defendem, com razão, padrões elevados de direitos humanos e combate ao trabalho forçado. Mas a credibilidade dessa defesa depende da consistência com que esses princípios são aplicados. Se o argumento humanitário aparece apenas quando serve para justificar barreiras comerciais, sua força moral inevitavelmente diminui.
COMBATE PERMANENTE – O Brasil também precisa fazer sua parte. Não há espaço para negar problemas reais relacionados ao trabalho escravo contemporâneo ou às violações trabalhistas que ainda existem no país. O combate a essas práticas deve ser permanente, independentemente de qualquer pressão estrangeira. Mas reconhecer problemas internos não significa aceitar que outro país estabeleça unilateralmente sanções econômicas sem transparência suficiente sobre os critérios utilizados.
É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre tarifas e passa a envolver soberania. Nenhum país deve ser indiferente às consequências de suas políticas comerciais. Mas também nenhuma nação pode aceitar que relações econômicas sejam utilizadas como instrumento para impor decisões políticas ou interferir em assuntos internos. O comércio internacional precisa de regras, previsibilidade e mecanismos multilaterais de arbitragem. Quando cada potência passa a impor unilateralmente suas próprias condições, o sistema internacional se torna mais instável e imprevisível.
ERROS PERIGOSOS – O Brasil, portanto, precisa evitar dois erros igualmente perigosos: a submissão e o nacionalismo inconsequente. Submissão seria aceitar qualquer medida externa por medo de represálias. Nacionalismo inconsequente seria responder a toda provocação com uma escalada que prejudique a própria economia brasileira. Entre os dois extremos existe uma política externa madura, capaz de defender interesses nacionais sem transformar cada conflito em uma crise permanente.
A nova sobretaxa de 12,5% é um sinal de alerta. Somada à tarifa de 25% anunciada anteriormente, ela amplia significativamente a pressão sobre as exportações brasileiras e mostra que a relação entre Brasília e Washington entrou em uma fase de maior complexidade.
O governo brasileiro precisa compreender que o problema não será resolvido apenas com discursos. Será necessário negociar, contestar, diversificar e proteger. Ao mesmo tempo, é preciso comunicar à sociedade, com clareza, quais setores serão afetados e quais medidas concretas serão adotadas para reduzir os impactos.
INSTRUMENTO DE PRESSÃO – No fundo, a questão central não é apenas quanto o Brasil pagará para vender seus produtos aos Estados Unidos. A questão é até que ponto o comércio internacional continuará sendo regido por regras compartilhadas ou se será progressivamente transformado em instrumento de pressão das grandes potências.
Se prevalecer a segunda hipótese, o Brasil terá de estar preparado. Porque, quando tarifas deixam de ser apenas tarifas e passam a funcionar como armas de pressão política, a resposta de um país não pode ser improvisada. Ela precisa ser estratégica.
O Brasileiro tem que deixar de analisar o que a “imprensa amestrada do lulopetralhismo escreve ou pensa” . Nesta semana saiu o Ranking Internacional dos países dentro da Indústria de Transformação e a colocação do Brasil é o retrato do Brasil nestes quase 20 anos de “lulopetralhismo” em nossa Nação, um desastre, estamos em 69.o Lugar, tudo por falta de Logística que traduzindo são as qualidades e estratégicas Rodovias, Portos, Aeroportos e Hidrovias, tudo em um desastre da Infraestrutura Nacional, claro, com a ausência dos Instrumentos auxiliares destas Logísticas. Isso não é culpa nem de Bolsonaro e nem de Trump, o desprezo pelo crescimento do Brasil e por uma Administração Honesta em todos os Poderes são o resultado de tudo isso. Quem vai Investir numa Nação Comandada por Fora das Leis que nem respeitam s Constituição de seu País e impões censuras a seus crimes em todos os Poderes ?
