
Edinho tem sido criticado pela forma como conduziu a campanha
Sérgio Roxo
O Globo
O senador Camilo Santana (PT-CE) deve entrar na coordenação-geral da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, com isso, reduzir o poder do presidente do PT, Edinho Silva, que é alvo de críticas.
Ex-governador do Ceará por dois mandatos e ex-ministro da Educação, Camilo atuou nos últimos meses como principal cabo eleitoral para que Elmano de Freitas (PT) fosse reeleito governador de seu estado. A disputa cearense foi acirrada com Ciro Gomes (PSDB), que liderou as pesquisas de intenção de voto até a reta final.
PRESTÍGIO – A vitória de Elmano no primeiro turno aumentou o prestígio do senador junto a Lula e entre as lideranças petistas. Nesta terça-feira, Camilo passou boa parte do dia com o presidente no Palácio da Alvorada. Ele viajou para o Ceará no fim do dia para o aniversário do pai e voltará para Brasília nesta quarta-feira.
Tradicionalmente no PT, é o presidente da legenda que coordena a campanha presidencial. Por causa disso, Edinho desempenha atualmente esse papel. A entrada de Camilo representaria uma inovação . Pessoas que participam da coordenação afirmam que ainda não está claro como deve ser a divisão de papéis entre os dois integrantes da coordenação-geral.
CRÍTICAS – Edinho tem sido criticado pela forma como conduziu a campanha no primeiro turno. Para lideranças do partido e membros do governo, o dirigente teve postura centralizadora e dificuldade para alinhar as posições das diferentes áreas sobre as decisões estratégicas.
No começo da noite de terça-feira, Edinho foi questionado em entrevista, após reunião do comando do PT, se haveria mudanças na coordenação de campanha. “A questão não é troca de nomes, ao contrário: nós queremos agregar novas lideranças à coordenação”, afirmou.
PARTICIPAÇÃO – O presidente do PT disse que Camilo já fazia parte da coordenação da campanha presidencial, mas pediu para se afastar para cuidar da candidatura de Elmano de Freitas e agora será incorporado. Disse também que os senadores eleitos pela Bahia Rui Costa e Jaques Wagner devem participar do núcleo de comando, assim como o vice Geraldo Alckmin.
“Nós temos agora os nossos senadores eleitos: o Rui e o próprio Jaques, que podem fazer parte de um grupo de coordenação. Eu tenho defendido que o vice-presidente Geraldo Alckmin também venha participar de forma mais efetiva da coordenação. Nós temos que ampliar, porque nós temos que percorrer o Brasil em 20 dias. É mais gente ajudando a dar conta dessa missão”, disse.
TRE-RJ aguarda comunicação do TSE para retotalizar votos e considerar Ruas eleito no 1º turno no RJ
Decisão do TSE mudou a conta da eleição porque reduziu o total de votos válidos diante da retirada dos 274.411 votos de Garotinho
Sr. Newton
Assisti uma entrevista do Garotinho em que afirma que foi o próprio nefasto amiguinho do Narcola, Paes que pediu a anulação dos votos..
Os soças-comunas mantém a escrita de serem burros demais,
Garotinho diz que Paes deve arcar com efeito de anulação dos votos
Ex-governador afirma que Paes pediu a anulação dos votos e agora quer que sejam considerados válidos para haver 2º turno…
Burro desde que nasceu.
eh!eh!eh
De nada adiantará mudar a equipe e oferecer mais benesses.
O produto é horrível, está putrefato e com data de validade vencido.
Nem os amiguinhos estão conseguindo segurar o tchan por ele.
https://youtube.com/shorts/lQ7Rywxrjhs?is=Yi22VOuNTFJ_p7UU
Até a OEA está tendo que largar a mão do último bastião da inútil, corrupta, reacionária e neoludita Esquerda do Século XXI.
Manuela d’Ávila aparece à frente em disputa pelo Senado no RS, aponta Paraná Pesquisas
Agora vai para New York, curtir as férias com a família, e visitar a Estátua da Liberdade,
Cuba, eu não vou nem morta…..
Deixem sua risada, é de grátis…..
eh!eh!eh
Isto é que sujeito de elevado (mau) caráter.
Abandonou amiguinha milionária do Lulinha, os semideuses do STF e, agora, os seus “nossos criminosos”.
https://youtu.be/pg2OtdsPG3M?is=USkovnDXobVOp5L4
Kátia Abreu foi enfática: — Fora, Janja!
A ex-senadora Kátia Abreu (PT), coordenadora da campanha de reeleição de Lula no Tocantins, foi cirúrgica ao apontar a necessidade de mais Alckmin e menos Janja na campanha presidencial.
Ela demonstrou que a primeira-dama tem ocupado um espaço maior que o vice-presidente e defendeu que Alckmin tenha maior participação no segundo turno, visando ampliar o diálogo com o eleitorado.
E deixou claro que Janja só atrapalha e em nada contribui para a reeleição de Lula, e que, se a alpinista social não for afastada da campanha, poderá ficar para a história como o pivô da derrota do petista.
Em vez de promoverem uma ‘caça às bruxas’, deviam caçar votos, que é o que está faltando.