Charge do Gilmar Fraga (Zero Hora)
Gabriela Boechat
CNN
Mais de R$ 2,3 bilhões do Fundo Eleitoral foram destravados após o PT desistir de uma ação judicial que questionava o cálculo da parcela destinada ao partido nas eleições de 2026. Com a desistência, cerca de R$ 4,9 bilhões poderão ser distribuídos às legendas para o financiamento das campanhas e devem chegar aos cofres dos partidos até o dia 30 de agosto.
Os cinco partidos que receberão as maiores parcelas do fundo são: PL – R$ 881,7 milhões; PT – R$ 615,4 milhões; União Brasil – R$ 526,2 milhões; PSD – R$ 421 milhões e PP – R$ 417 milhões.
PROPORCIONALIDADE – O valor antes travado corresponde a 48% da parcela do Fundo Eleitoral, que é distribuída aos partidos de forma proporcional ao tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados.
Como mostrou a CNN, o PT havia acionado a Justiça Eleitoral para questionar o cálculo da sua fatia e pedir uma reavaliação. Caso o pedido fosse acolhido, o partido receberia cerca de R$ 5 milhões adicionais, que poderiam ser utilizados em despesas de campanha.
Durante o julgamento, porém, a ministra Estela Aranha, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), pediu vista do processo, ou seja, mais tempo para analisar o caso. Como a distribuição do fundo é proporcional, uma eventual mudança no valor destinado ao PT também alteraria a parcela dos demais partidos. Por isso, enquanto não houvesse uma definição sobre o processo, os recursos permaneceriam bloqueados para todas as legendas.
RECUO – No entanto, com o início do período de propaganda eleitoral regular, o PT decidiu desistir da ação para viabilizar a distribuição dos recursos. Ao todo, o Fundo Eleitoral terá cerca de R$ 4,9 bilhões para financiar as campanhas de 2026, conforme os critérios estabelecidos pela legislação. O fundo é formado por recursos públicos destinados ao financiamento das campanhas eleitorais, e sua distribuição entre os partidos leva em conta a representatividade das legendas no Congresso Nacional.
O PL terá a maior fatia do fundo, com cerca de R$ 881,7 milhões. Ele é seguido pelo PT, com R$ 615,4 milhões. Juntos, apenas os dois partidos já concentram 30,6% do total a ser distribuído.
É muito dinheiro desperdiçado para engordar a conta desse bando de vagabundos que só olham para o próprio umbigo.
1) Criar um partido político hoje, é um grande negócio… $$$$$
Nobílissimo Professor Rocha
Partido Político é uma coisa totalmente diferente de Facções Criminosas…
Essas que estão no poder são facções, montadas apenas para nos roubar bilhões e trilhões do nosso suor..
aquele abraço
PS.
Espero que o Sr. tenha compaixão e sensibilidade com o povo brasileiro (33%) e não vote na facção criminosa do Defunto de Nove Dedos….
Estamos na torcida..
aquele abraço
Valem quanto pesam no lombo do povo ? O pior é que toda essa montanha de dinheiro público será espetada na conta da dívida pública, que, aliás, já atingiu a sua enésima potência há muito tempo e que ainda não explodiu à moda bomba-relógio porque Deus talvez seja mesmo brasileiro e esteja protegendo a banda inocente do conjunto da população.
