
Charge do Gilmar (Correio Braziliense)
Jorge Fernando Rodrigues
CNN
O sistema político brasileiro parece ter chegado ao limite de um processo de desgaste que se arrasta há décadas, na avaliação do cientista político Marco Aurélio Nogueira, professor titular de Teoria Política da Unesp (Universidade Estadual Paulista). Para ele, o atual modelo ainda pode encontrar caminhos para sobreviver, mas enfrenta um ambiente marcado pela polarização e pela falta de respostas capazes de produzir uma mudança por meio da política democrática.
“Estamos, de fato, encerrando alguma coisa, porque pior do que está eu não sei se é possível ficar. Acho que nós temos uma história de duas, três décadas de um sistema que veio aos trancos e barrancos e que agora parece estar batendo no teto”, afirmou durante participação no WW Especial, da CNN Brasil.
COLAPSO – Nogueira ponderou, porém, que ainda não é possível saber se o sistema chegou efetivamente ao fim ou quanto fôlego ainda possui para continuar funcionando. Segundo ele, estruturas políticas podem entrar em colapso tanto por seus próprios problemas internos quanto pela pressão da sociedade.
“Eu digo que parece porque nós não sabemos qual é o fôlego que esse sistema ainda tem para seguir em frente”, disse. Na avaliação do cientista político, uma das dificuldades está justamente na ausência de uma pressão social capaz de produzir mudanças. A indignação, por si só, não seria suficiente para alterar o funcionamento do sistema.
“O que uma sociedade, entendida, inclusive, como sistema, pode fazer para se tornar uma força positiva de pressão? Porque a nossa sociedade atual, do jeito que ela está, não funciona como uma força de pressão positiva; ela funciona como uma força de pressão de indignação, e isso não necessariamente leva a algum lugar.”
TURBINAS INTELECTUAIS – Diante desse cenário, Nogueira aponta duas necessidades que considera urgentes. “A primeira seria uma espécie de despertar da força intelectual do país, uma espécie de acionamento das turbinas intelectuais do país. Isso tudo existe, eu acho que está em fogo brando, e essas turbinas precisariam ser impulsionadas.”
A segunda necessidade, segundo ele, seria o surgimento de lideranças políticas com capacidade de formular projetos de longo prazo e reunir apoio social para colocá-los em prática. “Precisariam emergir na sociedade lideranças com capacidade de estadista, ou seja, com consistência programática, ética, política e com apoio, não digo de toda a sociedade, mas pelo menos de uma parcela ativa e fundamental da sociedade”, destacou.
Para Nogueira, porém, essas duas condições ainda não estão presentes. “Nós não temos nenhuma dessas coisas”, criticou. O cientista político relaciona o quadro à polarização política dos últimos anos. Segundo ele, o sistema atual é marcado por uma disputa que dificulta a construção de alternativas fora do arranjo existente. “O processo atual é muito baseado nessa duplicidade de faces sistêmicas e é muito determinado também pela polarização doentia em que nós vivemos há vários anos.”
ALTERNATIVAS – Nogueira ressalta que, apesar do desgaste, não é possível determinar quando ou como esse sistema poderá deixar de existir. Ele considera possível que o modelo encontre uma maneira de continuar funcionando, mesmo diante das dificuldades acumuladas. “Esse sistema pode encontrar alguma brecha para seguir em frente, sem aviso prévio, sem dizer quando é que ele vai deixar de existir.”
O problema, segundo ele, é que o caminho que poderia produzir uma transformação mais saudável, a disputa democrática e política, encontra-se enfraquecido pela própria dinâmica atual.
“Aquilo que poderia derrotá-lo no terreno mais saudável, que seria o da luta democrática, da luta política, esse terreno está minado hoje. Ele não consegue ser impulsionado, não consegue sair do arranjo em que se encontra hoje, que é um arranjo ruim”, concluiu.
Kátia Abreu foi enfática: — Fora, Janja!
A ex-senadora Kátia Abreu (PT), coordenadora da campanha de reeleição de Lula no Tocantins, foi cirúrgica ao apontar a necessidade de mais Alckmin e menos Janja na campanha presidencial.
Ela demonstrou que a primeira-dama tem ocupado um espaço maior que o vice-presidente e defendeu que Alckmin tenha maior participação no segundo turno, visando ampliar o diálogo com o eleitorado.
E deixou claro que Janja só atrapalha e em nada contribui para a reeleição de Lula, e que, se a alpinista social não for afastada da campanha, poderá ficar para a história como o pivô da derrota do petista.
Não conheço o nobre intelectual.
Mas é sinal que nem todos tornaram-se gênios imbecilizados, que abandonaram a ciência pra aderir à religião de adoração do deliquente e inútil Lula.
Um dos maiores desafios de longo prazo será a desratização da Academia, transformada e linha de montagem de idiotas e canalhas diplomados, que ficam em sua masturbação metafísico-ideológica, absolutamente incapazes de equacionarem e proporem solução para os nossos seculares problemas estruturais.
“A primeira seria uma espécie de despertar da força intelectual do país, uma espécie de acionamento das turbinas intelectuais do país. Isso tudo existe, eu acho que está em fogo brando, e essas turbinas precisariam ser impulsionadas.”
A segunda necessidade, segundo ele, seria o surgimento de lideranças políticas com capacidade de formular projetos de longo prazo e reunir apoio social para colocá-los em prática. “Precisariam emergir na sociedade lideranças com capacidade de estadista, ou seja, com consistência programática, ética, política e com apoio, não digo de toda a sociedade, mas pelo menos de uma parcela ativa e fundamental da sociedade”
O diagnóstico está correto. O problema é que não há medicação para a cura. Haverá?
