O STF diante do espelho: a crise que já não pode ser administrada nos bastidores

4 thoughts on “O STF diante do espelho: a crise que já não pode ser administrada nos bastidores

  1. A pergunta que não quer calar:
    Nessa fatídica reunião do dia 15 de Setembro, serão discutidos os contratos que Daniel Vorcaro assinou com escritórios de advocacia de mulheres e filhos de ministros?

    Dias Tofolli se declarou impedido de votar no Caso Master. Os outros três ministros, que tem filhos e mulher com contratos com o Banco Master farão o mesmo?

    Ou se locupletam todos ou se instala a moralidade.

    Ministros do STF deveriam manter distância regulamentar de empresários, banqueiros e políticos, pela simples razão de não existir almoço grátis.

    Não nutro nenhuma espectativa na debelação da crise dantesca vivida pelo Supremo.
    Há um risco potencial de acusações mútuas e generalizadas entre os ministros, que podem implodir o Tribunal, principalmente se a TV Justiça gravar a reunião plenária ao vivo.

    Tem gente de A a Z , que tem ardor por ver o circo pegar fogo, contando as horas para ficarem estatelados diante da TV Justica e depois lacrarem nas redes sociais com recortes das acaloradas discussões.

    Espero que o bom senso prevaleça e a educação e o respeito pelo contraditório seja a regra a ser seguida entre os ministros.

    Caso ocorra o inesperado, o presidente do STF, ministro Edson Fackin pode cancelar a reunião plenária, visando acalmar os ânimos.

  2. “como deve agir uma Corte quando seus próprios integrantes passam a ocupar posições conflitantes em casos que envolvem autoridades e interesses próximos ao tribunal?”

    Sr do Coutto, não me venha com chorumelas. Nesta confusão não existem posições conflitantes. Existe uma ala decidida a investigar os bandidos e outra, aliada do Lula, decidida a blindá-los.

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