No desespero, Flávio Bolsonaro procura mulheres para esquentar sua chapa

A Ministra Damares Alves e eu na luta por um Brasil melhor. Mulher sofrida e guerreira, tem meu apoio.

Bia Kicis e Damares Alves, na mira do Tariflávio

Vicente Limongi Netto

Imprensa do mundo inteiro revela que o candidato Tariflávio Rachadinha está enlouquecido, a procura de  duas mulheres para compor sua equipe.  Uma para vice-presidente e outra para ministra da Fazenda. Para vice, o candidato achocolatado escolheria bem se convidasse a mulher de 37 anos, Amanda Maria,  que enganou a boa fé e a bondade de muitas famílias se passando por adolescente de 12 anos. 

Como a candidatura do achocolatado Tariflávio é uma oceânica empulhação, a vigária seria vice ideal. Com acolhimento total no Partido Liberal. 

Já para o poderoso Ministério da Fazenda, o impoluto Tariflávio poderia consultar seu papaizinho, que certamente indicaria ao filhote mais velho duas fortes e maravilhosas formosuras – a senadora plastificada Damares Alves, versão tupiniquim da Madre Tereza de Calcutá com gripe, e a deputada espaçosa Bia Kicis, jurista de meia pataca. Equipe perfeita.  

COPA DO MUNDO – A Netflix exibe série sobre a conquista do tri. Erra muito, acerta pouco na edição e na produção. Em artigo, craque Tostão retrucou partes referentes à sua convocação. A série erra feio, também, quando trata João Havelange com infâmias. Atitudes indignas, vindas de canalhas e covardes. 

Por fim, o acadêmico Ignácio de Loyola Brandão mandou mensagem acerca de meu ácido comentário no Facebook sobre os chatos e intoleráveis cavalinhos do Fantástico, também presentes na Copa do Mundo. Pena que não fiquem por lá de vez:

“Vicente, desde que apareceram, tenho pavor destes cavalinhos. Bregas, cafonas, chatos, sem graça, rídículos. A TV Globo desce lentamente. Para onde? Sei lá…

Abraços

Ignácio

23 thoughts on “No desespero, Flávio Bolsonaro procura mulheres para esquentar sua chapa

  1. Sobre as técnicas de retórica política (ou politiqueira?)

    Abaixo está um exemplo de como opositores de cada candidato poderiam usar as mesmas técnicas de retórica política (apelidos, ironia, hipérbole e associação a temas controversos):

    Críticas de opositores a Lula
    • “Lula Viajante”: passa mais tempo em viagens internacionais do que focado nos problemas internos do país.
    • “Lula Gastança”: aumenta despesas públicas enquanto cobra responsabilidade fiscal da população.
    • “Presidente dos Discursos”: faz grandes anúncios e declarações, mas entrega resultados abaixo das expectativas.
    • “Lula Diplomata”: preocupa-se mais com conflitos e alianças internacionais do que com segurança, saúde e infraestrutura.
    • “Lula Popularidade”: recorre a programas e anúncios para recuperar apoio quando as pesquisas ficam desfavoráveis.
    • “Lula Narrativa”: atribui dificuldades econômicas a fatores externos ou a governos anteriores.

    Críticas de opositores a Flávio Bolsonaro
    • “Tariflávio”: associado a debates sobre tarifas, sanções ou tensões comerciais.
    • “Rachadinha”: lembrança constante das investigações envolvendo ex-assessores.
    • “Flávio Herdeiro”: acusado de depender politicamente da imagem do pai.
    • “Flávio Polarização”: visto como alguém que amplia conflitos políticos para mobilizar sua base.
    • “Flávio Marketing”: acusado de usar estratégias de comunicação para gerar repercussão em vez de apresentar propostas.
    • “Flávio Campanha Permanente”: tratado como alguém que está sempre em disputa eleitoral, mesmo fora do período de campanha.
    Características comuns da técnica
    • Uso de apelidos para fixar uma imagem negativa.
    • Uso de hipérboles (“vive viajando”, “está desesperado”, “só faz campanha”).
    • Seleção de um tema controverso para definir todo o político.
    • Associação de decisões recentes a interesses eleitorais.
    • Pouca atenção aos argumentos do adversário e maior foco em seus supostos defeitos.