Sr, Pedro
Eu não invento nada, e também não aumento, mas os fatos não podem ser substituidos por narrativas soça-comuna-mitomaniacas…
Veja o que disse aquele que assinou a Cartinha do Amor pela Demogracinha do Narcoladrão, Mensalão, Petrolão, Roubos dos Velhinhos, Cama de 42 mil, Cabeçorra de Arrombar Navios vulgo frei chico, orçamento secreto, Banco Master, Pelegão Baiano e salãrios de 1 milhão para o guido mantega…
Arminio Fraga: “O quadro é desastroso”
Dívidas acumuladas pelas famílias, pelas empresas e pelo governo são um alerta de que a economia requer ajustes urgentes, segundo o ex-presidente do BC
Leia mais em: https://veja.abril.com.br/paginas-amarelas/arminio-fraga-o-quadro-e-desastroso/
Sr. Pedro
Veja o resultado dos 5 mandatos (20 anos) da Facção Criminosa Vulgar Nine Fingers.
A que ponto chegou os filhotes do 9F e do Piçol..
Vídeo: Grupo mata professora e arranca dedos dela para sacar dinheiro na BA…
https://noticias.uol.com.br/colunas/carlos-madeiro/2026/07/25/homem-mata-professora-arranca-dedos-dela-e-faz-saques-em-banco-da-ba-veja.htm?cmpid=copiaecola
PS.
Sr. Pedro
Veja a crueldade que esses comunistas eleitores do 9F fizeram com a idosa aposentada.
O que merecem esses monstros.??
A Bahia é campeã de violência no Nordeste.
Estado destruido pela Facção Criminosa 9F..
E agora.??
“Entendendo a farsa cabalista judaica de “esquerda versus direita.”
21 de agosto de 2023
“Controlamos tanto a esquerda quanto a direita” — Kuhn Loeb Banker
Em uma conversa franca durante um jantar após a Primeira Guerra Mundial, Otto Kahn, sócio do escritório Kuhn Loeb,
foi questionado sobre o motivo pelo qual os banqueiros capitalistas apoiavam o comunismo.
Ele respondeu que ambos têm “um propósito idêntico, a refilmagem”.
do mundo visto de cima pelo controle das riquezas, [Direita]
e de baixo para cima por revolução [Esquerda]. Todos eles são maçons (cabalistas).
O objetivo final deles é a deificação do cartel bancário Rothschild, que se apresenta como
representantes do povo judeu.
Assim, temos a facção comunista à esquerda (globalista, homossexual, pró-imigração, democratas dos EUA, Canadá, UE, Suécia) e a facção sionista à direita (nacionalista, heterossexual, republicanos dos EUA, Brasil, Hungria). Israel está no ponto de equilíbrio. Nenhum nacionalista jamais critica Israel.
“Purificaremos a ideia [de Deus] identificando-a com a nação de Israel, que se tornou seu próprio Messias. Seu advento será facilitado pelo triunfo final de Israel…”
Continua, em: https://henrymakow.com/geneva_versus_peace.html
EUA e China são que são, a evolução máxima da plutocracia putrefata, enquanto QG da dita-cuja, e da autocracia que superou a plutocracia, face às quais é impossível o Brasil se sobressair como nação protagonista independente sem se transformar internamente, índole, mentalidade, espiritualidade, disciplina e projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, com ênfase para o seu desenvolvimento interno, priorizando o seu próprio e melhor caminho, para crescer e se aparecer perante o velho mundo, dominado pela plutocracia e a autocracia, mas que ainda sonha com o possível novo mundo de verdade, que pode ser encetado pelo Brasil, que não tem outra saída senão liberta-se das suas velhas amarras e evoluir no sentido de assumir a nova vanguarda democrática do necessário novo mundo civilizado.
