Petrobras vira mais uma “vitrine” da agenda de Lula na corrida à reeleição

7 thoughts on “Petrobras vira mais uma “vitrine” da agenda de Lula na corrida à reeleição

  1. Tarcísio faz de conta que joga a favor de Rachadinha, mas faz corpo mole e torce para que Lula seja eleito, para não ter que enfrentar o Flávio candidato à reeleição em 2030.

    Mas, então, quem vai carregar o “mala sem alça” do Flávio Rachadinha?

    Talvez só mesmo os bolsotários, que não passam de massa de manobra e são muitos.

    Conquistar o poder não é jogo para amadores ou principiantes.

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    Na verdade, ao preterir Tarcísio e indicar Flávio para ser candidato, o ex-mito transformou Rachadinha num desafeto do governador de SP, que tinha a expectativa de ser ele o indicado e acabou, portanto, profundamente decepcionado.

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    Tarcísio disse que ‘ama’ o Jair Bolsonaro, na convenção de Flávio Rachadinha.

    Mas não disse que ‘ama’ Rachadinha, que concorre à Presidência na vaga para a qual ele (Tarcísio esperava ser indicado.

    • Na verdade, ao preterir Tarcísio e indicar Flávio para ser candidato, o ex-mito transformou Rachadinha num desafeto do governador de SP, que tinha a expectativa de ser ele (Tarcísio) o indicado e acabou, portanto, profundamente decepcionado.

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      Tarcísio disse que ‘ama’ o Jair Bolsonaro, na convenção de Flávio Rachadinha.

      Mas não disse que ‘ama’ Rachadinha, que concorre à Presidência na vaga para a qual ele (Tarcísio) esperava ser indicado.

  2. Quem dá mais ($), Lula ou Flávio? ‘Neutralidade’ do Centrão custa caro

    O maior mistério desta eleição é o que, afinal, acertaram Lula e Ciro Nogueira. Boa coisa não foi, mas interfere na campanha

    Andreazza: “Ciro Nogueira negociou neutralidade com governo em causa própria”

    Toda eleição tem lá seus mistérios e o maior de todos em 2026 é o encontro (ou encontros) do presidente Lula com o senador Ciro Nogueira, que deu uma cambalhota, tirou o PP e o próprio Centrão da candidatura de Flávio e empurrou para o que chamam de “neutralidade”.

    Depois da reaproximação de Lula e Nogueira, a eleição nunca mais foi a mesma.

    Ciro Nogueira, do Piauí, é um duplo recordista. Apoiou FHC, Lula, Dilma e Temer, até chefiar o que o próprio Jair Bolsonaro chamava de “coração” do seu governo, a Casa Civil.

    E esteve, de alguma forma, envolvido nos mais variados escândalos, desde a Lava Jato até o Banco Master. Detalhe: foram sete esquemas de corrupção, cinco inquéritos e quatro denúncias formais, nenhuma condenação.

    Soa ingênuo dizer que o novo acerto entre Lula e Nogueira foi só por conveniências políticas no Piauí, onde ele disputa a reeleição ao Senado.

    E é muito pouco definir como “pragmático” o “reencontro” entre eles, que se conhecem de outros carnavais e vivem entre amor e ódio.

    Nos três primeiros anos do terceiro mandato, o senador foi o mais ácido crítico de Lula. De repente, ficou mudo.

    Entre os motivos do silêncio estão as fotos, trocas de mensagens, viagens carregadas de luxo e mesadas que somaram R$ 6 milhões do amigão Daniel Vorcaro para Nogueira.

    Certamente, porém, o toma-lá-dá-cá com Lula pesa. E os efeitos políticos e eleitorais já emergem à luz do dia e nas campanhas.

    Ciro Nogueira não estava apenas por trás, mas comandou com mão de ferro a decisão do PP de impedir que a também senadora Tereza Cristina fosse candidata a vice na chapa de Flávio .

    Uma decisão rápida e incomum: sem a executiva, sem reunião, sem debate e não se fala mais nisso.

    Bastaram alguns telefonemas e o anúncio de Nogueira para eliminar um baita troféu de Flávio e uma assombração de Lula.

    Mulher, líder do agro, ex-ministra da Agricultura e com grande credibilidade, Tereza Cristina é “sonho de consumo” do candidato do PL e de qualquer candidato, mas, em sintonia com o PP, quer mesmo é ser a primeira mulher a presidir o Senado.

    “Neutralidade”, no caso do Centrão, ou direitão, tem um significado claro no dicionário da política: não se comprometer com Flávio, deixar as portas abertas para o favorito Lula, liberar partidos nos Estados para fazerem o que bem quiserem e aguardar as urnas para negociar ($), bem e caro, o apoio ao eleito no Congresso.

    O princípio que rege o bloco e a carreira política de Ciro Nogueira: não importa quem, nem o passado e o presente, só o futuro e a perspectiva de “retorno” – principalmente financeiro. Em bom português: quem dá mais ($). Lula ou Flávio?

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, Opinião, 01/08/2026 | 15h23 Por Eliane Cantanhêde

    Texto relevante politicamente.

  3. Para Ciro Nogueira o que importa é a perspectiva de “retorno” ($), seja negociando com Lula ou com Tarcísio

    Também é graças ao Centrão que outro trunfo para Flávio e assombração para Lula está ruindo em Minas, onde o Republicanos e o senador Cleitinho, um curioso campeão de votos, vivem uma história de gato e rato que tem impacto na candidatura de Flávio num estado-chave e, portanto, reflexos na própria eleição presidencial

    O partido correu atrás do senador durante meses, para que fosse candidato ao governo do estado e dar palanque para Flávio, mas ele sempre rejeitou. Quando mudou de ideia e correu atrás do partido, aí foi o Republicanos que desdenhou. A birra pesou mais do que a campanha de Flávio?

    Se o Centrão pulou fora do barco de Flávio, pulou inteiro no de Tarcísio de Freitas em São Paulo, congestionado com doze siglas.

    O princípio é o mesmo que rege o bloco e a carreira política de Ciro Nogueira: não importa quem, nem o passado e o presente, só o futuro e a perspectiva de “retorno” – principalmente financeiro. Em bom português: quem dá mais ($). Lula ou Flávio?

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, Opinião, 01/08/2026 | 15h23 Por Eliane Cantanhêde

    Texto relevante politicamente (II).

  4. Petroláo de novo ? Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ ! Ladrão™ !

  5. Certamente a Petrobras tem que investir. O refino não é monopólio, mas nenhuma empresa vem aqui construir uma refinaria, pois é mais barato comprar a coisa pronta quando “patriotas” assumem.

    Em fertilizantes, a Petrobras retomou a produção e obras para diminuir a dependência de importação desses insumos essenciais ao agronegócio.

    Em recente passado, todo o lucro da empresa era repassado aos acionistas, com pouquíssimo investimento. Ao contrário, a venda de ativos entrava na conta da distribuição de lucros, então era desinvestimento. É claro que essa política não é sustentável ao longo do tempo. Quem perde é o país.

    Faz bem o presidente Lula prestigiar essas conquistas nacionais.

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