    Essas estratégias são comuns em disputas políticas de direita e esquerda, no Brasil e em outros países, porque simplificam mensagens complexas e facilitam a mobilização emocional dos apoiadores. Entretanto, elas têm mais valor como ferramenta de propaganda e persuasão do que como análise objetiva dos fatos.

    ChatGpt

  2. Não seria melhor questionarmos quais os projetos dos candidatos para equacionarem e enfrentarem os nossos problemas estruturais?

    1. Educação
    📊 Posição: ~60–70/80 (PISA – OCDE)
    ➡️ Baixo desempenho global e alta desigualdade interna.
    ________________________________________
    2. Infraestrutura
    📊 Posição: ~70–100/140 (World Economic Forum)
    ➡️ Gargalos logísticos e déficit em saneamento.
    ________________________________________
    3. Estado democrático
    📊 Posição: ~40–60/167 (EIU Democracy Index)
    ➡️ Democracia “imperfeita”, com fragilidades institucionais.
    ________________________________________
    4. Tecnologia e inovação
    📊 Posição: ~50–70/130 (WIPO – Global Innovation Index)
    ➡️ Ciência razoável, inovação produtiva limitada.
    ________________________________________
    5. Criminalidade (homicídios)
    📊 Posição: entre os ~20 mais violentos do mundo (UNODC)
    ➡️ Altas taxas de homicídio e violência urbana.
    ________________________________________
    6. Desigualdade de renda
    📊 Posição: top 10–20 mais desiguais (Banco Mundial – Gini)
    ➡️ Forte concentração de renda estrutural.
    ________________________________________
    7. Desenvolvimento humano
    📊 Posição: ~70–90/190 (PNUD – IDH)
    ➡️ Desenvolvimento intermediário global.
    ________________________________________
    8. Eficiência estatal (governança)
    📊 Posição: percentil ~50–60 (World Bank)
    ➡️ Capacidade estatal mediana-baixa.
    ________________________________________
    9. Desigualdade de gênero
    📊 Posição: ~80–100 (PNUD)
    ➡️ Diferenças persistentes em renda, poder e violência.
    ________________________________________
    10. Desigualdade racial
    📊 Sem ranking global direto
    ➡️ Um dos maiores contrastes raciais estruturais das Américas (IBGE).
    ________________________________________
    11. Desigualdade regional
    📊 Sem ranking global direto
    ➡️ Um dos maiores desequilíbrios internos do mundo (IBGE).

  3. Mas não há qualquer problema, pois temos, muito bem distintos e legal e constitucionalmente, os apelidos, ironia, hipérbole e associação a temas controversos do “bem” e do “mal”.

    Assim como bem categorizadas as fake news e as desinformações.

    Nada como uma relativa democracia.

    Pau que dá em chico, poderá dar em francisco?

  4. Observação.

    O Trump é useiro e vezeiro de adjetivações, mas como técnica de vendedor, que sempre foi.

    E, ao que parece, tem sido mais bem sucedido que os nossos exemplares tupiniquins.

    É que seu pragmatismo o leva a utilizar positivas adjetivações pragmáticas.

