
Anúncioprovocou forte reação do governo brasileiro
Pedro do Coutto
A decisão do governo de Donald Trump de propor uma tarifa adicional de 25% sobre parte das exportações brasileiras para os Estados Unidos inaugurou um novo capítulo de tensão nas relações entre Brasília e Washington.
Embora a medida ainda esteja sujeita a consultas públicas e possa sofrer alterações antes de entrar plenamente em vigor, o anúncio foi suficiente para provocar forte reação do governo brasileiro, que enxerga na iniciativa não apenas um movimento comercial, mas também um gesto carregado de implicações políticas.
REFLEXO – O impacto econômico imediato tende a ser mais limitado do que sugerem os números apresentados inicialmente. Isso porque uma parcela significativa dos produtos exportados pelo Brasil para o mercado americano ficou de fora da lista de sobretaxação.
Entre os itens isentos estão produtos estratégicos como café, carne bovina, algumas frutas, terras raras, equipamentos aeronáuticos e determinados insumos industriais. Ainda assim, a medida cria insegurança para exportadores, investidores e setores que dependem do acesso competitivo ao maior mercado consumidor do mundo.
O argumento oficial da Casa Branca baseia-se em uma investigação conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que acusa o Brasil de adotar práticas consideradas prejudiciais ao comércio americano. Entre os pontos levantados estão questões ligadas à propriedade intelectual, ao mercado de etanol, ao combate à corrupção, à política ambiental e, de forma particularmente controversa, ao sistema brasileiro de pagamentos instantâneos, o Pix.
DISTORÇÕES – O documento americano sustenta que a promoção estatal do sistema poderia gerar distorções competitivas no mercado de pagamentos eletrônicos. O Pix também aparece citado dentro das preocupações americanas relacionadas aos serviços digitais e financeiros.
A inclusão do Pix no centro da disputa chamou a atenção de especialistas e integrantes do governo brasileiro. Criado e operado pelo Banco Central, o sistema tornou-se uma das mais bem-sucedidas inovações financeiras do mundo, servindo inclusive de referência para bancos centrais de diversos países.
Na avaliação de técnicos que acompanham o tema, não existe base consistente para caracterizar o Pix como prática comercial desleal, uma vez que se trata de uma infraestrutura pública destinada a ampliar a concorrência e reduzir custos para consumidores e empresas. A interpretação predominante em Brasília é que o sucesso do sistema brasileiro passou a incomodar segmentos do mercado internacional de pagamentos, especialmente empresas tradicionais de cartões e intermediários financeiros.
REAÇÃO – Foi nesse contexto que o presidente Lula da Silva reagiu elevando o tom político da controvérsia. Lula afirmou que buscará o diálogo direto com Trump e demonstrou expectativa de uma conversa entre os dois presidentes para tentar evitar a implementação definitiva das tarifas. Ao mesmo tempo, acusou setores ligados ao bolsonarismo de atuarem para estimular o endurecimento americano contra o Brasil. Em suas declarações, o presidente chegou a associar a postura do senador Flávio Bolsonaro à escalada da crise, classificando tal atuação como contrária aos interesses nacionais.
A acusação tem evidente peso político. Ao atribuir a aliados de Jair Bolsonaro parte da responsabilidade pela deterioração das relações bilaterais, Lula procura transformar uma disputa comercial em uma narrativa de defesa da soberania nacional. Trata-se de uma estratégia conhecida na política internacional: quando surge uma pressão externa, governos frequentemente tentam converter o conflito em instrumento de mobilização interna. Em ano eleitoral, essa dinâmica ganha ainda mais relevância.
Do lado americano, entretanto, a justificativa oficial não menciona diretamente atores políticos brasileiros. Os documentos do USTR concentram-se em alegações relacionadas a comércio digital, pagamentos eletrônicos, acesso a mercados, propriedade intelectual e questões regulatórias.
