Votações simbólicas no Congresso dificultam pressões sobre parlamentares

3 thoughts on “Votações simbólicas no Congresso dificultam pressões sobre parlamentares

  1. Esqueçamos o lupanário que se tornou o Estado.

    A única solução é a mobilização da sociedade, inebriada, imbecilizada e subjugada por vinte anos de hegemonia da vagabundagem.

    E, para o grau de esgarçamento do seu tecido moral, democrático e republicano, só uma nova concertação da sociedade, como o fora nas Diretas Já.

    Mas creio que teremos que esperar mais um mandato de Lula, para que acabe seu hercúleo trabalho de destruição do Estado e do país para que haja este despertar.

    Será que a jacuzada, ao despertarem partirão pra solução tipo Jim Jones?

    https://www.bbc.com/portuguese/geral-46258859

  2. Abrólhos!
    “Primeiro de tudo, um Estado não é um posto, uma posição, um sultão, um rei ou um khan. Um Estado é mente e coração. Mente e coração limpos são o que formam um corpo humano e o que faz um Estado são as qualidades de seu povo. Quanto mais qualidades o povo tiver, melhor será o Estado. Por isso é preciso manter o povo vivo, para o Estado poder viver. Pessoas corajosas e de qualidade, fazem nações poderosas. Entre elas bons acadêmicos. Fala de In Arabi, na série Resurrection Ertugrul.”
    PS. Como se vê, estamos falando da terra de Aladin e a prescrutadora e iluminadora “lâmpada maravilhosa”!

    • Abrólhos!
      “Barão ladrão é um termo depreciativo de crítica social originalmente aplicado a certos empresários americanos ricos e poderosos do século XIX. O termo apareceu já na edição de agosto de 1870 da revista The Atlantic Monthly [1] . No final do século 19, o termo era normalmente aplicado a homens de negócios que usavam práticas de exploração para acumular riqueza. [2] Essas práticas incluíam exercer controle sobre os recursos naturais, influenciando altos níveis de governo, pagando salários de subsistência, esmagando a competição adquirindo seus concorrentes para criar monopólios e aumentar preços, e esquemas para vender ações a preços inflacionados para investidores desavisados. [2] O termo combina o sentido de criminoso (“ladrão”) e aristocracia ilegítima (um barão é um papel ilegítimo em uma república). “

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