    Adjetivações positivas recorrentes
    Para negociadores e adversários
    • Forte (strong)
    • Inteligente (smart)
    • Muito inteligente (very smart)
    • Astuto (savvy)
    • Competente (competent)
    • Brilhante (brilliant)
    • Respeitado (respected)
    • Talentoso (talented)
    • Durão (tough)
    • Grande negociador (great negotiator)
    Exemplos com líderes rivais ou adversários geopolíticos
    Vladimir Putin
    Trump o descreveu em diferentes ocasiões como:
    • “forte líder” (strong leader)
    • “muito inteligente” (very smart)
    • “astuto” (savvy)
    • “esperto” (smart)
    Mesmo criticando ações russas em alguns momentos, frequentemente ressaltou a capacidade estratégica de Putin.
    Xi Jinping
    Trump utilizou expressões como:
    • “homem brilhante” (brilliant man)
    • “líder muito forte” (very strong leader)
    • “amigo” (friend)
    • “extremamente inteligente” (extremely intelligent)
    Isso ocorreu inclusive durante períodos de intensa disputa comercial entre Estados Unidos e China.
    Kim Jong Un
    Após os encontros diplomáticos de 2018–2019, Trump o chamou de:
    • “muito talentoso” (very talented)
    • “líder forte” (strong leader)
    • “inteligente” (smart)
    • “grande personalidade” (great personality)
    Recep Tayyip Erdoğan
    Trump empregou termos como:
    • “amigo”
    • “líder forte”
    • “homem duro” (tough guy)
    Exemplos com opositores políticos internos
    Bernie Sanders
    Embora adversário ideológico, Trump já o descreveu como:
    • “esperto”
    • “energético”
    • “mais autêntico que muitos democratas”
    Joe Biden
    Antes da disputa presidencial, Trump ocasionalmente o classificou como:
    • “boa pessoa”
    • “sujeito agradável” (nice guy)
    Ainda que posteriormente tenha passado a usar termos fortemente negativos.
    Interpretação pela análise do discurso
    Um traço marcante do discurso de Trump é a valorização da força, independentemente da posição ideológica do interlocutor.
    Os elogios costumam concentrar-se em atributos como:
    • força;
    • inteligência;
    • capacidade de negociação;
    • habilidade estratégica;
    • autoridade;
    • liderança.
    Assim, mesmo quando discorda de um líder ou o considera adversário, Trump frequentemente utiliza adjetivos positivos ligados à eficácia e ao poder. Na lógica discursiva dele, “ser forte” ou “ser um negociador duro” aparece muitas vezes como uma qualidade admirável em si mesma, independentemente de alinhamentos políticos, valores democráticos ou afinidades ideológicas.
    Essa característica ajuda a explicar por que elogios a figuras autoritárias geraram controvérsias: seus críticos interpretam esses elogios como legitimação política, enquanto seus apoiadores argumentam que ele estaria apenas reconhecendo capacidades de liderança e negociação. Essa disputa de interpretações é um tema recorrente nos estudos de discurso político contemporâneo.

    ChatGpt

  5. O Brasil esta me enlouquecendo.
    Olhem as manchetes dos dois ultimos aritogos da tribuna

    No desespero, Flávio Bolsonaro procura mulheres para esquentar sua chapa

    Governo faz autocrítica e tenta atrair o centro para evitar isolamento no Congresso]

    E sao, segfundo as pesquisas, os dois favoritos, disparados para a proxima eleição

    Imagine quais seriam as manchetes se nao fossem

  6. Limongi, sensacional o retrato falado da deputada Bia Kics e da senadora Damares Alves. Soltaria fogos se ambas lutassem pelas causas populares. Mas, aí é querer o impossível vindos de lá do Senado e da Câmara.

    Damares ainda tem quatro anos para não fazer nada pelo povo trabalhador no Senado. A Bia Kics papagaia de pirata do clã Bolsonaro rivalizando com o deputado Hélio para ver quem fica melhor na foto, pois bem, a Bia não larga a mão da Michele Bolsonaro em todos os cultos de Brasília na esperança de se eleger senadora na chapa da ex- primeira dama. Isso é um sinal, que Ibanéis Rocha , o ex- governador envolvido até a raiz dos cabelos no Banco Master, vê sua candidatura ao Senado pelo MDB, subir no telhado, então adeus o mandato de senador 3 a imunidade parlamentar junto. A cadeia da Papuda aguarda o Ibanéis de braços abertos.