TRUMP E CLÃ BOLSONARO – Ainda assim, é impossível ignorar o histórico recente da relação entre Trump e a família Bolsonaro. O presidente americano já havia manifestado apoio público ao ex-presidente Jair Bolsonaro em ocasiões anteriores e chegou a criticar investigações conduzidas contra ele. Esse pano de fundo político inevitavelmente alimenta interpretações sobre motivações que ultrapassam o campo estritamente comercial.
A questão central, porém, permanece econômica. Apesar da retórica mais agressiva, o próprio desenho da medida sugere cautela por parte de Washington. A exclusão de diversos produtos estratégicos indica que o governo Trump buscou evitar impactos inflacionários sobre consumidores americanos e preservar cadeias produtivas consideradas sensíveis. Alguns analistas observam que o resultado poderia ter sido mais severo, especialmente considerando propostas anteriores que chegaram a envolver percentuais significativamente mais elevados.
Para o Brasil, o desafio agora será equilibrar firmeza diplomática e pragmatismo econômico. Uma resposta excessivamente dura pode ampliar prejuízos comerciais e reduzir espaços de negociação. Por outro lado, uma postura excessivamente conciliadora poderia ser interpretada internamente como sinal de fragilidade diante da pressão externa. O governo brasileiro aposta que a fase de consultas públicas e negociações ainda permitirá ajustes ou mesmo a reversão parcial das medidas.
TRANSFORMAÇÃO DA ECONOMIA – Mais do que uma disputa sobre tarifas, o episódio revela uma transformação mais profunda da economia mundial. Sistemas de pagamento, plataformas digitais, regulamentação tecnológica e soberania financeira passaram a ocupar o centro das disputas geopolíticas do século XXI. Nesse cenário, o Pix deixou de ser apenas uma ferramenta de transferência instantânea e tornou-se símbolo de uma nova disputa por influência econômica e tecnológica.
O desfecho dessa crise ainda é incerto. O que já está claro é que a controvérsia ultrapassou os limites do comércio exterior e entrou definitivamente no terreno da política. E, quando economia, soberania e eleições se misturam, raramente as consequências ficam restritas às planilhas de exportação.
O jacu defende que as organizações criminosas não têm ideologia política.
Só se for aqui.
https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/presidente-da-bolivia-acusa-o-crime-organizado-de-financiar-protestos-no-pais/
A soberania do Lula depende de o crime organizado continuar dominando o território onde vivem 25 % da população e não serem declarado terroristas.
Só jumentos mesmo pra cair no kô do sujeito.
Há soberania sem autonomia?
https://www.youtube.com/shorts/yG0v3fqInuk
A questão do crime organizado não é moral, nem eleitoral, nem político ideológico, é infraestrutural, econômico, estratégico.
Como o jacu tá nem aí pros nosso problemas estruturais e quer manter o país na periferia da periferia, fica fazendo estes espetáculos ridículos, buscando o relinchar e votos dos jumentos.
Mesmo quando o crime organizado produz mercadorias e movimenta dinheiro, ele tende a prejudicar a economia formal e legal porque não atua sob as mesmas regras estruturais que sustentam o mercado regular. O efeito não é só moral ou jurídico — é econômico e sistêmico.
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1. Concorrência desleal (preço fora do mercado)
Organizações criminosas como o PCC conseguem operar com custos artificiais porque:
• não pagam impostos
• não cumprem regulamentações trabalhistas e ambientais
• não arcam com custos legais de compliance
👉 Resultado:
• conseguem vender mais barato ou com margens muito maiores
• distorcem a competição com empresas legais
Isso enfraquece setores formais que dependem de regras equilibradas.
