STF cobra reação mais dura de Nunes Marques contra ataques às urnas

Nota divulgada por Marques foi considerada tímida 

Valdo Cruz
G1

O episódio dos vistos negados pelo Itamaraty a dois assessores do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, gerou uma reação muito negativa dentro do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Ministros das duas Cortes defendem que o presidente do TSE, Nunes Marques, condene duramente os últimos ataques às urnas eletrônicas e à missão dos Estados Unidos que viria ao Brasil para minar o sistema eleitoral brasileiro.

NOTA TÍMIDA – Na avaliação destes magistrados, a nota divulgada pela equipe de Nunes Marques foi considerada tímida e fraca, que não refletiria a gravidade do momento. A expectativa é que o presidente do TSE também mande esse recado na reunião com embaixadores, agendada para depois do recesso do Judiciário.

Segundo reportagem do jornal americano “The Washington Post”, os dois funcionários de alto nível do Departamento de Estado dos EUA viriam ao Brasil para levantar dúvidas sobre a integridade e confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro.

Os dois pediram audiência com Nunes Marques, mas que não foi agendada por causa do recesso do Judiciário. Mesmo assim, mantiveram a viagem para encontros com lideranças políticas e religiosas. Os dois são jovens de extrema-direita. Um deles já foi enviado em missão a outros países para apoiar candidaturas de diretas e tentar influenciar no processo eleitoral local.

6 thoughts on “STF cobra reação mais dura de Nunes Marques contra ataques às urnas

  1. Não resta a menor duvida pra a esquerda que os gringos querem esculhambar com tudo aqui, querem esculhambar nossas urnas, nossa democracia e nosso ministro e nosso presidente.
    A nossa sorte é nosso jornalismo composto de abnegados democratas e vigilantes contra os malfeitores, golpistas e espiões americanos.
    Somos uns sortudos!
    Apesar do Zema bradar que no Brasil não falta dinheiro e que sobra ladrões.

  2. NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA nos Três Poderes da Nação, tudo é AUDITÁVEL, quem Afirma e Impede AUDITORIA EM ATOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DE COMPRAS DE MATERIAL (URNAS ELETRÔNICAS). SERVIÇOS(COMO FUNCIONA E SE TEM FRAUDES OU DEFEITOS E MANUTENÇÃO), CONFESSADAMENTE ESTÁ PRATICANDO GESTÃO TEMERÁRIA E CRIMINOSA.

  3. Senhor James Pimenta , o ex-governador Romeu Zema quem o diga e tem experiência , pois abocanhou partes do dinheiro do orçamento do Estado de Minas Gerais e doou para suas empresas e de seus familiares , á títulos de isenções e ocultando-os sob a rubrica de segredo e sigilo de Estado por 100 anos , como virou moda no Brasil , sendo que um reporte bisbilhoteiro e intrometido descobriu e vazou para a imprensa do país .

  4. Entrevista no Jornal GGN, acho que do canhoteiro Nassif:

    – Há menos de três meses, um jovem hacker recém formado pela Universidade de Brasília acessou o sistema das urnas eletrônicas no TSE e descobriu, entre 90 mil arquivos, um software que possibilita a instalação de programas fraudados: o “Inserator CPT”. A ação foi planejada pela CMind (Comitê Multidisciplinar Independente), formado por especialistas em tecnologia.

    A advogada Maria Aparecida Cortiz, que participa do grupo, articulou a estratégia dentro do Tribunal Superior Eleitoral, representando o PDT, depois que o presidente da Corte Dias Toffolli anunciou que não abriria edital para testes nas urnas das eleições 2014. “Não vai fazer teste? Então vamos por hacker lá dentro para descobrir o que tem de errado”, disse em entrevista ao GGN. Cortiz descobriu outra brecha no sistema: além do Inserator, o programa comandado pela empresa Módulo Security S/A – conforme relato do GGN a única proprietária do serviço por 13 anos com contratos irregulares – é transmitido de Brasília para os estados por meio da insegura rede da Internet.

    As denúncias de irregularidades foram enviadas ao TSE em uma petição. Entretanto, a petição não virou processo e foi arquivada por um juiz da Secretaria de Informática. Além da omissão do próprio ministro Dias Toffoli, a advogada ainda denuncia o desaparecimento de quatro páginas do documento.

    “É o crime perfeito. O réu julga suas próprias ações”, conclui.

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