
Senado impôs um freio à articulação do Planalto
Pedro do Coutto
A rejeição do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal foi uma derrota política em sentido pleno, mensurável em votos e carregada de simbolismo. Com 42 senadores contrários e apenas 34 favoráveis, o Senado não apenas barrou uma indicação presidencial: impôs um freio explícito à capacidade de articulação do Palácio do Planalto.
Episódios assim são raríssimos na história brasileira — o último remonta ao século XIX — e, por isso mesmo, não podem ser tratados como um acidente de percurso. Eles revelam, com nitidez, uma mudança na correlação de forças. É tentador atribuir o resultado exclusivamente a falhas de articulação política. Mas essa explicação, embora parcialmente verdadeira, é insuficiente.
MOBILIZAÇÃO – Houve mobilização do governo, liberação de emendas e esforço de convencimento. O que faltou foi algo mais profundo: capacidade de formar maioria num ambiente em que o custo político de apoiar o Planalto se tornou elevado demais para uma parcela relevante do Senado. A votação expôs um problema de legitimidade política da indicação — não jurídica — e mostrou que o governo perdeu, ao menos momentaneamente, o poder de coordenação sobre sua base ampliada.
Nesse contexto, o papel do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, foi decisivo. Atuando nos bastidores, ele transformou uma votação protocolar em uma demonstração de força institucional. Não se tratava apenas de Jorge Messias, mas de afirmar que o Senado — e, em particular, sua presidência — voltou a ser um centro ativo de poder, capaz de impor limites ao Executivo.
CARÁTER POLÍTICO – Ao mesmo tempo, a atuação da oposição, especialmente articulada em torno de Flávio Bolsonaro, reforçou o caráter político do resultado, conectando a votação ao ambiente pré-eleitoral e à disputa narrativa sobre o Supremo. O impacto para o governo Lula é imediato e relevante.
Derrotas dessa magnitude não se esgotam no episódio em si; elas se prolongam no tempo, contaminando percepções de força, autoridade e governabilidade. Em política, a imagem de controle é quase tão importante quanto o controle em si — e o que o Senado sinalizou foi justamente o oposto: um governo vulnerável a derrotas quando enfrenta articulação coordenada fora do seu eixo de influência.
A reação do presidente será determinante. Há três caminhos possíveis, cada um com riscos claros. O primeiro é ceder à lógica do Congresso e indicar um nome mais palatável ao Senado, o que poderia recompor a relação institucional, mas ao custo de parecer capitulação. O segundo é dobrar a aposta, escolhendo um perfil alinhado ao Planalto, o que reforçaria a autoridade política, mas aumentaria o risco de nova rejeição. O terceiro — e mais provável — é buscar um equilíbrio, tentando reconstruir pontes sem abrir mão completa do controle da escolha.
DESTINO DE JORGE MESSIAS – Paralelamente, o episódio levanta uma questão delicada: o destino político de Jorge Messias. Mantê-lo em posição de destaque no governo pode ser uma forma de sinalizar confiança e evitar a personalização da derrota. Por outro lado, a sua permanência em evidência também prolonga a memória de um fracasso que o Planalto precisará, estrategicamente, diluir ao longo do tempo.
Há ainda um pano de fundo que não pode ser ignorado: o calendário eleitoral. A poucos meses de uma disputa decisiva, cada movimento institucional passa a ser lido também sob a lógica das urnas. A derrota no Senado alimenta narrativas de fragilidade do governo e pode influenciar tanto a base política quanto a opinião pública.
REEQUILÍBRIO – Ao mesmo tempo, medidas econômicas recentes, como a redução gradual da taxa de juros pelo Banco Central, oferecem ao governo uma oportunidade de reequilibrar o cenário — desde que consigam produzir efeitos perceptíveis no curto prazo.
No fim, o episódio não condena o governo Lula, mas impõe uma inflexão. Ele deixa claro que governar, neste momento, exige mais do que maioria formal ou capital eleitoral acumulado. Exige capacidade constante de negociação, leitura fina do ambiente político e, sobretudo, antecipação de riscos. A derrota de Jorge Messias não foi apenas um erro tático — foi um sinal de que o jogo político mudou de intensidade. E, em jogos assim, quem demora a ajustar a estratégia paga um preço alto.
Está escrito: O dinheiro, é a raiz de todos os males!
“Dizem que o dinheiro é coisa do diabo, mas quer ver o diabo? Fique sem dinheiro.”, diz o ditado.
“Dendos”, em:
“G.K. Chesterton, sempre à frente de seu tempo, refletiu: “A tolerância moderna é, na verdade, tirania. É tirania porque é silêncio. Dizer que não devo negar a fé do meu oponente é dizer que não devo discuti-la.”