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2. Corrupção e erosão institucional
Para funcionar, economias criminosas precisam neutralizar o Estado ou partes dele:
• corrupção de agentes públicos
• infiltração em portos, fronteiras e logística
• uso de sistemas financeiros para lavagem de dinheiro
👉 Efeito infraestrutural:
• o custo de transação na economia formal aumenta
• empresas legais passam a operar em ambiente mais instável e imprevisível
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3. Distorsão de preços e alocação de capital
O capital ilícito:
• entra no sistema financeiro via lavagem
• infla setores como imóveis, transporte e serviços
• não segue lógica produtiva, mas de ocultação e circulação
👉 Isso causa:
• bolhas artificiais de preço
• má alocação de investimentos
• distorção de indicadores econômicos reais
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4. Risco e aumento de custos para o setor formal
Empresas legais passam a enfrentar:
• custos maiores de segurança
• risco jurídico e reputacional
• maior vigilância regulatória (para evitar infiltração de dinheiro ilícito)
👉 Isso reduz competitividade e eficiência do setor produtivo formal.
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5. Fragilização da confiança econômica
A economia formal depende de confiança sistêmica:
• contratos
• previsibilidade jurídica
• estabilidade institucional
O crime organizado mina isso ao introduzir:
• incerteza
• violência ou ameaça indireta
• opacidade financeira
👉 Sem confiança, o custo geral de fazer negócios sobe.
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Síntese infraestrutural
Mesmo produzindo “mercadorias”, o crime organizado prejudica a economia formal porque:
ele opera fora do sistema de regras que reduz custos, garante previsibilidade e permite concorrência equilibrada — e ao fazer isso, distorce preços, corrompe instituições e aumenta o custo estrutural da economia como um todo.
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Se quiser, posso ligar isso diretamente à ideia de capitalismo ilegal como “duplo circuito econômico” (legal e ilegal integrados), que ajuda a entender por que esses sistemas não ficam separados na prática.
CahtGpt
Desculpem, mas não tem como passar pano pra quem idolatra, segue e voto no jacu e usar belos e eufemísticos adjetivos e substantivos para os caracterizar.
São jumentos ou canalhas.
Porque estão apreensivos?
Porque o bó não é somente eleitoral e no âmbito do discurso político-ideológico.
https://www.metropoles.com/mundo/eua-governadores-mexicanos-carteis
Licença…
1) Por falar em Pix, lembrei que o antigo Colonialismo Inglês dizia que os indianos não tinham competência para tirar sal do Oceano, então Gandhi fez a ‘Marcha do Sal’, centenas fizeram a Caminhada até o mar e extraíram o precioso condimento.
2) Sugiro, pacificamente, inspirado em Gandhi, fazermos a ‘Marcha do Pix’… já que ele parece estar ameaçado…
1) Vivendo e aprendendo…
2) “Jacu é uma ave de grande porte da família dos cracídeos, típica da Mata Atlântica e aparentada distante do pavão. Na cultura brasileira, o termo também é usado popularmente como gíria para pessoas desajeitadas ou caipiras, e dá nome a um dos cafés mais caros do mundo. (informação do Google)…”
Jacu é um termo do minerês, criticado pelo xenófobo Gilmar Mendes.
A expressão “jacu de gaiola” é usada em algumas regiões mineiras para se referir a alguém que:
– é considerado simplório ou sem experiência;
– age de forma desajeitada em situações sociais;
– demonstra desconhecimento de algo que seria considerado comum.
O jacu de gaiola xenofóbico Gilmar Mendes, que domina o alemão, é analfabeto em mineirês.
Um pequeníssimo dicionário de mineirês (com muito humor e algumas expressões tradicionais de Minas Gerais):
• Uai – pode significar surpresa, dúvida, confirmação ou simplesmente nada específico. É a palavra coringa.
• Trem – qualquer coisa. Objeto, situação, pessoa ou acontecimento.
o “Passa aquele trem ali.”
• Sô – forma carinhosa de tratamento.
o “Ô sô, tudo bem?”
• Ô de casa! – chamado para anunciar a chegada.
• Arreda – afasta, sai do lugar.
• Procê – para você.
• Cê – você.