Às vezes sinto vontade de parar de criar posts e fazer comentários que contrariam os interesses do continuísmo da mesmice do establishment de plantão estabelecido no Brasil há 136 anos, mas daí me deparo com artigos e citações brilhantes que me instigam a continuar dando os meus pitacos, ainda em vida, não obstante a sensação de estar malhando em ferro frio, pregando numa seara que afeiçoa-se a um deserto de Homens e ideias, como definida pelo saudoso Oswaldo Aranha, o brasileiro que presidiu a ONU. “A mais famosa, verdadeira e incontestável reflexão de Winston Churchill foi feita no pós-guerra, em 11 de novembro de 1947, ao discursar como líder da oposição na Câmara dos Comuns. Disse ele: ‘Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem-se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos’. Aqui no Brasil, a partir da proclamação da República, vivemos uma democracia atípica e vilipendiada, sujeita a chuvas e trovoadas, tem resistido bem desde o fim do regime militar em 1985, mas sempre está correndo riscos, em eventuais episódios.”, como se vê no artigo abaixo de autoria do decano, Carlos Newton, editor-chefe da Tribuna da Internet, que cita tb Jean-Jacques Rousseau dizendo urbe et orbe que “Uma sociedade só será democrática quando ninguém for tão rico que possa comprar alguém e ninguém seja tão pobre que tenha que se vender a alguém”. O FATO É QUE FORA DA DEMOCRACIA E DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, sério, honesto e verdadeiro, não existe evolução humana civilizada e nem salvação para a Humanidade mas isto sim apenas loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, arvorada em anticristo e besta do apocalipse. E é aí que, a nosso ver, reside o problema, o descaminho e a desgraça maior do Brasil, ou seja, na escassez de democracia combinada com o excesso de loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, problemática essa a ser resolvida com Democracia de Verdade, séria, madura, sem sofismas, sem armações, sem golpes, sem ditaduras e sem estelionatos eleitorais que tem sido impostos pela loucura instigada pela força do dinheiro e das armas. FATOS que fazem do Brasil um país sui generis, capturado há 136 anos pela republica do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, arvorados em sócios-proprietários majoritários e vitalícios da dita-cuja república dos me$mo$, restando-nos, portanto, a impressão que não havia outra alternativa para o governo eleito nas eleições de 2022, e nem para o próprio STF, acuados pela loucura dos derrotados nas urnas, outra reação governista a ser tomada, que, infelizmente, não ocorreu em 1930 e nem em 1964, que, caso tivesse ocorrido àquela época, talvez já estivéssemos vivendo e convivendo numa situação democrática e institucional mais evoluída, mais tranquila, e não no estado de coisa$ e coiso$ que aí está, cada vez mais tumultuado, mais confuso, mais complexo, mais tormentoso e mais sofrido para a população sempre usada pelos me$mo$ como massa de manobras e bucha de canhão, e sem saída alvissareira à vista pelas mãos e delírios dos me$mo$ que o geraram, e que não se fazem de rogados e nem se dão por achados e até flagrados com as respectivas bocas nas botijas, e nem se dão conta de que se encontram bitolados, vigiados e espionados, diuturnamente, pela plutocracia norte-americana e a autocracia chinesa, e seus agentes, polarizada e em estado de guerra fria e quente pela supremacia e hegemonia econômica mundial, movidas pela loucura compulsiva e insaciável por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, operada à moda anticristo e besta do apocalipse, doença essa, contagiosa, com potencial para levar não apenas o ser humano mas tb a Humanidade e até o próprio planeta vida à extinção, doença essa que, a meu ver, tem como antídoto apenas a democracia de verdade, com meritocracia e Deus na causa, apartidária, a ser iniciada por algum lugar, antes tarde do que nunca, com apoio massivo da banda boa, honesta e do bem da Humanidade, para provar a que veio. https://tribunadainternet.com.br/…/conluio-entre…/…
A democracia partidária, infelizmente, enveredou-se para a loucura compulsiva e insaciável por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, em detrimento do mérito, fato que, infelizmente, nos faz a todos vítimas, reféns, súditos e escravos da dita-cuja que só convém aos donos de partidos, seus operadores e aproveitadores da malsinada lambança político-partidária-eleitoral, de modo que em sendo a democracia o poder e governo do povo para o povo, e a política o carro-chefe do conjunto da sociedade, que seja então dado, ou devolvido, ao povo o direito de assumir a democracia como seu legítimo titular, como propõe a Democracia Direta, com Meritocracia e Deus na causa, porque os intermediários do povo, atravessadores e aproveitadores, infelizmente, pegaram o bonde errado e, insustentavelmente, tornaram o molho infinitamente mais caro do que o frango. https://tribunadainternet.com.br/2026/07/25/com-medo-de-perder-a-presidencia-do-pl-valdemar-quer-evitar-a-eleicao-de-flavio/?fbclid=IwY2xjawTRtNpwZG9mAWV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkEDIyMjAzOTE3ODgyMDA4OTIAAR7lvLY7OWqevnEYsGFtviyqEcE91zxvkh6FLVaiic1Cy5ievldycTcmpkQybA_aem_fEnTmYK4CbUKbj5HeW3GPw#comments