
Flávio mandou até condecorar um chefe de milícia no Rio
Vicente Limongi Netto
O capitão Jair Bolsonaro, hoje presidiário, descobriu o caminho das pedras para enriquecer na vida política e colocou toda a família na política. Inclusive a primeira mulher e a terceira, atual, que já está se infiltrando na vida pública e deve se eleger senadora, para entrar na vida política em defesa de sua religião e dos ideais da extrema direita, pois é só disso que entende.
Flávio Bolsonaro teve um início com um cargo no gabinete do deputado Roberto Jefferson em Brasília, enquanto estudava numa faculdade no Rio de Janeiro. Daí para frente sua vida pública foi de envolvimento com supostos crimes até os dias de hoje. Mente descaradamente e fica por isso mesmo.
Os brasileiros do bem, que têm sanidade mental não merecem esse tipo de presidente. O jornal Estado de São Paulo, de 23/9, em editorial, disse do risco de as milícias terem ascensão ao topo do poder da República, caso Flávio Bolsonaro vença o pleito. Antes tarde do que nunca, veio o expressivo e corajoso reconhecimento de que Flávio é um perigo para o Brasil e para o povo.
A jornalista Ana Dubeux abre o coração, estimula a fraternidade, aplaude a democracia, defende o direito de escolha e prega o amor a Deus, no expressivo artigo “A fé no voto” (Correio Braziliense – 27/09).
Endosso a tônica da Dubeux, saudável é votar com alegria e esperança no coração, jamais com rancor ou sentimento de vingança. A jornalista sustenta que “não precisamos pensar igual, podemos ter crenças e praticar rituais tão diversos como o país continental e miscigenado que somos”. Ana finaliza conclamando que a fé na democracia deveria ser soberana “pois é o único espaço onde se celebra o respeito à diversidade, a abertura do diálogo, a convivência pacífica com quem não necessariamente vive sob a mesma cartilha que nós”.
A continuar assim, se o molusco ganhar vai se tornar o porta voz no governo. por que também não fala o mesmo na relação unha e carne do molusco com os piores ditadores. Um exemplo chamou o Gaddafi de irmão. Numa entrevista em 1979 o molusco disse que admirava o Hitler
Dá não …
O editorial deveria falar também das visitas do ladrão™ ao Complexo do Alemão e de seu duplo ministro baleia ao Complexo da Maré ocasiões em que ambos saíram ilesos.
Cada uma. Que maneira de declarar o voto !
BANANINHA PARA CHANCELER (ou seja, MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORES)
“Trump e aliados não disfarçam. Querem a vitória da família Bolsonaro que, no passado recente, subordinou a política externa brasileira aos desejos do próprio Trump. Na ausência do ex-mito, o republicano aposta no filho, Flávio Rachadinha.
O irmão dele, DUDU BANANINHA cassado e foragido no Texas, JÁ SE ESCALOU PARA O CARGO DE CHANCELER do irmão, Rachadinha”
Fonte: O Globo, Opinião, 27/09/2026 00h00 Por Bernardo Mello Franco
Os unipolares não entendem que as candidaturas não se resumem simplesmente ao Ladrão.