• Nó – abreviação de “Nossa Senhora!”, expressão de espanto.
• Bão – bom.
• Bão demais da conta – muito bom.
• Tiquim – pouquinho.
• Cadim – um pouco.
• Mió – melhor.
• Mexido – refeição típica mineira feita com sobras misturadas.
• Pão de queijo quentim – patrimônio afetivo do mineiro.
• Encangado – montado junto, apertado.
• Rangar – comer.
• Fubá – confusão ou problema.
o “Deu um fubá danado.”
• Jacu – pessoa considerada ingênua, simplória ou pouco acostumada à vida urbana.
• Jacu de gaiola – alguém que saiu do interior, mas continua com hábitos e jeito de matuto.
• Trem bão – coisa boa.
• Esbarrar – encontrar alguém por acaso.
• Pelejar – insistir, tentar muito.
• Capaz! – de jeito nenhum; imagina!
• Logo ali – pode significar qualquer distância entre 100 metros e 100 quilômetros.
Frases completas em mineirês
• “Uai, sô, cê num vai pegar aquele trem não?”
• “Nó, que trem bão demais da conta!”
• “Arreda procê vê esse negócio aqui.”
• “Esbarrei com ele lá na venda.”
• “Dá um tiquim desse queijo procê experimentar.”
Regra de ouro do mineirês
Se você não souber o nome de alguma coisa, chame de trem. Se não souber como começar uma frase, use uai. Se quiser soar mais mineiro ainda, termine com sô.
Exemplo:
“Uai, sô, aquele trem lá tá bão demais da conta, viu?”
E praticamente qualquer mineiro entenderá. 😄
Nó é a contratação de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, como suas variações, Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora da Fátima.
Os letrados mais avançados no idioma entendem o que significa pelo contexto.
Os ateus usam normalmente o cumdeus.
Os jumentos, ou canalhas, estão acreditando que a designação de terroristas e a Seção 301é positivo eleitoralmente pro Lula.
Pode até ser que, idolatrado por gente em profundo processo de dissonância cognitiva, ele consiga os manipular eleitoralmente.
Mas, uma vez reeleito, seu governo será transformado num inferno.
A presidente do México é Claudia Sheinbaum, dizendo pra Lula, “eu sou você amanhã”.
Cartéis mexicanos designados como organizações terroristas pelos EUA (20 de fevereiro de 2025)
1. Sinaloa Cartel
2. Cártel de Jalisco Nueva Generación (CJNG)
3. Cártel del Noreste
4. Gulf Cartel
5. La Nueva Familia Michoacana
6. Carteles Unidos
Além deles, também foram designados o MS-13 e o Tren de Aragua. (Congresso.gov)
Consequências financeiras mensuráveis
1. Sanções a pessoas e empresas
Em março de 2025, o Departamento do Tesouro dos EUA sancionou:
• 6 indivíduos
• 7 empresas
ligados a esquemas de lavagem de dinheiro do Cartel de Sinaloa. (U.S. Department of the Treasury)
2. Sanções a instituições financeiras mexicanas
Em junho de 2025, os EUA classificaram como risco primário de lavagem de dinheiro:
• CIBanco
• Intercam Banco
• Vector Casa de Bolsa
e proibiram instituições financeiras americanas de realizar determinadas transferências envolvendo essas entidades. (McDermott)
3. Tamanho das instituições atingidas
Os ativos aproximados mencionados nas investigações eram:
• CIBanco: cerca de US$ 7 bilhões
• Intercam: cerca de US$ 4 bilhões
• Vector: cerca de US$ 11 bilhões
Total aproximado: US$ 22 bilhões em ativos. (Reddit)
Consequências jurídicas
A designação de terrorismo permite aos EUA:
• Processar quem fornecer “apoio material” aos cartéis.
• Congelar ativos sob jurisdição americana.
• Aplicar sanções secundárias.