    Quanto a vice Celina Leão, atual governadora do DF largou a mão do Ibanéis, rompendo a aliança política acordada entre os dois. Ibanéis caiu em desgraça no rolo do BRB, o Banco estatal de Brasília com o Banco Master do Vorcaro e para não contaminar o projeto da eleição de governadora, rifou o Ibanéis solenemente, até com um certo grau de maldade no ar. Ninguém gosta de aliado , pego fazendo coisa errada. É a política rasteira, que dá preferência a sobrevivência política em primeiro lugar. Amigos é coisa de menor importância nesse jogo sujo.

    • Limongi, assisti no programa da Beth Pacheco, Balaio Globo News, o depoimento do imortal da ABL, Ruy Castro, sobre a polêmica da demissão do treinador João Saldanha da seleção campeã de 1970.
      Ruy conversou com o coronel Jarbas Passarinho, Ministro da Educação do presidente Médice sobre a exigência do general Garrastazu Médice na convocação do centroavante Dadá Maravilha, o Dário do Cruzeiro na época. Segundo o Coronel do Pará, Médice não pediu a demissão do jornalista e técnico João Saldanha.

      O substituto de Saldanha, o treinador Mário Lobo Zagalo, convocou Dário, mas não o escalou em nenhuma partida da Seleção do Tri, amargando o Banco como mero expectador nos gramados.

      Então, quem foi o responsável pela demissão do João Saldanha? História muito mal explicada. Acho que foi exigência do Regime Militar mesmo. O João sem medo Saldanha era o verdadeiro craque nas quatro linhas comandando suas feras como ele gostava de ressaltar.

  7. Será que o Flávio, no seu feminismo, irá errar mais que o Lula, que indicou a pior presidente que o país já teve.

    Parece que estão disputando quem é o “menos pior”.

  8. Eu gosto de adjetivações.
    Algumas delas, mais brabo que cobra de resguardo, mais enfeitado que mula de cigano, mais invocado que fiscal de gafieira, mais bruto que canto de cerca, mais bonito que o retrato de Dorian Gray, mais feio que doença no osso, mais buliçoso que gato de moça velha, Vicente, o Peremptório, Nascimento, o Convicto, Gabeira, o Moderado, FHC, o Intelectual Barroco.
    Dom $talinacio Curro de La Grana, o narrativista.

    • James Pimenta, você só adjetiva, as pessoas, que entende por Esquerdistas. Os políticos de Direita são para você, anjos de candura.
      Os bolsonaristas são assim mesmo, não cometem nenhum erro, não se utilizam de dinheiro público, nunca se corromperam, não tomaram dinheiro do Vorcaro, não ganharam mesada de 500 mil.

      Que fazer? Entender essas coisas da vida.

  9. Em alguma parte da teoria da evolução do Darwin houve em determinado momento em que um gen recessivo produziu uma anomalia, a derivação do homo sapiens degenerada deu no homo imbecilicus.

  10. Nesta época de imbecilização coletiva podemos tirar como exemplo a afirmação do Pulitzer:
    ‘Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma’.

  11. “Vicente, desde que apareceram, tenho pavor destes cavalinhos. Bregas, cafonas, chatos, sem graça, rídículos. A TV Globo desce lentamente. Para onde? Sei lá…

    Vai para o lugar onde vão todos os inimigos do povo brasileiro…

    Direto para o esgotão do mário coveiro que fica entre as Vias Marginais na Cidade de São Paulo,

    E seus donos vão direito para a Churrasqueira do Juízo Infernal sem escala….

    simples assim…

    aquele abraço

  12. Desde que o Tio Sam classificou o PCC/CV como terroristas, os mamateiros intensificaram as calúnias contra o nosso próximo presidente, Flávio Bolsonaro. Esse ódio é compreensível, trata-se de uma questão de sobrevivência. Eleito presidente, Flávio vai “bukelizar” a segurança pública internamente. A lavagem da grana do narcotráfico será sufocada também Brasil e a bufunfa dos mamateiros vai minguar, em vez de “blue label”, “old eight”.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *