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Agora, é que Moraes está sendo investigado por Mendonça
Carlos Newton
“Nada como um dia atrás do outro”, diz o velho ditado, que o empresário Adolfo Bloch, criador do grupo Manchete, complementava afirmando que “a vida recomeça todo dia, quando você acorda” Há um ano, o ministro Alexandre de Moraes pontificava no Supremo Tribunal Federal, era um personagem endeusado como suposto “salvador da democracia”.
Mas o tempo não para, e hoje Moraes é uma pálida lembrança do passado, com sua imagem destruída pelo enriquecimento ilícito de sua família, atrelada ao fatídico e ilusório Banco Master. O mesmo aconteceu com Dias Toffoli, que nunca foi líder de nada, a não ser de si mesmo.
UM MINISTRO LIMPO – Enquanto Moraes e Toffoli literalmente desabam no ranking do STF, o ministro Mendonça cresce de importância a cada dia. Sem qualquer mancha em seu passado, tornou-se advogado da União por concurso e se destacou na gestão de Medina Osório como ministro da AGU. Depois, acabou caindo nas graças do então presidente Jair Bolsonaro, que precisava agradar aos evangélicos e o nomeou para a AGU.
Mendonça não é evangélico de raiz, pois atua como pastor da Igreja Presbiteriana, de origem calvinista e considerada uma das vertente do protestantismo histórico. Porém, Bolsonaro não quis nem saber, rotulou Mendonça como “terrivelmente evangélico” e o indicou para o STF.
Em meio a enriquecimentos ilícitos e favorecimentos de parentes e amigos, Mendonça é um ministro totalmente limpo, sem nada que o desabone, somente comparável a Cármen Lúcia, Flávio Dino e Cristiano Zanon, com a diferença de que os três erraram feio ao apoiar Moraes no justiçamento dos réus do 8 de Janeiro, condenando-os como se fossem terroristas e não somente invasores e depredadores de prédios públicos, num radicalismo irracional que Mendonça sempre criticou.
HOMEM DE SORTE – Como se vê, André Mendonça é um homem bafejado pela sorte, que está no lugar certo, na hora exata. Assim, por ironia do destino, acaba de se tornar relator do caso Master, um dos mais importantes processos da História do Supremo.
Como se sabe, Dias Toffoli foi atingido durante pela denúncia feita pela direção da Polícia Federal em relatório com mais de 200 páginas, e o STF teve de afastá-lo da relatoria. O presidente Fachin então determinou o sorteio de novo relator, e Mendonça saiu premiado.
Agora, está tocando INSS e Master, dois processos que envolvem o governo Lula, autoridades diversas políticos e até ministros do STF. Uma de suas primeiras medidas foi proibir os delegados federais de compartilharem com seus superiores hierárquicos as novas informações que foram obtendo no inquérito do Master
SEM INFLUÊNCIAS – Mendonça adotara modelo semelhante no inquérito do INSS, porque havia vazamentos que informavam o Planalto sobre descobertas em relação às fraudes contra aposentados e pensionistas, porque um filho (Lulinha) e um irmão de Lula (Frei Chico) estão citados no escândalo.
Assim, trata-se de uma decisão corajosa, necessária e histórica de André Mendonça. Em tradução simultânea, o ministro está usando seus superpoderes para evitar que Lula siga manobrando para blindar a família e os petistas que estão envolvidos no caso Master e na exploração de aposentados e pensionistas, uma especialidade criada pelo PT quando Paulo Bernardo era ministro do Planejamento e marido de Gleisi Hoffmann.
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P.S. – Indiciado em vários casos de corrupção, Paulo Bernardo chegou a ser preso em 2016 na Operação Custo Brasil, à época da Lava Jato. Por causa dos seguidos escândalos, o petista-raiz perdeu o ministério, o mandato de deputado e a mulher, Gleisi Hoffmann, que também foi investigada.