• Intensificar intimações e investigações sobre bancos correspondentes na América Latina. (Covington & Burling)
Consequências políticas no México
A presidente Claudia Sheinbaum respondeu propondo reformas constitucionais para reforçar a soberania mexicana após a designação, afirmando que o país não aceitaria intervenções estrangeiras em seu território. (Reuters)
Consequências econômicas
Especialistas em compliance e sistema financeiro passaram a alertar para:
• aumento do custo de conformidade bancária;
• maior monitoramento de transações em dólares;
• risco adicional para investidores estrangeiros;
• maior escrutínio sobre empresas que operam em regiões controladas por cartéis. (Covington & Burling)
Resumo numérico
• 6 cartéis mexicanos designados como terroristas.
• 8 organizações latino-americanas designadas no total.
• 6 indivíduos e 7 empresas sancionados em uma das primeiras ações contra a rede do Cartel de Sinaloa.
• 3 instituições financeiras mexicanas atingidas por restrições americanas.
• Aproximadamente US$ 22 bilhões em ativos sob as instituições financeiras posteriormente afetadas pelas medidas. (Congresso.gov)
Do ponto de vista econômico, o efeito mais relevante não foi militar, mas a ampliação da capacidade dos EUA de rastrear, bloquear e sancionar fluxos financeiros ligados aos cartéis dentro de sua jurisdição e do sistema internacional baseado no dólar. (Covington & Burling)
Pilantra e incompetente, incapaz de enfrentar os problemas estruturais do México, deixando o crime organizado tomar conta do país, veio com o mesmo kô do anti-imperialismo.
Declaradamente pilantra.
“A presidente Claudia Sheinbaum respondeu propondo reformas constitucionais para reforçar a soberania mexicana após a designação, afirmando que o país não aceitaria intervenções estrangeiras em seu território.”
Ou seja, legalizar o crime organizado.
“Entre os pontos levantados estão questões ligadas à propriedade intelectual, ao mercado de etanol, ao combate à corrupção, à política ambiental e, de forma particularmente controversa, ao sistema brasileiro de pagamentos instantâneos, o Pix”
Duas observações sobre o artigo do Sr Pedro do Coutto:
1) Ele comeu a “censura e perseguição promovida pelo Brasil”, que é o primeiro ponto, e “o trabalho escravo” da análise do USTR;
2) O PIX ocupa duas páginas no documento do Tio Sam, menos do que todas os outros pontos. Na análise do Sr Pedro, o PIX é o único ponto destacado e trabalhado para beneficiar a quadrilha do rato etílico.
O Sr Pedro parece escrever como um apparatchick dos petralhas, será?
Trump e Cia atacam o PIX, que é apenas mais uma forma doméstica de pagamento e recebimento de contas, e nada falam sobre a supremacia do dólar que faz a diferença no mundo, que desequilibra a convivência entre nações e impede o sucesso da Humanidade, como propõe o Papa Leão XIV.
Moeda não é um papel, reflete o nível de desenvolvimento das forças produtivas de um país, capacidade militar, seu controle das tecnologias de ponta, desenvolvimento etc.
O real não vale nada por que somos governados por quem não vale nada e mantém o país no subdesenvolvimento.
No caso do dólar, trata-se apenas de um papel pintado, sem lastro, vendido ao mundo à moda 171m a peso de ouro, metal este que, aliás, já está sendo preferido pelo mundo como reserva financeira no lugar do dólar face à desconfiança total no suposto poderio norte-americano que hj mais parece uma super bomba-relógio financeira prestes a explodir, face ao fim do caminho da plutocracia norte-americana superada pela autocracia chinesa, que diz estar pronta para enfrentar Tio Sam em todos os sentidos.
Tarifa em cima do trabalho análogo à escravidão em cima do governo , pasmem, doPartido dos Trabalhadores, que defende a escala 6X1e que quer que ninguém trabalhe e fique dependurado num Estado falido.
https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2026/06/03/eua-propoem-tarifa-extra-de-125-e-citam-brasil-por-trabalho-forcado.ghtm
É muita esculhambação!
