Magistrados apontam risco de esvaziamento de julgamentos
Luísa Martins
Folha
Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) avaliam que as próximas sessões de julgamento da corte estarão contaminadas pela crise do Banco Master, em consequência das brigas e provocações intensas entre magistrados na terça-feira (15).
Relatos feitos à Folha por três ministros e auxiliares de outros dois apontam ainda para risco de esvaziamento das sessões e falta de clima para discutir outros temas, como processos tributários ou trabalhistas, o que pode gerar novos desgastes para a gestão do presidente do STF, Edson Fachin.
PAUTA MANTIDA – Fachin manteve a pauta de julgamentos desta quarta (16) com processos que discutem, por exemplo, reajuste a plano de saúde para idosos, imunidade de ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) e licença-maternidade para mães adotivas.
Na semana passada, em meio a uma guerra de liminares entre ministros de alas rivais em torno do afastamento ou não do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, Fachin cancelou as duas sessões plenárias da semana.
A leitura é de que a situação ficou muito pior depois desta terça, quando os bate-bocas se acumularam, com episódios entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes (os dois principais antagonistas da crise); Fachin e Flávio Dino; Mendonça e Gilmar Mendes; e Dino e Luiz Fux.
QUÓRUM – Já entrou no radar do presidente do STF a possibilidade de que, em muitas das sessões vindouras, nem haja quórum para a realização de julgamentos. O regimento interno da corte estabelece a presença mínima de seis ministros para que uma sessão ocorra.
Se esse cenário for frequente, Fachin corre o risco de, na prática, ter sua pauta de julgamentos em plenário obstruída, com a paralisação de debates de amplo alcance e que ainda estão pendentes de análise, como a pejotização e a uberização.
Ministros de diferentes grupos do tribunal, além de auxiliares técnicos da corte, também projetam um boom de julgamentos em plenário virtual —seria uma forma de não paralisar julgamentos, mas evitar confrontos diretos, já que nessa modalidade os votos são computados por escrito.
TEMOR – – Caso se mantenha a previsão de avançar com as sessões presenciais habituais, o temor do entorno de Fachin é de que o grupo alinhado a Moraes, que costuma ser mais vocal, desvirtue a pauta de julgamentos para ressuscitar os temas relacionados à crise.
Moraes conta com o apoio dos ministros Gilmar, Dino e Cristiano Zanin. Como mostrou a Folha, desde o início do ano eles têm uma espécie de aliança para fazer frente à agenda de Fachin na presidência da corte, em meio às repercussões negativas da investigação sobre o Master.
Ao pedir vista do julgamento em que se discutia o relatório com as mensagens que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro teria enviado ao ministro Alexandre de Moraes, Dino alertou que o modo como Fachin estava conduzindo a sessão poderia prolongar as tensões no Supremo por meses.
NOVA OPINIÃO – Em 4 de setembro, Dino havia defendido, em um post no Instagram, que a corte continuasse normalmente com seus processos, mesmo em meio à escalada de ofensivas mútuas entre Moraes e Mendonça. Depois desta terça, entretanto, tem sinalizado a interlocutores que não pensa mais assim.
Naquela semana, a corte ignorou o contexto da crise —que já colocava a erosão interna do Supremo no centro do debate público em meio à campanha eleitoral —e se reuniu normalmente, iniciando o julgamento de uma pauta tributária.
Para o magistrado, isso não significava “fingir que não há crise”, mas sim “fazer com que a toga fale mais alto do que as armas ou eventuais gritos de hipócritas”. Porém, a sessão desta terça o fez mudar de ideia —ele disse a um colega que considera o Supremo “acabado” pelo menos até o fim do ano.
A primeira vez na história em que um Judiciário apodrecido conseguiu se olhar no espelho.
Se na cúpula, vigiada, publicizada, fiscalizada é desse jeito. Imagine no restante dessa estrutura?
Dino disse, diante do espelho: “o Judiciário vive os dias mais corruptos da sua história”.