P.S. 2 – Na época, Toffoli revogou a prisão de Bernardo e recentemente absolveu o petista em outro processo, alegando que as acusações contra ele partiram de delações premiadas da Odebrecht, que para o ministro do STF têm o mesmo valor dos contratos do resort Tayayá – ou seja, são provas que não valem absolutamente nada. Mas isso é outra história, que depois a gente conta, enquanto o circo do PT ameaça pegar fogo em pleno ano eleitoral. (C.N.)
Sr. Newton
Os Tribunais vão para cima do Pala-Dino da (IN)Justiça e do Pior IDH do Planeta…
Os juizecos fora do restaurante do Supremo Tayayá Federal estão dando uma banana para o The Jabba Hutt….
TJ-RS aprova pagamento de penduricalhos mesmo após veto de Dino…
https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/02/24/tjrs-aprova-penduricalho.htm?cmpid=copiaecola
Sr. Newton
Mais uma paulada na cabeça do Pala-Dino da (in) Justiça,
Desse jeito The Jabba Hutt vai ter um troço, como se dizia antigamente…
MPs pagaram R$ 2,9 bi em penduricalhos retroativos entre 2024 e 2025…
https://noticias.uol.com.br/colunas/tiago-mali/2026/02/24/mps-pagaram-r-29-bi-em-penduricalhos-retroativos-entre-2024-e-2025.htm?cmpid=copiaecola
PS
E agora?
O Pala-Dino vai para o enfrentamento, ou vai de blá, blá, blá, blá, e abrir a porteira…
aquele abraço
“…Há um ano, o ministro Alexandre de Moraes pontificava no Supremo Tribunal Federal, era um personagem endeusado como suposto “salvador da democracia”
Era endeusado por vários meliantes, ops, errei, militantes comunistolas travestidos de jornazistas que o balançavam numa cadeira de bêbê direto de suas redações da Midia Podre Nefasta e Corrupta.
Hoje esses mesmos militantes estão descendo a lenha na corcunda do Super-Herói Vilão Lex Luthor…..
aquele abraço
Sr. Newton
Mais dois casos de homicidio contra mulheres, mortas por monstros comunistolas, aliás, a Facção Criminosa Vulgar Nine Fingers, prefere defender o bandido do que a vitima.
O que o Casal Marginal 51/171 está á fazer para reverter essa situação
A própria Primeira-Monga é uma das que disse várias vezes que está ali para ‘proteger” as mulheres…..
Amiga de mulher que teve pernas amputadas ao ser atropelada e arrastada é vítima de feminicídio
Priscila Versão, de 22 anos, foi levada ao hospital pelo companheiro já morta e com marcas de agressão. Ele é suspeito do crime e foi preso. Defesa dele não foi encontrada.
https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/02/24/amiga-de-mulher-que-teve-pernas-amputadas-ao-ser-atropelada-e-arrastada-e-vitima-de-feminicidio.ghtml
T.I – Lembranças de um Ladrão…..
PF afirma que Marcelo Odebrecht usava codinomes para citar Lula
A Polícia Federal suspeita que o empresário Marcelo Odebrecht, preso na Operação Lava Jato, usava os codinomes “amigo”, amigo de meu pai” e “amigo de EO [Emílio Odebrecht, pai de Marcelo]” para se referir ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2016-10/pf-afirma-que-marcelo-odebrecht-usava-codinomes-para-citar-lula
Amigo dos Amigos do Tofferrado….
“…Toffoli suspende multa de mais de R$ 10 bilhões do acordo de leniência da J&F…”””
OBS
Quantas escolas, crechês, hospitais, poderiam ser construídas com esses bilhões que o Tofferrado deu de volta para os Irmãos Metralhas, sócios do Mafioso Don Narcoleone V….??
.
aquele abraço
“Já tinha nos avisado setenta anos atrás: o verdadeiro perigo não é fazer as pessoas acreditarem em mentiras.
É fazer com que desistam completamente da verdade.
Hannah Arendt, filósofa política alemã, sobreviveu à ascensão do nazismo, fugiu da Europa e passou o resto da vida perseguindo uma pergunta assustadora: como uma sociedade “civilizada” consegue cair num pesadelo totalitário?
