
Charge do Nanquim (nanquim.com.br)
Roberto Nascimento
A crise do Supremo Tribunal Federal é cada vez mais complicada e ameaça arrastar os poderes Executivo e Legislativo, contaminando e radicalizando o clima pré-eleitoral, que pode até mergulhar a nação rumo ao desconhecido.
A caserna está em silêncio, como determina a Constituição, nem mesmo os clubes militares resolveram fazer as pressões de sempre. Mas é preciso lembrar que as Forças Armadas no Brasil têm o péssimo costume de desrespeitar a regra constitucional de não se intrometerem na política. Portanto, quando começam a ouvir o clamor nacional, com a voz do povo nas ruas, aí é que mora o perigo de uma nova intervenção militar.
ANAIS DA HISTÓRIA – Como todos sabem, assim aconteceu na derrubada do Império, no movimento Tenentista, na Revolução de 30, na presidência do general Eurico Gaspar Dutra em 1945, com Getúlio Varga voltando para São Borja. Depois, no suicídio dele no Palácio do Catete, em 1954, no final do governo eleito de Vargas nas urnas, e por fim na derrubada de Jango pelos generais em 1964.
Esses confrontos políticos, em síntese, compõem a história das intervenções militares no Brasil desde o nascimento da República.
O fato concreto é que as Forças Armadas estão sempre de olho na política, esperando uma oportunidade de voltarem ao poder, o que quase aconteceu no final do governo de Jair Bolsonaro.
QUADRO DE RISCO – Desta vez, a crise institucional ocorre num quadro de risco, com vários generais cumprindo pena de prisão e agora ameaçados de perderem as patentes, desta vez no julgamento pelo Superior Tribunal Militar.
Essa situação recomenda que o presidente do Supremo, Édson Fachin, conduza com o máximo de zelo as articulações de bastidores, para esfriar o clima até o julgamento da próxima terça-feira.
Ninguém tem obrigação de defender a impunidade de quem quer que seja. Porém, ao mesmo tempo, ninguém tem direito de ameaçar a estabilidade democrática do país. É tempo de cautela.
Sr. Newton
Repare quem voltou á cena do crime..!!!
O MINISTRO, O BANQUEIRO E O FUNDO
Polícia Federal suspeita que Toffoli tenha dinheiro de Vorcaro em paraíso fiscal
https://piaui.uol.com.br/web/toffoli-relatorio-pf-vorcaro-paraiso-fiscal/?utm_source=home_uol
O sinistreco do Resort é um daqueles comunistas que tem a ascensão meteórica no mundo financeiro…
Deu sorte que algum Gângster de altura conseguiu enxergar o comunista ralé lambendo os corredores dos Escritórios da Facções Criminosa 9 F e da limpeza das privadas dos sindicatos do Crime
Saiu da ralé para viver na doce vida da burguesia comunista….
Hoje é um comunista refinado, buguês comuna , e que pode se dar ao luxo de falar em voz alta…SOU RICO POR ACASO….
aquele abraço
E tome chuva….
Sr. Newton
Não pode faltar o bom vinho na mesa
Como um pai que tenta unir a família desagregada, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, promove almoços e jantares periódicos em seu gabinete. A maioria dos 11 ministros comparece para comer carne ou peixe, salada — e, eventualmente, tomar uma taça de vinho. Entre os assuntos triviais, fala-se dos temas mais prementes do país. Em algumas edições, há até convidados especiais — como o ministro da Economia, Paulo Guedes.
“Acho que são importantes e agradáveis. Foram muito construtivos. Considero uma boa iniciativa”, avaliou um ministro do Supremo, ao falar sobre os encontros.
“A expressão ‘o que falta na política do país para fazê-lo dar certo é vergonha na cara’ (ou variações como “o Brasil só precisa de vergonha na cara”) não pertence a um único autor exclusivo ou a uma data precisa de origem; trata-se de um provérbio e um desabafo de cultura popular e política recorrente no Brasil ao longo das décadas.A ideia é amplamente utilizada por diferentes figuras públicas, cronistas, jornalistas e cidadãos comuns para criticar a corrupção, a impunidade ou a falta de ética na política nacional.Na literatura e crônicas: Escritores e cronistas usam variações dessa premissa há muito tempo. Um exemplo famoso é a brincadeira do escritor Deonísio da Silva sobre como seria uma constituição ideal resumida a poucos artigos obrigando o brasileiro a ter vergonha na cara.”
Há fizeram a cagada em 8 de janeiro, agora estão calados Ainda mais que estão lutando para não pagar imposto de renda. Nais uma mordomia além daquela das filhas solteiras e aposentadoria integral
Vou comprar milho para pipoca e guarana, Fachin abriu o sigilo total do caso Banco Master.
Os comandantes das FFAA são uns acomodados, incomPTentes e covardes. Não existe melhor definição do que ser chamados de Melancias.