Será eu os jumentos que idolatram o jacu de gaiola, ao caírem na real do lixo anticivilizacional que adoram, vão agir como os jumentos que idolatravam o Jim Jones?
https://www.bbc.com/portuguese/geral-46258859
QUEM MATOU ARTHUR BRANDÃO, EIS A PERGUNTA DA ORA QUE NÃO QUER CALAR ? Vivam as vossas vidas com honestidade, dignidade, respeito e boa-fé e deixem as outras pessoas tb viverem as vidas delas porque a ninguém é dado o direito de arvorar-se em dono da vida alheia, parece ser o recado emitido pela novela da globo que está dando o que falar,” QUEM AMA, CUIDA”, posto que, ao que parece, inspirada na infeliz realidade de grande parte da sociedade brasileira capturada pela loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$. Recado esse que, por extensão, serve tb para Donald Trump e Cia, arvorados em carrasco$ de milhares de vidas humanas alheias mundo afora, movidos pela loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, gerada pela plutocracia putrefata dos me$mo$. Portanto, a nosso ver, quem matou o bom camarada e bom burguês, Arthur Brandão, foi a loucura por dinheiro fácil de uma família porra-louca, pilantra, parasita, pra lá de mal-agradecida, viciada nos favores e nas mesadas gordas do irmão super trabalhador e diferenciado do resto da família, desde a mais tenra idade, bem-sucedido nos negócios, que, ao fim e ao cabo, cansou de gastar velas boas com defuntos ruins sem conseguir endireitá-los, e que, por isso, as cobras que acabou criando com a sua generosidade não hesitaram em picá-lo, acabaram se arvorando até em donos da própria vida do irmão generoso, aliás um retrato acabado de grande parte da sociedade brasileira tb contaminada pela doença da loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, capazes de tudo e qualquer coisa para lograrem os seus intento$, menos trabalhar seriamente para consegui-lo na moral e no jogo limpo, com os bons sendo tirados da cena da vida pelos maus, que perfazem a banda podre da Humanidade e do conjunto da sociedade que ficam por aí feito trate$, fazendo peso sobre a face da terra, infernizando a vida alheia e a convivência humana num país que poderia e pode ser muitíssimo melhor caso consiga vencer a loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, como propõe o Papa Leão XIV para o bem da Humanidade, com a união de todos, todas as religiões, igrejas e de todas as pessoas boas, honestas e do bem. https://www.facebook.com/reel/2022223792504318 Ver menos
A única coisa que o Trump oferceu para o Ladrão foi a oportunidade de botar o boné e ficar quieto. Como o Nove Dedos, está senil, com Alzheimer e sempre bêbado, vai criar outra pendenga e levar, nos dedos que lhe restam, uma boa reguada.
Nada que um bom fuzil…coloque as cousas nos devidos trilhos.
simplesmente isso.
resultado: Terra do esquecimento.
Não dá para ler certos comentários, porque são desprovidos de qualquer análise. Papagaios se saíriam melhor.
A questão de acusação de países importarem produtos de países que usam trabalho escravo seria algo hilário, se não fosse grave. Ora, quem é o país, cujas empresas usam trabalho escravo para produção de seus produtos? E acusar o Brasil de desmatamento?
E denominar as facções criminosas de terroristas, ajuda o Brasil em quê? Ou só prejudica?
Analistas debatem as motivações e implicações, por trás dessa denominação, como o artigo a seguir:
https://clickpetroleoegas.com.br/para-o-economista-jose-kobori-os-eua-ganharam-uma-carta-na-manga-para-chantagear-o-brasil-e-minar-a-influencia-da-china-ao-classificar-pcc-e-comando-vermelho-como-terroristas-ampliand-mhbb01/#goog_rewarded
Será que é doença?
José Luis