https://noticias.uol.com.br/colunas/josias-de-souza/2026/08/25/pequenos-partidos-grandes-negocios.htm https://tribunadainternet.com.br/2026/08/25/recuo-do-pt-destrava-bilhoes-do-fundo-eleitoral-e-pl-fica-com-a-maior-fatia/#comments
NO BLÁ-BLÁ-BLÁ, GOGÓ E TROLOLÓ, EM DEFESA DO CONTINUÍSMO DO SISTEMA DE GASTANÇA, COMILANÇA E IMPOSTANÇA, NÃO TEM PRA MAIS NINGUÉM, LULA E BOLSONARO, BASEADOS NO SINDICALISMO E NO MILITARISMO, PARTIDÁRIOS, SEGUEM IMBATÍVEIS. Dizer que Renan Santos é antissistema, porém sem projeto nenhum antissistema me parece ignorância, ledo engano ou má-fé do articulista. É coisa de quem quer queimar a seara antissistema, ao que parece. Fala sério, articulista da FSP, no próximo artigo conte a piada do papagaio. Quem poderia caminhar satisfatoriamente na seara antissistema, a nosso ver, face ao seu grau de cognição, seria a intelectualidade representada pelo psiquiatra, médico, professor e escritor…, Augusto Cury, mas tb sem engajamento a um projeto novo e alternativo de política e de nação, antissistema, tb não passa de apenas mais um da patota dos mais dos me$mo$, infelizmente, até porque cansado de tanto blá-blá-blá, gogó e trololó dos me$mo$ o eleitorado esclarecido quer mais é o projeto novo e alternativo de política e de nação que lhe dê esperança, motivação e até a vontade de viver e conviver em paz, sem medo, sem polarização e sem guerra tribal primitiva, permanente e insana por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$. E para chamar a atenção popular para o projeto novo e alternativo de política e de nação, proibido pela imprensa falada, escrita e televisionada, conservadora do sistema, bastaria colocar um cartaz gigante na Avenida Paulista, no vão livre do MASP, mostrando a capa do Livro O Mapa da Mina do bem comum do povo brasileiro, realmente antissistema, e pronto, o fato novo de verdade estaria de fato colocado na campanha…, daí em diante caberia ao expositor explicar item por item o megaprojeto, suas implicações e consequências na vida do país, da política e do conjunto da população, mostrando a todos a verdade como Ela realmente é. https://tribunadainternet.com.br/2026/08/24/debate-mico-da-band-transforma-pulpitos-vazios-de-lula-e-flavio-em-arma-eleitoral/?fbclid=IwY2xjawT6Zf9wZG9mAWV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkEDIyMjAzOTE3ODgyMDA4OTIAAR7hJLDcneR6Om0wQ3vepdK-5P-F2-lVh3xVTjA0hDTweZ7ESgJ3TFOjjGuLnA_aem_buhfixRbbx9qUuVPBqQM7Q#comments
Donos do Poder.
A eleição de 2026 parece ser a pior desde a redemocratização
O debate da Band e do Estadão foi importante por exibir uma síntese triste, dolorosa, de como a eleição de 2026 tende a entrar para a história como a pior entre as nove desde a primeira direta na redemocratização.
Ao chegar ao debate, nos estúdios da Band, Caiado resumiu com uma frase, não apenas os motivos para a ausência de Lula e Flávio, mas principalmente a grande tragédia desta eleição.
Os dois “fujões”, segundo ele, “não têm nada a mostrar, mas muito a esconder”.
Lula encerra o terceiro mandato sem marca, uma lufada de esperança ou uma projeção de futuro e com o risco de deixar uma grave crise fiscal como herança “maldita”.
Sua bandeira mais emblemática é a que os Bolsonaro lhe deram de presente: a defesa da soberania nacional. O resto são os projetos sociais, financiados pelo Tesouro. Dá para abafar o “fator Lulinha”?
Se Lula não tem marca para mostrar, Flávio não tem marca, passado, biografia, experiência, equipe e relações internacionais expressivas (sobra Trump, mas só para fotos).
Nem um vice assimilável ele arranjou e sua única credencial é o sobrenome, é ser “o filho do Bolsonaro”.
Quem é Flávio para se candidatar à Presidência de um País rico e complexo como o Brasil?
O que ele fez na vida, além de passar pela Alerj, chegar ao Senado na onda do pai e se envolver em suspeitas e escândalos, inclusive a inacreditável história da medalha legislativa para um chefe de milícia dentro da cadeia?
Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, Opinião, 24/08/2026 | 21h29 Por Eliane Cantanhêde