Melancia é o termo usado para o comandante do exército. Da aeronáutica seria o Melancia Azul e o da marinha, Melancia Branca. São tão covardes que aceitaram ser comandados por um ladrão e corrupto que foi condenado e preso por corrupção e nunca inocentado.
Eles ainda terão um fraterno e apátrida papel à desempenhar como internacionais e servis “patrulhas militares , esclarecendo suas “ligações”, conforme:
“Professor de Diplomacia Russo Prediz que os EUA se Dividirão em Seis Partes, Devido ao Declínio Econômico e à Degradação Moral.”
“Existe realmente um plano para dividir a América do Norte em seis zonas de patrulhas militares!”
https://www.espada.eti.br/n2327.asp
Estabilidade democrática do país, amarrado às velhas estruturas, com esse passado de golpes, ditaduras e estelionatos eleitorais, fala sério, conta agora a do papagaio. Afinal de contas, na real, de quem é este país: do povo brasileiro, ou do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, com as suas democracias de faz de conta, por fora bela viola e por dentro pão bolorento. Se é de fato do povo, como reza a democracia de verdade, enquanto poder e governo do povo para o povo, pois então que entreguem de uma vez por todos ao povo, para que, doravante, seja tocado adiante com Democracia de Verdade, Direta, com Meritocracia e Deus na causa, como propõe a RPL-PNBC-DD´ME, que resolve o país, a política e a vida da população para os próximos 500 anos, e, por conseguinte, com a tão sonhada e necessária estabilidade democrática.
NADA MAIS A DIZER, SENÃO APENAS LAMENTAR E ACEITAR, PORQUE DÓI MENOS, os fatos que dão conta de mostrar que o Sonho de vermos ainda em vida a necessária transformação do nosso país numa grande nação melhor para todos ACABOU, que a Esperança nesse sentido MORREU e que o que restou do Sonho é apenas a sigla RPL-PNBC-DD-ME, isolada, sem vislumbrar nenhuma liderança Política no país, com P maiúsculo, ou pelo menos um arremedo de Estadista, à sua altura, com a saúde em dia, entre os presidenciáveis de plantão, capaz de colocá-la na disputa eleitoral e levá-la adiante, conjugada com o RECADO DO ALÉM, DEIXADO PELO “MENESTREL DAS ALAGOAS”, o saudoso Senador, Teotônio Vilela, profundo conhecedor do país, da política nacional, da vida da população, da mentalidade politiqueira tacanha e da pobreza de espírito da politicalha brasuca e, sobretudo, das duas faces revanchistas da mesma moeda que há 136 anos se digladiam e se alternam no comando do poder da república dos me$mo$, que permitem o avanço e o recrudescimento da criminalidade generalizada a olhos vistos, motivada pela loucura por dinheiro, poder vantagens e privilégios, sem limite$, gerada pelo sistema de gastança, comilança e impostança, mas não entregam o país para a mega solução, via evolução. RECADO, aliás, mais atual do que nunca, chamando às falas e responsabilidades históricas todos os políticos de plantão, da situação e da oposição, da direita, da esquerda e do centro, e de todos os operadores da república do militarismo e do partidarismo, e seus tentáculos velhaco$, bem como do executivo, legislativo, judiciário, econômico, imprensa…, e, em especial, todos os “políticos” , inclusive os que para esconder e se esconderem do fracasso do militarismo e do partidarismo no comando do poder político (constatado na vida real e nas ruas do país em Junho de 2013, aos gritos de “sem partidos, sem violência, sem corrupção, sem golpes, sem ditaduras, sem estelionatos eleitorais, vocês não nos representam) tiraram o nome partidos das suas agremiações, inventaram e inventam novas nomenclaturas, mudam de siglas, mas que, infelizmente, não mudam de mentalidade, nem de conduta e nem de compostura. E será que alguma mente engenhosa deste país se deu ao trabalho de ver com olhos de ver e ouvir com ouvidos de ouvir com paciência, boa vontade, atenção e respeito o pedido do saudoso Dr. Teotônio Vilela, captar e conceber o projeto de mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas, evolutivo, para o bem da libertação, da evolução e do sucesso da nação brasileira perante o mundo, que nem ele e os políticos da época foram capazes de conceber, compatível com o expressivo e histórico pedido do conjunto da sociedade, apartidária, nas ruas do país em Junho de 2013 ? SIM, agora “Habemus Papa”, podem dizer urbe e et orbe, que, agora, temos no banco de reservas da política nacional a RPL-PNBC-DD-ME, há mais de 30 anos na estrada da vida ( valendo lembrar que nesse ínterim que, aliás, foi suficiente para a China espiritualizada se reinventar, acreditar no impossível, sair da pobreza para a riqueza e até superar o todo-poderoso EUA, tornando-se inclusive um dos seus maiores credores, não obstante da ditadura mundial do dólar), desenvolvendo-se, tal seja o megaprojeto novo e alternativo de política e de nação, a Revolução Pacífica do Leão, que, indo direto ao ponto, corta na carne as despesas gigantescas inúteis que precisam ser cortadas, realmente resolve o país, a política e a vida do conjunto da população, para os próximos 500 anos, com a projeção do Brasil na possível vanguarda democrática do necessário novo mundo civilizado, com Democracia Direta, Meritocracia e Deus na causa, com eleição geral e direta dos nossos representante, via concurso público padrão, o mais rigoroso do país, inclusive para moralizar todos os demais concursos públicos, com mandatos de 5 anos, sem reeleição, para que as pessoas mais qualificadas nos nossos municípios, estados e da nova união, confederativa, possam chegar lá, ascender ao poder, pelos seus próprios méritos, sem que sejam impostos lá via poder e força do dinheiro em profusão, sem o aparelhamento partidário, ideológico e religioso das instituições, formando-se assim uma nova classe política, mais intelectualiza, mais séria e mais responsável para comandar o poder Político e a Democracia, enquanto ciência da governança pública, do poder e do governo do povo para o povo, libertando assim o conjunto da população da fogueira de apenas ser usado como bucha de canhão, massa de manobras e da rotulação de a besta do apocalipse eleitoral, mudanças essas das quais os partidos, o establishment dominante e a imprensa mercenária, falada, escrita e televisionada dos me$mo$, estão fugindo igual o diabo foge da cruz, cheios de sofismas, enganações, factoides, alienações e imbecilizações que impedem o povo de sequer pensar em algo realmente novo e diferente de tudo isso que ai está há 136 anos, com o prazo de validade vencido há muito tempo. O TEMPO passa, o tempo voa, as gerações e as pessoas tb passam mas algumas delas deixam soluções e ensinamentos que as novas gerações devem conhecer e mantê-los vivos, até para tb não se perderem no tempo e no espaço, rendidas e dominadas pela loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, alimentada pelo velho sistema de gastança, comilança e impostança, insustentável a médio e longo prazo, sem perspectiva de futuro novo e alvissareiro para o avanço do país e a evolução da Humanidade. Por isso, a nosso ver, neste 7 de Setembro, valeu a pena lembrar os ensinamentos e recado de suma importância do saudoso Senador Teotônio Vilela, chamando a classe político-partidária-eleitoral às falas e responsabilidades históricas. https://www.youtube.com/watch?v=wC6-9w2Wrms
Quietos, ou sob eternas “continências” à agendas estrangeiras, conforme:
“Na realidade, não há mais obstáculos à nossa frente. Nosso Governo Supremo está em condições extra-legais que é conveniente denominar com um termo forte e enérgico: ditadura. Posso afirmar com certeza que somos atualmente legisladores; pronunciamos as sentenças da justiça, condenamos à morte e perdoamos; somos como chefes de nossas tropas montados no cavalo do general comandante. Governaremos com mão firme, porque nos apoderamos dos restos dum partido outrara forte e hoje registrado por nós. Temos nas mãos ambições desmedidas, muita avidez ardente, vinganças sem piedade. ódios e rancores (2).
De nós promete o terror que tudo invade (3). Temos a nosso serviço homens de todas as opiniões, de todas as doutrinas; restauradores de monarquias, demagogos, socialistas e comunistas (4) e toda uma espécie de utopistas; atrelamos o mundo inteiro ao nosso carro: cada qual mina do seu lado os derradeiros restos do poder, esforçando-se por derrubar tudo o que ainda se mantém de pé. Todos os Estados sofrem com essas perturbações, pedem calma e desejam a tudo sacrificar pela paz; mas nós não lhes daremos a paz, embora não consideremos nosso Governo Supremo, aberto e humildemente.
O povo se põe a gritar que é necessário resolver a questão social por meio do acordo internacional. A divisão do povo em partidos pôs todos esses partidos à nossa disposição, porque para sustentar sua luta de emulação é preciso dinheiro e nós é que temos todo o dinheiro.
Poderíamos receber a aliança da força inteligente das pessoas reinantes com a força cega do povo, mas tomamos todas as medidas possíveis contra essa eventualidade: entre essas duas forças erguemos a parede do medo recíproco. Deste modo, a força cega do povo é nosso apoio e seremos os únicos a guiá-la; saberemos dirigí-la com segurança para nossos fins.”
https://www.islam-radio.net/protocols/indexpo.htm?fbclid=Iwb21leANTeiBjbGNrA1N6GmV4dG4DYWVtAjExAAEeezAiqXQ29MNitVdUqejX0tyGanSpNJJYuOGygL-rrmklpUNJNl_YOK3zOds_aem_XAOcJQ6_naibMmyVC4vZTw
Sr Nascimento, com todo o respeito. Depois de passar anos defendendo o traficante abusador e corrupto Xandão do PCC, o Sr vem me falar dos milicos melancias e de ameaças à estabilidade democrática? Que tal usar as lágrimas desse chororô para lustrar a careca imunda do seu “salvador da democracia”?
Está certo. As FA não devem se envolver, enquanto não convocadas, conforme a CF.