Esse é exatamente o objetivo de censura da Liga Antidifamação da B’nai B’rith (ADL), criadora e promotora de leis contra “crimes de ódio” em todo o mundo. Esses conspiradores da ADL trabalham para anular a intolerância aos males que promovem, arrogantemente reservando para si o direito de serem os árbitros mundiais do que será tolerado e do que não será, substituindo os preceitos de Deus e da natureza sobre o certo e o errado por sua própria intolerância total a tudo que se interponha em seu plano de conquista mundial talmúdica.
Para entender o verdadeiro propósito das leis de “crimes de ódio” redigidas e defendidas pela ADL, já em vigor em países como Alemanha, Canadá e Grã-Bretanha – e planejadas pela ADL para todas as nações, é necessário entender algo sobre a paixão chamada “ódio”.
Pensadores profundos e universalmente aclamados de todos os tempos, como Tomás de Aquino, registraram que todas as paixões derivam da paixão única do amor.
O ódio, “o oposto do amor”, argumentava Tomás de Aquino, é simplesmente a paixão contra aquilo que ameaçaria o amor.
Por exemplo, o ódio ao veneno é uma reação ao amor pela própria vida. Como “o ódio se baseia no amor”, argumentou Tomás de Aquino, “segue-se que o ódio é uma grande força para o bem na vida do homem. O ódio permite ao homem evitar os males que o destruiriam”. É precisamente o ódio por esses males que estão destruindo a civilização ocidental que as leis de “crimes de ódio” redigidas pela ADL visam criminalizar, neutralizar e silenciar, sempre em nome de uma tolerância indiscriminada. Assim, “transformar em massa de modelar” a vontade coletiva em defesa da civilização ocidental é uma necessidade para a implementação do novo estado escravista da plantação global. Esses “donos de plantações” são poucos demais para conquistar e governar sem a cooperação manipulada de suas vítimas.”
https://www.henrymakow.com/p
PS. Em assim procedendo, sabeis que são os “programa-dores” e portanto, apátridas e inimigos dos povos!
Redesenha?
Muitos podem não ter notado, mas o governo Barba já acabou.
A demorada faixa de isenção do IR não comoveu e a promessa da escala 5 x 2 é mais uma entre tantas promessas de Lula, em quem já não se acredita mais, a não ser o pessoal do bolsa família.
Decisões do Congresso são vitória do bolsonarismo e derrota de Lula, STF e Congresso
Davi Alcolumbre e Alexandre de Moraes fazem pacto de proteção por conta do caso Master
Uma semana e duas derrotas para o Lula, que vai perdendo energia, vantagem nas pesquisas e a confiança de possíveis aliados que estão indo em massa para o lado dos seus adversários.
Lula, porém, não é o único derrotado. Também perdem as instituições, em particular STF e Senado, e o andamento do caso Master.
O pacto entre Moraes e Alcolumbre não foi só para impedir que Messias vestisse a toga da corte nem para se desconectar de vez de Lula.
Ambos estão enrolados no escândalo do Banco Master e o tal pacto, ou acordão, tem cara e cheiro de “você salva a minha pele e eu salvo a sua”.
Ex-ídolo nacional anti-golpe, Moraes tem bons motivos para temer o Senado e um pedido de seu impeachment, algo praticamente inédito, mas que parece avançar contra Moraes e outros ministros do STF, em especial os envolvidos no caso Master, como ele, depois da revelação dos R$ 129 milhões de contrato entre o banco e o escritório da sua família.
Já Alcolumbre teme o STF tanto no caso das emendas e quanto no do Master, com foco no Fundo de Previdência dos funcionários do Amapá, que, apesar dos alertas, investiu R$ 400 milhões no banco de Vorcaro.
Alcolumbre pôs um aliado na presidência e o próprio irmão no conselho fiscal do Fundo de Previdência.
A sequência é clara: a articulação contra uma CPI do Master, a liminar, depois retirada, para dificultar o impeachment de ministros do STF no Senado, a aproximação de Moraes e Alcolumbre e o afastamento de ambos do Planalto.
O resultado são as duas derrotas de Lula e vitórias do bolsonarismo: contra a nomeação Messias para o STF e os vetos do presidente ao projeto de dosimetria que favorece os golpistas do 8/1 e, lá na ponta, o ex-mito.
Lula escancarando os cofres para comprar votos pró Messias (nome questionável desde o início) e o jantar de Moraes e Alcolumbre, na noite anterior à sabatina de Messias, são sintomas do quanto as instituições andam doentes no Brasil, sem previsão de recuperação.
É bom ficar de olho no caso Master:
– Com Messias, o relator André Mendonça ganharia mais um aliado para ir fundo.
– Sem ele, o grupo que manda no Supremo vai continuar com a faca e o queijo na mão. A favor, por exemplo, de Moraes e de Alcolumbre.
Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, Opinião, 30/04/2026 | 20h00 Por Eliane Cantanhêde
Texto relevante.
Dessa manada, qual será o novo escolhido e tresloucado “Lemingue’, a impulsionar a continuada precipitação do Brasil, barranco abaixo?
A derrota do governo com a rejeição ao nome do AGU, Jorge Messias, para ministro do STF e o Veto ao PL da Dosimetria devem servir de lição para o Planalto.
Não se pode avaliar nesse momento, quem traiu e quem foi leal, mas, algumas pistas devem ser investigadas.
1 – Culpar o MDB e o PP, não me parece correto, porque esses dois Partidos estão divididos no apoio ao governo e no apoio a oposição, logo não se pode cravar em traição pura e simples. Há uma máxima no Congresso, de que o voto secreto dá uma vontade danada de trair.
2- São favas contadas, que o presidente Davi Alcolumbre trabalhou intensamente contra a aprovação a indicação de Messias desde novembro, quando Lula preteriu o senador Rodrigo Pacheco, o indicado de Alcolumbre e da expressiva bancada de senadores.
3- A aproximação do ministro André Mendonça, Relator do Caso Master e do INSS com Jorge Messias, inclusive trabalhando junto a bancada evangélica não obteve sucesso. Assustou os senadores envolvidos com Vorcaro e o Careca do INSS. Messias aprovado seria mais um voto no STF em apoio ao Relator, André Mendonça.
4- Esse movimento do ministro André Mendonça, uniu a bancada garantista da Primeira Turma, exceto Carmem Lúcia e na Segunda Turma, Gilmar e Toffoli, que não viam com bons olhos a chegada de um novo ministro punitivista. Agora, se suas excelências trabalharam junto a senadores para a rejeição, ninguém nunca vai saber de fato, porque ninguém vai revelar, ficando a dúvida no âmbito da especulação.
5 – Pesou contra Jorge Messias, o processo eleitoral e a proximidade do AGU com o PT e os presidentes Lula e Dilma. A oposição em peso, cerca de 30 votos no Senado de olho nas eleições de outubro botaram contra Messias, os outros 14 votos, foram de ação de Alcolumbre e traições do PT. Eles nunca vão revelar, mas, o PT da Bahia não vê com bons olhos a Delação de Vorcaro, o dono do Master. Em conversas com os senadores da oposição, Messias prometeu rigor na análise desse caso.
6- O presidente Lula, não se empenhou ativamente na aprovação de seu indicado, deixando o AGU, a luta solo ,numa via crucis de 5 meses de fritura.
Bem fico por aqui, aconselhando o governo a virar essa página, evitar retaliação ao Congresso e finalmente indicar uma mulher jurista negra o mais rápido possivel e enviar para o presidente do Congresso pautar a sabatina.
Tenho absoluta certeza, que as mulheres vão ocupar as ruas em protesto, até que o Rei Davi, o presidente do Congresso cumpra o seu dever constitucional, sob pena de cassação por omissão deliberada. Davi Alcolumbre pode muito, mas não pode tudo, porque ele não é o Dono do Congresso.
A bola está nas mãos do presidente Lula, para iniciar uma nova partida . Ganha quem jogar melhor e furar as redes.
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O Lula é um cadáver insepulto que foi enterrado politicamente na última semana de abril. Traiu e foi traído e é assim que as coisas funcionam quando facções criminosas quebram os seus acordos. Em outubro teremos apenas a missa dos seis meses. Se o PT não correr para encontrar um substituto que mobilize as massas (se é possível) vai ser uma derrota humilhante. Insistindo, o Lula vai dormir humilhado com as suas pacas, se é que a paca mor vai querer dormir com ele.
Ao rejeitar Messias, o Senado trata Lula já como ex-presidente.
UOL, Política, Opinião, 30/04/2026 06h46 Por Josias de Souza
Nada será como antes para Lula depois da rejeição de Messias
A rejeição de Messias para o STF pelo Senado marca um ponto de inflexão na política brasileira e reposiciona a relação entre os Poderes. Mais do que um fracasso do indicado, é uma derrota de Lula.
O resultado de 42 votos contrários, 34 favoráveis e uma abstenção revelou que o governo perdeu o controle de sua base no Senado. E cometeu graves erros de avaliação e condução das negociações, apesar das advertências do líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), aliado de Alcolumbre na política do Amapá.
A indicação ao STF sempre foi tratada como prerrogativa presidencial de alto prestígio, cuja aprovação dependia mais de rituais políticos do que de disputas abertas. Ao romper essa tradição, o Senado deixou de ser uma instância homologatória e assumiu protagonismo político explícito, com capacidade de veto efetivo sobre o Executivo.
