Proposta discutida em diálogo com Motta ganhou força
Pedro do Coutto
O governo do presidente Lula da Silva acelera, nos bastidores de Brasília, uma articulação considerada estratégica para tentar consolidar uma das pautas trabalhistas de maior apelo popular dos últimos anos: a revisão do modelo de jornada conhecido como “6×1”, em que o trabalhador atua seis dias para descansar apenas um. A proposta, discutida por aliados do Palácio do Planalto em diálogo com o presidente da Câmara, Hugo Motta, ganhou força nas últimas semanas e pode se transformar em uma Proposta de Emenda à Constituição com forte potencial eleitoral.
A movimentação revela mais do que uma simples tentativa de modernização das relações de trabalho. Ela simboliza a busca do governo por uma agenda social capaz de reconectar Lula às classes trabalhadoras urbanas em um momento em que a polarização política continua dominando o ambiente nacional. A lógica é simples: poucas bandeiras possuem tanto impacto simbólico quanto a promessa de mais qualidade de vida sem redução salarial.
ALTERNATIVAS – A discussão ainda está em fase preliminar, mas setores do Congresso já admitem alternativas que reduziriam a carga semanal para algo próximo de 40 horas, reorganizando a escala atual. O debate tende a encontrar resistência de parte do empresariado, sobretudo em setores intensivos em mão de obra, como comércio e serviços. Ainda assim, o cálculo político é evidente: dificilmente parlamentares desejarão assumir publicamente uma posição contrária a uma pauta apresentada como avanço trabalhista.
O tema também surge em meio à antecipação da corrida presidencial de 2028. Embora ainda distante formalmente, a disputa já influencia decisões do governo, do Congresso e dos partidos. Pesquisas recentes mostram um cenário de polarização consolidada entre Lula e Flávio Bolsonaro, mas revelam igualmente um contingente relevante de eleitores indecisos — grupo que pode definir o rumo da próxima eleição.
Nesse ambiente, a avaliação predominante entre analistas políticos é de que Lula mantém vantagem relativa porque a fragmentação dos indecisos reduz a capacidade de crescimento imediato da candidatura bolsonarista. Além disso, aliados do senador Flávio Bolsonaro enfrentam o desgaste provocado por associações políticas consideradas sensíveis, especialmente após repercussões envolvendo Daniel Borchara, episódio que atingiu setores conservadores e ampliou questionamentos sobre alianças e coerência discursiva.
RADICALISMO – Enquanto isso, os Estados Unidos seguem funcionando como laboratório político e ideológico para setores da direita global. O radicalismo crescente de movimentos alinhados ao trumpismo continua produzindo repercussões internacionais. Grupos ultraconservadores voltaram a defender pautas extremas e incompatíveis com os fundamentos democráticos modernos, incluindo ataques históricos aos direitos políticos das mulheres — uma conquista civilizatória consolidada ao longo do século XX.
O fenômeno ajuda a explicar por que o debate democrático passou a ser tratado não apenas como uma disputa eleitoral, mas como um confronto entre modelos de sociedade. O slogan “Make America Great Again”, de Donald Trump, transcendeu a política americana e passou a influenciar correntes ideológicas em diversos países, inclusive no Brasil. O problema é que, em muitos casos, o nacionalismo conservador deixou de ser apenas uma plataforma econômica ou moral e passou a incorporar discursos de exclusão institucional e relativização de direitos fundamentais.
CRIME ORGANIZADO – No Rio de Janeiro, outra crise aprofunda a sensação de deterioração institucional. Reportagens recentes apontam o fortalecimento da influência do Comando Vermelho em estruturas sociais e territórios urbanos dominados pelo crime organizado. O avanço de lideranças criminosas associadas a figuras históricas da facção reforça o diagnóstico de que o Estado enfrenta enormes dificuldades para recuperar áreas submetidas ao controle paralelo do tráfico.
A infiltração criminosa em diferentes escalas sociais tornou-se um dos maiores desafios da segurança pública brasileira. O problema deixou de ser apenas policial. Hoje, envolve economia informal, influência política local, domínio territorial e disputa simbólica dentro das comunidades. A criminalidade organizada passou a operar como estrutura de poder.
Paralelamente, outro dado preocupa especialistas em políticas públicas: o crescimento exponencial dos diagnósticos de transtornos do espectro autista nas escolas brasileiras. O aumento da demanda por acompanhamento especializado expõe a fragilidade estrutural da rede pública de ensino e evidencia um país ainda despreparado para lidar adequadamente com inclusão, acolhimento e suporte pedagógico especializado.
POLARIZAÇÃO – Mas talvez o debate mais delicado dos próximos anos esteja surgindo justamente na interseção entre política, tecnologia e manipulação digital. As campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro intensificaram pressões sobre o Tribunal Superior Eleitoral para que a Corte adote regras mais rígidas contra conteúdos produzidos por inteligência artificial, especialmente vídeos manipulados capazes de associar candidatos a escândalos inexistentes ou distorcer declarações reais.
O tema ganhou dimensão global porque as chamadas deepfakes deixaram de ser uma ameaça futura. Elas já fazem parte da disputa política contemporânea. Em um cenário de hiperpolarização, vídeos falsos podem influenciar eleições, destruir reputações e ampliar radicalizações em questão de horas.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL – Curiosamente, apesar da rivalidade política extrema, PT e PL convergem em um ponto: ambos reconhecem que a ausência de regulamentação clara sobre inteligência artificial representa risco direto à estabilidade democrática. Isso mostra que a guerra política brasileira entrou em uma nova etapa — menos centrada apenas em palanques e programas partidários e cada vez mais influenciada pela disputa algorítmica, pela manipulação emocional e pela circulação massiva de desinformação.
