
Nunes Marques aponta possível ‘indução dos entrevistados’
Pepita Ortega
Mariana Muniz
O Globo
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, suspendeu a circulação da pesquisa AtlasIntel que apontou desgaste do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após a divulgação das cobranças feitas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para financiamento do filme Dark Horse, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O magistrado acolheu os argumentos da defesa e identificou “possível utilização do questionário como mecanismo de indução do entrevistado”.
OUTRAS PESQUISAS – O movimento de desgaste eleitoral de Flávio foi identificado também por outras pesquisas, como Quaest e Datafolha.
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“A permanência de circulação de levantamento cuja higidez metodológica se encontra sob questionamento pode potencializar efeitos de difícil reversão no contexto do processo eleitoral, especialmente diante da elevada capacidade de difusão e replicação do conteúdo em meios digitais e veículos de comunicação”, escreveu o ministro ao acolher parcialmente o pedido do PL.
CONTROVÉRSIA – Kassio determinou que a Atlas se abstenha de promover nova divulgação, impulsionamento, republicação ou manutenção da pesquisa até uma nova decisão do TSE sobre o teor da pesquisa. “A controvérsia suscitada nos autos não se limita, portanto, à mera discordância a quanto às escolhas metodológicas da representada, mas envolve alegação objetiva de possível utilização do questionário como mecanismo de indução do entrevistado, especialmente em razão da ordem sequencial das perguntas e do emprego de expressões de carga valorativa negativa”, afirmou o ministro.
A legenda alegou ao TSE que a pesquisa “induziu os entrevistados de forma negativa” em relação a Flávio em razão das perguntas relacionadas ao escândalo Master. Ao analisar o caso, Nunes Marques entendeu que o PL indicou “elementos minimamente consistentes” que indicam, “em tese”, “possível comprometimento da neutralidade metodológica do questionário registrado perante a Justiça Eleitoral”.
COMPROMETIMENTO – O presidente do TSE disse ver “indícios relevantes de comprometimento” da metodologia da pesquisa, inclusive em comparação com o questionários de outras pesquisas registradas no TSE pela Atlas. Além disso, o ministro indicou que o CEO da Atlas, em entrevista, “reconheceu o viés político do conteúdo submetido aos entrevistados”.
“Tais circunstâncias corroboram os argumentos deduzidos na inicial acerca da possível utilização de estímulos indutivos aptos a contaminar as respostas subsequentes relativas à imagem, rejeição e intenção de voto, reforçando a plausibilidade jurídica da tese de que a pesquisa possa ter extrapolado os limites da regular aferição estatística”, ponderou Nunes Marques.
O ministro deu dois dias para que a Atlas apresente documentação técnica complementar sobre os pontos questionados pelo PL. Em seguida, o Ministério Público Eleitoral vai se manifestar sobre o caso. Depois, o caso vai voltar ao crivo do TSE, para decisão definitiva sobre a pesquisa.
A decisão do ministro do STF, Nunes Marques, que acumula com a presidência do TSE, Tribunal Superior Eleitoral, retirando a pesquisa do Instituto Atlas das redes sociais, que analisou a queda de seis pontos percentuais do candidato Flávio Bolsonaro, se configura uma vergonhosa CENSURA.
Os especialistas consideram que os argumentos do ministro são frágeis.
Nunes Marques indicado ao STF por Bolsonaro, depois de um pedido do senador Ciro Nogueira, que na época era Ministro Chefe da Casa Civil, os dois tem origem no Piauí, não detém o notável saber jurídico, aliás, poucos tem esse requisito na composição do atual elenco de ministros. O segundo requisito para compor o STF, a ilibada reputação, prefiro nem comentar.
A decisão do ministro Nunes Marques , censurando logo de cara, na sua primeira decisão a frente do TSE, da uma dimensão catastrófica da liderança desse “magistrado ” no comando das eleições de outubro. Uma catástrofe anunciada no porvir Eleitoral.
O PL, que entrou com recurso para censurar as pesquisas desfavoráveis ao candidato Flávio, a pedido deste e acatado pelo presidente do TSE, ministro Nunes Marques, pegou muito mal para Flávio e para o ministro.
