Promessas econômicas de Flávio Bolsonaro não conseguem fechar a conta

12 thoughts on “Promessas econômicas de Flávio Bolsonaro não conseguem fechar a conta”

  1. Dona Adriana Fernandes da Foice de São Paulo meteu o martelo funesto no Flavio.
    Na visão dela nem o couro dele serve pra fazer cuíca ou tamborim.

  2. Esperar que um político inapto, inoperante, incompetente e sem preparo como Rachadinha apresente um plano ou projeto de governo para o país é uma idiotice.

    O projeto dele e de sua famíglia é claro e objetivo: entregar o país e submeter a soberania e os recursos nacionais aos interesses do governo trumpista em troca de intervenção e apoio eleitoral do trumpismo.

    Alguém teria alguma dúvida disso?

  3. Barba, porém, disse que vai falar com Trump e pode “tirar o pão da boca” dos Bolsonaros, submetendo o país ao trumpismo antes deles.

    Acorda, Brasil! Presta Atenção!

  4. Sempre evasivo, Flávio não tem projeto algum, na verdade

    Segue o pai Bolsonabo, a único projeto é a língua..

    Aliás, nenhum deles tem projeto para o Brasil

    aquele abraço

  5. O falso patriotismo (dos Bolsonaros)

    O falso patriota cobre-se com a bandeira, proclama-se intérprete exclusivo da vontade nacional e apresenta os adversários como inimigos do país. Confunde a pátria com seu partido, seu grupo ou sua própria pessoa.

    O patriotismo de fachada transforma-se, assim, em instrumento de absolvição: quem se apresenta como salvador da pátria espera que seus erros sejam esquecidos em nome de uma missão superior.

    Na retórica bolsonarista, a pátria aparece associada à religião, à autoridade, à ordem, à segurança e à preservação da família. O candidato tenta converter o sobrenome em patrimônio eleitoral e transformar a lealdade ao pai em compromisso com o Brasil.

    Também aí existe uma operação de apropriação simbólica. Ninguém possui o monopólio da família, da fé ou da moralidade.

    O falso patriotismo alimenta-se da polarização. Precisa dividir a sociedade entre patriotas e traidores, pessoas de bem e agentes do mal, defensores do povo e inimigos dos pobres.

    Essa linguagem simplifica a realidade e dispensa a prestação de contas. Se o líder representa a pátria, criticá-lo passa a ser interpretado como agressão ao próprio país. Se encarna o povo, investigar seus atos torna-se perseguição.

    A pátria pertence a todos. Quando um político tenta tomá-la para si, é prudente verificar o que pretende esconder sob seu manto.

    Fonte: Metrópoles, Opinião, 09/08/2026 10:00 Por Gaudêncio Torquato

  6. A mesma dicotomia se mostra em quase todos os comentários: direita contra a esquerda. E nunca deu certo!
    O problema, no meu entendimento, é eleger o político capaz e pouco comprometido com a corrupção.
    Assim, nem o garoto Flávio nem o velho Lula prestam para esse tipo de escolha. Um inexperiente, agressivo e autoritário como o seu papai; o outro, o velho sindicalista , nunca prestou e não vai ser agora que vai mudar.
    Temos que deixar de lado essa bipolaridade e apostar em um candidato para mudar o status quo.

  7. Opinião:

    Opinião:
    O Ladrão™ TEM QUE ganhar as eleições para que continue sangrando o Brasil até que seus próprios eleitores/vagabundos/cúmplices sangrem também bastante e peçam a sua cabeça e de seu vice, ainda que milhões de inocentes paguem a conta como todos.

    Qualquer um outro (que vença as eleições) tentará resolver os problemas das contas públicas e demorará muito tempo com isso. E de nada adiantará terminar qualquer obra de arrecadação (obra para jamais terminar), porque milhões de eleitores / vagabundos / cúmplices dirão que nada foi feito.

    E se houver guerra civil ? Ora, que não se esqueça que “nossos criminosos” estarão preparados para eliminar o resto que protestar. Ou que ironizar a tragédia anunciada há bastante tempo. Chega de dicotomia !

    Para o “grupo constituído”: continuem fazendo a campanha para seu ladrão™ cachaceiro, e corrupto. É o que vocês fariam se lá estivessem.

  8. O plano do Luladrón, transformar o Brasil num estado narco-socialista, está em andamento. Metade das cortes superiores aparelhadas com aliados do narcotráfico, PF (pocilga federal) a serviço do Foro de SP e o MP aparelhado para defender os ‘mininos’ do NarcoLula.

  9. Esperar um plano de governo de um político incompetente como Flávio é tolice, típica de seus aliados.

    O objetivo dos Bolsonaro sempre foi claro: dar um golpe de Estado e impor uma ditadura.

    Fracassados nessa tentativa, buscam derrotar Lula com o apoio de Trump, oferecendo em troca a soberania e os recursos do Brasil.

    Contudo, ao negociar diretamente com Trump, Lula pode neutralizar os Bolsonaro e antecipar uma relação pragmática com os EUA, ainda que isso pareça um paradoxo.

  10. O babaca esquece que a China está levando tudo porque o Ladrão™ é canhoto, sim. E os brasileiros que levaram as chicotadas na Bahia mereceram apanhar,, porque “Todo castigo para quem sofre da Síndrome de Estocolmo é pouco“.

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