Quem ‘inventou’ Nunes Marques para o STF
Nunca é demais lembrar em tempos de campanha presidencial e de Supremo em chamas:
– Nunes Marques, o mais novo ministro enrolado do STF, é originalmente uma indicação de Flávio Rachadinha ao ex-mito, que o nomeou no final de 2020.
Fonte: O Globo, Opinião, 17/09/2026 Por Lauro Jardim
O que equivale dizer que foi o próprio Flávio quem indicou Nunes Marques para o STF.
Daqui a 7 meses +- ou seja, segundo semestre 2027.
O Xandão assumo a Presidência do STF….
Diria narrador esportivo Jorge Cury,” anotem……tempo e placar..” para o ponto frio bonzão..
Apesar das expectativas de um desfecho,tipo limpa cadeiras com desinfetantes.
Já virou 🍕 pizza…
Xandão do FaVorcaro presidente será um escárnio.
Será a ditadura instalada.
Nenhuma novidade no front , pois o juiz relator André Mendonça , já desempenhou seu papel de ” conturbar e subverter ” as investigações dos Banco Master x INSS , ao vaza-las á conta gotas contra seus alvos pré – definidos , causando dissenções no seu ambiente de trabalho , tumultuando o processo eleitoral Brasileiro 2026 , com o agravante de que o juiz relator André Mendonça é vice – presidente do TSE , portanto urge afasta-lo do cargo , assim como ele fez com os policiais federais , acusando-os sem provas materiais , mas sim por suposições e achismos , sendo que contra o juiz relator André Mendonça , existem excessos de provas incriminatórias contra ele .
O Judiciário já está fechado e desmoralizado. Lula compra votos com o aumento do “Bolsa Escravidão” e Monocraticamente intimo amigo do Lulismo aprova a “Compra de Votos” e homologa o aumento dessa compra de votos escancarados. O Brasil não tem mais Judiciário nem Justiça e as Eleições estão em Suspeição completa, o que vai justificar o Kassio do TSE diante dessa Compra de Votos? Lula só perde essa Eleição se afastarem seus Sócios das “Cortes Bolivarianas” . O povo tem duas opções para estancar os Crime Organizado nos Poderes, ir às ruas antes das Eleições ou no dia das Eleições ficarem em casa porque as Eleições já estão decididas pelo Crime Organizado nos Poderes. Estão fechados também e com seus Presidentes com medo da Quadrilha CleptoCorruptaPsicopataJurídica o Senado Federal e a Câmara Federal. O Brasil hoje é uma República de Fora das Leis Confessas !
Em decisão, o ministro Gilmar Mendes, do STF, afirmou que o reajuste do Bolsa Família, anunciado nesta semana pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não desrespeita as regras eleitorais.
O magistrado argumenta que o aumento do benefício concedido pela gestão petista é apenas “atualização dos valores” pelo critério de correção monetária.
Insisto: deixem o Ladrão™ ganhar para que o Brasil quebre nas mãos dele ou de seu vice.
¹ Falais verdadeiramente justiça, ó juízes? Julgais com retidão os filhos dos homens?
² Longe disso; antes, no íntimo engendrais iniquidades e distribuís na terra a violência de vossas mãos.
⁰ Alegrar-se-á o justo quando vir a vingança; banhará os pés no sangue do ímpio.
¹¹ Então, se dirá: Na verdade, há recompensa para o justo; há um Deus, com efeito, que julga na terra.
Salmos 58:1,2; 10, 11 | ARA
https://www.bibliaonline.com.br/ara/sl/58/1,2,10,11+
Um relato bíblico registrado a amais de, no mínimo três mil anos, demonstra que o ser humano, em sua essência, continua agindo da mesma forma. Está e continua acontecendo. Que o Criador tenha misericórdia de nós.
E a população continua sendo massa de manobra, nas mãos dos poderosos. O pior cego é aquele que não quer enxergar. E tome mensalão, petrolão, lava-jato, assaltos e mais assaltos ao INSS, aos Bancos Estaduais, escândalos como do Banco Master, rachadinhas generalizadas, inflação nas nuvens, e, para alguns está tudo bem.
ESCÁRNIO COM O POVO BRASILEIRO.