EXCETO O PERU, COMO REZA A LENDA, NINGUÉM MORRE DE VÉSPERA. Ademais, quanto ao apoio necessário para governar o país, o fato é que, sob a égide da república que aí está, há 136 anos, transpirando decadência terminal por todos os seus poros, ninguém, jamais, em tempo nenhum, nem mesmo a famigerada ditadura militar teve tal apoio sem comprá-lo de um jeito ou de outro, e até mesmo com a distribuição e alimentação de canais de rádios e TVs, que o diga os Marinhos da ocasião, perfazendo assim o estado de coisa$ e coiso$ que há muito tempo clama por mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas . NA RETA FINAL DE ELEIÇÕES, com todas as paixões partidárias em estado de histeria, formada as ondas conflitantes das mesmas, ninguém consegue cabalar votos para ninguém de uma bolha para outra bolha. E é aí que, abaixo de Deus, seja qual for o Deus de cada um que pode ser até o Acaso, que entra a força extraordinária, isenta, apartidária e consciente, que pode ser a fiel da balança, no caso representada pelas abstenções e os votos em branco e nulos, que nestas eleições no primeiro turno já somaram quase 40 milhões de indignados que não estão aí por acaso mas isto sim, à evidência, força essa inspirada, motivada e movida em função de projeto próprio, novo e alternativo de política de nação, verdadeiramente antissistema, dissidente de tudo isso que aí está há trocentos anos, com prazo de validade vencido há muito tempo, e, portanto, sem chance de mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas pelas mãos do continuísmo da mesmice dos me$mo$ que aí estão, polarizados, há 136 anos, dando as cartas e jogando de mão, mentindo, sacaneando e traindo o conjunto da população. E é aí que, a nosso ver, ao ignorar, cancelar e excluir a força extraordinária dos indignados, que pode fazer a diferença, com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, como tem feito a imprensa mercenária, e como fez Dilma que optou por colocar na fita da ora os “Pablos Capilés” da ocasião, em detrimento da Carta Capital da ora, apartidária, que deveria ser colocada sobre a mesa e aberta para o conhecimento da população, que Lula tb poderá ter o mesmo fim político de Dilma, e assim, sacrificar a necessária evolução democrática capaz de resolver o país, a política, a vida e a convivência pacífica do conjunto da população para os próximos 500 anos. https://tribunadainternet.com.br/2026/10/08/se-lula-ganhar-o-2o-turno-nao-adiantara-nada-pois-nao-tera-apoio-para-governar/?fbclid=IwY2xjawU0cu9leHRuA2FlbQIxMQBwZG9mAXNydGMGYXBwX2lkEDIyMjAzOTE3ODgyMDA4OTIAAR5_suKmN5No8TyWyqHQqN6scd6IZk1mJCF678aA9ENsFxID9CWrVhtPidg-Bg_aem_JdWsu1whPkbVSVqDEUj1Xg#comments
A desratização do Estado pode começar já no dia 1º de janeiro, começando pelo STF, mas a desratização da academia, que opera no submundo da dominação ideológica é mais de longo prazo.
Vejam bem estes analfabetos funcionais, clamando para que se continue a destruição da nossa Educação pela “Pedagogia do Opressor”:
https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/estudantes-realizam-manifestacao-pro-lula-no-rio-de-janeiro/
A Educação que estes canalhas, ou otários subjugados emocional e ideologicamente querem preservar:
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/09/08/brasil-ultimas-posicoes-pisa-2025.ghtml
Analfabetos funcionais ou imbecis a busca de um diploma de canalha?
Flávio Bolsonaro considera mudar correção da Previdência, da saúde e da educação para obter até R$ 250 bi
Folha de S. Paulo, 8/10/26.
Leia-se: Rachadinha vai cortar nas costas dos pobres: ficando sem corrigir aposentadorias do inss e reduzindo o dinheiro para a já precária saúde e educação dos mais necessitados.
Haveria alguma dúvida disso, bolsotários!
Adendos, em:
https://www.facebook.com/share/19odCm4Qmk/
Se alguém acha que sair de 20 anos de delinquência, incompetência e destruição da Economia, das finanças publicas e de esgarçamento do tecido democrático e republicanocom mel e flores, está redondamente enganado.
Como estes delinquentes têm 7 vidas, se não forem culpabilizados, julgados, expostos em praça publica e trancafiados, ainda voltarão como vítimas.
Espero que o filho não seja tão idiota quanto o pai:
https://www.bbc.com/portuguese/brasil-54472964
Estes tipo de psicopatas, os mais frios, não têm cura. Só mesmo o isolamento social.
Quem “avança, alçando fraternos prepostos, locupletando-os”, senão:
“Dinastia Rothschild.”
“A formação da lendária casa de banqueiros internacionais e seu envolvimento no plano Illuminati para levar todas as nações à total ruína social e financeira, em preparação para a criação de um governo totalitário planejado para ser implementado em escala mundial. Verdadeiramente, o apóstolo Paulo estava correto quando escreveu “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males.”
https://www.espada.eti.br/dinastia.asp
Esses patifes esquerdóides, sedizentes cientistas políticos, passaram décadas enganando o povo. Agora, com o advento das redes sociais, bastou o povão despertar para tentar se libertar do teatro das tesouras (domínio dos traficantes narco-socialistas tucanalhas e petralhas), começam choramingar que a “democracia está ameaçada”.