Desde quando Lula rejeitou o nome do ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSB-MG), para o cargo, desconsiderando um pedido do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), e indicou Messias, o advogado-geral da União, as relações do Palácio do Planalto com o Senado ficaram estremecidas.
Lula retardou ao máximo a indicação formal de Messias por causa disso, mas resolveu fazê-lo mesmo sem um acordo com Alcolumbre, por pressentir o perigo com a aproximação do processo eleitoral. Pagou para ver e perdeu a aposta.
O dado mais relevante, porém, não está apenas no resultado, mas na engenharia política que o produziu: a convergência entre Alcolumbre e Flávio (PL-RJ) sinaliza a formação de um novo eixo de poder dentro do Congresso.
Alcolumbre, que até então operava como mediador e, em muitos momentos, como anteparo institucional contra iniciativas mais agressivas da oposição, deslocou-se para uma posição de maior autonomia — ou mesmo de alinhamento tático com forças oposicionistas.
Esse movimento rompe uma lógica de contenção que vinha permitindo ao governo administrar crises sem sofrer derrotas frontais.
A partir de agora, cada votação relevante exigirá negociação real, concessões concretas e maior capacidade de articulação política.
O governo perde não apenas votos, mas previsibilidade. E, em política, a perda de previsibilidade costuma ser mais grave do que a perda episódica de maioria.
Há também implicações diretas para o próprio STF. A rejeição de um indicado presidencial reabre o debate sobre os critérios de escolha e sobre o grau de politização da Corte.
Nos últimos anos, consolidou-se a percepção de que o tribunal passou a desempenhar papel central na arbitragem de conflitos políticos, o que elevou o custo das indicações.
Ao barrar Messias, o Senado envia um recado ao Executivo, de que não aceitará indicações automáticas, e ao Supremo, de que sua composição passou a ser objeto de disputa política aberta.
Lula tenta assimilar a derrota como um revés parlamentar e não uma ruptura definitiva. A seus auxiliares, disse que tinha o direito de indicar Messias e o Senado, de rejeitar.
Fonte: Correio Braziliense, Nas Entrelinhas, 30/04/2026 – 06:05 Por Luiz Carlos Azedo
Leitura relevante.
Lula: Fragilidade do projeto de reeleição e perda de expectativa de poder
Ao barrar Messias, o Senado envia um recado ao governo Lula, de que não aceitará indicações automáticas, e ao Supremo, de que sua composição passou a ser objeto de disputa política aberta.
Lula tenta assimilar a derrota como um revés parlamentar e não uma ruptura definitiva. A seus auxiliares, disse que tinha o direito de indicar Messias e o Senado, de rejeitar.
Mas não é essa a leitura da oposição e dos aliados do Centrão que traíram o governo. O episódio é raro. Há mais de um século não se registrava uma rejeição dessa natureza com impacto político comparável.
Isso confere à derrota de Lula um caráter simbólico poderoso: ela representa não apenas um revés e quebra de um padrão institucional que atravessou diferentes regimes e conjunturas, mas fragilidade do projeto de reeleição, ou seja, perda de expectativa de poder.
Politicamente, o impacto é profundo. Lula construiu seu terceiro mandato com base em uma estratégia de recomposição de alianças amplas com o Centrão, buscando apoio nos estados para garantir governabilidade.
A derrota expõe os limites dessa estratégia. Mostra que o chamado “centrão ampliado” não opera como base orgânica, mas como um conjunto de forças voláteis, que respondem a incentivos específicos e a correlações de força momentâneas.
Além disso, a articulação que levou à rejeição fortalece a oposição liderada por Flávio, que passa a demonstrar capacidade de influenciar decisões estratégicas mesmo sem maioria formal.
Isso já é resultado da expectativa de poder gerada pelos reiterados empates técnicos com Lula nas pesquisas de intenção de votos.
Esse dado tem implicações diretas para o cenário eleitoral de 2026, pois indica que a oposição não apenas resiste, mas consegue impor derrotas relevantes ao governo no terreno institucional. Ou seja, passou à ofensiva no Congresso.
Outro aspecto é o enfraquecimento da autoridade de Lula. O resultado da votação abala a liturgia da Presidência e tem impacto na autoridade presidencial.
Em sistemas presidencialistas, a capacidade de nomear ministros de cortes superiores é um dos instrumentos mais relevantes de poder.
Ao ver sua indicação rejeitada, Lula sofre um desgaste que transcende o episódio específico e atinge sua imagem de liderança política de forma irremediável neste mandato.
Fonte: Correio Braziliense, Nas Entrelinhas, 30/04/2026 – 06:05 Por Luiz Carlos Azedo
Texto relevante.
Messias cogita deixar o governo após rejeição em sabatina
Folha de S. Paulo, 1º/05/2026.
Não saiu ainda?
Ficar no governo fazendo o quê: Expondo-se à humilhação pública que Lula lhe impôs?