Por qual razão: Ninguém lembrava mais da pesquisa do Instituto AtlasIntel.
Verdadeiro tiro no pé, desnecessário e extemporâneo.
São pessoas despreparadas em cargos da República. Quem não soube da tal pesquisa, agora está sabendo por causa da repercussão negativa da Censura aplicada pelo ministro Nunes Marques ao que foi revelado pelo AtlasIntel.
Cai a máscara do candidato Flávio Bolsonaro, que fala tanto em Liberdade em Liberdade de Expressão, na primeira oportunidade desfavorável nas pesquisas, Flávio pede Censura. Que papelão gigantesco.
Rachadinha pediu a suspensão da pesquisa da AtlasIntel, de 19/5/26, que apontou queda de 6 (seis) pontos percentuais na intenção de voto nele em um eventual 2º turno contra o Barba.
Candidato atacando pesquisa? Mau sinal.
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Palanque de Rachadinha está balançando
Além do caso ‘Dark Horse’ e do tarifaço, PL enfrenta péssimo momento no Rio
Preso por envolvimento com o CV, bolsonarista Rodrigo Bacellar prepara delação
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Folha de S. Paulo, Opinião, 8.jun.2026 às 14h13 Por Alvaro Costa e Silva
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Não sei se prestaram atenção, mas Rachadinha se mostrou bastante fraco em suas últimas investidas, nesse período em que foi um pouco mais acuado.
Não se aproveita quase nada do que fala: mentiras, desmentidos, arrogância, autoritarismo e prepotência, geralmente disfarçados, e só.
Nunes Marques aquele ministro que não tem o notável saber jurídico está de sacanagem com a esquerda.
Nunca antes na historia desse país um ministro do Supremo fez tanta sacanagem com o Loola, as pesquisa mostram que ele já ganhou e agora lá vem esse bolsonarista com essa safadeza.
Tá bom pra você assim Roberto Nascimento?
O olho do pirata só enxerga a pilhagem.
Mapa da mina.
O PT deve eleger o maior número possível de senadores pra promover o impeachment do Nunes Marques que está avacalhando a ‘nossa’ justiça.
Os bons e íntegros são o Gilmar Toffoli e Alexandre.
Obrigado por me seguir, James Pimenta.
O assunto é a decisão de Nunes Marques, censurando a pesquisa da AtlasIntel. Para o clã Bolsonaro, pesquisa só é boa quando os resultados são favoráveis a eles.
Foi tiro no pé, porque um assunto que estava adormecido voltou ao noticiário.
Fato é, que a candidatura do Flávio está derretendo e a de Lula estaciona. No Rio de Janeiro, Flávio está sem palanque, porque Douglas Ruas é um ilustre desconhecido. Flávio parece, que torce por Eduardo Paes.
Em Minas, um Estado que decide a eleição, Flávio está sem candidato a governador e o Lula também. Empate técnico em Minas.
Para o clã Bolsonaros, pesquisa boa é quando grita para o lado deles e Urna confiável somente ocorre quando são vencedores na sua abertura.
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“O Espelho que Dói: Por Que Você Odeia a Verdade?”
“É muito mais fácil atacar o mensageiro do que enfrentar o fato de que toda a sua vida foi construída sobre uma base de mentiras. Quando a realidade é revelada, o ego entra em colapso e o instinto de defesa entra em ação. O ódio que você sente por quem expõe as falhas do sistema é, na verdade, uma projeção do ódio que você tem por ter sido enganado durante tanto tempo. O despertado não busca aprovação; ele busca a verdade, mesmo que ela queime. A escolha é sua: continuar na anestesia ou encarar a dura e fria realidade.
O livro “A Narrativa do Controle” escrito por Asier Magán explodiu minha cabeça, você já leu? Baixe no link do nosso perfil ou comente “LIVRO” e descubra a verdade agora.”
“O Elo Perdido!”
Quem forjou a “prova” de 1964.
“Documento secreto da KGB prova que Lula e “segui-dores” estão por fora de 1964.”
https://youtu.be/yM64G0vtX2g?si=kP9AFG-AdAZzVOhJ