O Brasil vive, portanto, uma combinação complexa de transformações simultâneas: pressão por novos direitos trabalhistas, antecipação da sucessão presidencial, radicalização ideológica internacional, avanço do crime organizado e explosão tecnológica no ambiente eleitoral. São crises distintas, mas conectadas por um mesmo elemento: a dificuldade das instituições em responder com velocidade a uma sociedade que muda mais rápido do que a política consegue acompanhar.
Que tal?
https://www.instagram.com/reel/DYpO7phAvqk/?igsh=MThlNXY1eXFuYmxzMA==
Ontem na Agência dos Correios, ouvi uma resenha entre uma cliente e a atendente sobre a escala 6×1.
A cliente: Esse governo não faz nada de bom para a CLT, essa escala não serve para nada. Agora vou ter que trabalhar 10 horas.
A atendente: Mas, você vai ter dois dias de folga para passear com as crianças e o marido, namorar, assistir um bom filme e uma série na Globoplay…
A cliente: Eu já tenho folga sábado e domingo.
A atendente: Você está muito pessimista menina, muitos trabalhadores vão se beneficiar da nova escala.
A cliente, encerrando a conversa: Com a mão espalmada e a outra com o punho cerrado batendo na outra e dizendo que não interessa os outros e sim ela própria e que governo nenhum faz nada para quem trabalha.
A chave da sociedade virou para pior.
As fotos com a Deolane Bezerra e o molusco ao contrário alavanca a candidatura do molusco
O Pedro do Coutto descobriu a infiltração do CV nas estruturas do estado. Ele nada enxergou quando o traficante GorDino, então ministro da justiça do PT (partido dos traficantes), reuniu-se com os representantes do CV no RJ para reafirmar a aliança entre o governo petralha e o crime organizado. Quando se trata de PT, o bem informado jornalista Pedro do Coutto nada vê, nada ouve e nada fala.
Como dizem os comunas sociopatas ‘Tudo pelo social”….
Saiba quanto custou a viagem da “dama do tráfico” paga com dinheiro público
Luciane Barbosa Farias participou de evento do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania em Brasília
https://www.cnnbrasil.com.br/politica/saiba-quanto-custou-a-viagem-da-dama-do-trafico-paga-com-dinheiro-publico/
Vejam o que o meliante, ops, errei, militante fantasiado de jornazistas escreveu….
Constrangeu o Narcola??
Me tirem o tubo…..
‘Dama do tráfico’ que visitou ministério é presa após cinco meses foragida
Luciane Barbosa Farias, esposa do traficante ‘Tio Patinhas’, constrangeu o governo Lula ao ser flagrada em 2023 pasta da Justiça, na gestão Flávio Dino
PS.
Constrangimento entre ‘narcolas”…..
HA!HA!HA!HA!HA!Ha!HA!HA!HA!Ha
pode isso, Arnaldo…?
PS 2
Por isso que a credibilidade que já não tinham, está no fundo do esgotão do mário coveiro entre as Marginais.,
“Votar em Sérgio Cabral é quase uma obrigação moral, ética, política, é um compromisso de honra pra quem quer garantir, um futuro melhor para nossos filhos, para nossos netos, para aqueles que a gente ama, porque esse homem já provou que é um homem de bem, que é um homem que gosta do Rio, e que é um homem que tem competência pra fazer as coisas que outros não fizeram…….”””
As “pérolas” de Lula em favor de Sérgio Cabral
https://www.youtube.com/watch?v=oj9d6vIlAa8
CRIME ORGANIZADO – No Rio de Janeiro, outra crise aprofunda a sensação de deterioração institucional. Reportagens recentes apontam o fortalecimento da influência do Comando Vermelho em estruturas sociais e territórios urbanos dominados pelo crime organizado. O avanço de lideranças criminosas associadas a figuras históricas da facção reforça o diagnóstico de que o Estado enfrenta enormes dificuldades para recuperar áreas submetidas ao controle paralelo do tráfico.
Sr. Pedro
Veja o ‘futuro melhor” depois de cinco mandatos da Facção Criminosa Vulgar do Narcola de Nove Dedos….
As Facções Amigas estão deitando e rolando no Estado do Rio de Janeiro e demais….
aquele abraço
A escala 5×2 ou 4×3 soça-comuna dos vagabundos cheirados da Elite Aristocrática Soviética com os Acadêmicos de Mérida não vai resolver nada os problemas do Páis..
E também não vai mudar muita coisa
Por exemplo nosso Editor-Chefe trabalha na escala 7×0 e não vai mudar por conta da vagabundice dos intelecutuais comunas da Vila Madalena e do Leblon, aliás, haja pó para sustentar os narizes de bronze dessa comunada…
Outro exemplo, os feirantes trabalham de terça á domingo na escala 6×1…….
Não tem como parar, pois não pagam as contas nem os funciónarios e nem os assassinatos das pacas para encher o bucho quebrado do Narco-Ladrão….
Estou aguardando para ver o que vai acontecer com este Páis….
aquele abraço
esqueci
Nosso Editor-Chefe mesmo idoso, trabalha na escala 7×0 produzinho para o Páis enquanto que os da Academia de Mérida não produzem um palito de fósforo..
E tentando salvar o Pais do que sobrou da Facção Criminosa NoveDedista….
aquele abraço
Violência contra idosos cresce 226% em dez anos, diz Ipea
Pela primeira vez, o Atlas da Violência mapeia a terceira idade e revela que abusos domésticos explodiram no país, com mais de 30 mil casos só em 2024