Em 1951, ela publicou As Origens do Totalitarismo — um livro que hoje soa ainda mais atual.
A ideia central de Arendt era simples e brutal:
regimes totalitários não vencem convencendo. Eles vencem destruindo a capacidade das pessoas de pensar.
E ela resumiu isso numa das suas frases mais famosas:
> “O sujeito ideal de um regime totalitário não é o nazista convicto nem o comunista convicto, mas alguém para quem a diferença entre fato e ficção — entre verdadeiro e falso — já não existe.”
Leia isso de novo.
O objetivo não é fé.
É confusão.
É cansaço.
É jogar tantas mentiras, versões e contradições em cima das pessoas que elas param de tentar entender o que é real.
Buscar a verdade dá trabalho — e quando o poder quer dominar, ele mira exatamente nesse cansaço.
Quando você não diferencia mais o verdadeiro do falso, também não diferencia o bem do mal.
E, nesse ponto, vira controlável.
Não porque foi convencido — mas porque desistiu de pensar por conta própria.
Arendt percebeu algo essencial: o totalitarismo não começa doutrinando.
Antes disso, ele destrói a possibilidade de formar convicções.
Se você não acredita em nada, não confia em nada e acha que tudo é manipulação… então não resiste a nada.
Apenas se deixa levar enquanto tudo ao redor escurece.
No ensaio Verdade e Política (1967), ela explicou como as mentiras funcionam no poder.
O problema não é só divulgar falsidades — é corroer a ideia de verdade.
Quando cada fato é tratado como opinião, quando tudo vira “ponto de vista”, quando a realidade vira discussão… a verdade enfraquece.
E quando a verdade perde força, justiça, moral e dignidade também perdem.
Arendt viu isso acontecer na Alemanha dos anos 1930.
Os nazistas não só mentiam — eles criaram um ambiente em que a mentira era tão constante e sufocante que as pessoas pararam de se importar.
Ficaram cínicas. Apáticas. Acostumadas.
E foi dentro dessa anestesia que o horror se tornou possível.
Ela não escreveu isso para culpar.
Escreveu como alerta:
Isso pode acontecer em qualquer lugar.
Com qualquer sociedade.
Com qualquer pessoa.
E, muitas vezes, não começa com violência.
Começa com a erosão lenta da nossa capacidade de distinguir o real do fictício.
O que fazer, então?
Arendt dizia que a defesa está em pensar.
Não apenas consumir informação — mas questionar, refletir, comparar, investigar.
Recusar respostas fáceis, mesmo quando elas agradam.
Porque o momento em que você para de pensar criticamente — o momento em que aceita algo só porque combina com o que você já acredita — é o momento em que você se torna vulnerável.
O totalitarismo nem sempre chega com botas e tanques.
Muitas vezes, chega em silêncio:
no cinismo, na desistência, no “tanto faz”, no “ninguém presta”, no “quem sabe o que é verdade?”.
Esse cansaço — essa rendição — era exatamente o que Arendt estava denunciando.
Hannah Arendt morreu em 1975.
Mas seu aviso continua vivo:
Proteja sua capacidade de pensar.
Exija provas.
Separe fatos de opiniões.
Não deixe que o barulho das mentiras te faça desistir da verdade.
Porque, no instante em que você deixa de se importar com o que é real, já começou a perder o que mais importa.
A luta não é só acreditar nas coisas certas.
É se recusar a parar de pensar.”
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Assim vem agindo o “Agente Barba” e sua troupe, em favor da banca, que conjuntamente os locupleta!
Um bom estudo, uma boa lição.
Mas até quando ” André Mendonça ” vai continuar surfando no ranking dos ministros do Supremo , se a sua única premissa para ser indicado e aprovado para o STF , foi ser ” diabolicamente e demoniacamente ” evangélico , como é público e notório.
Um surfa na boa onda na medida que outro é desmoralizado.
Fica assim Moraes é o diabolicamente moralizador.
Suicídio moraeslizante.